• Eu vejo eles dançando, em cima do muro…

    …no meio do mundo. No meio do mundo dividido. Capital Inicial.

    Uma das coisas que eu achei fantástico após ler a biografia de Steve Jobs foi descobrir a maneira com que ele concebia os produtos. Primeiro o design, depois a engenharia. A engenharia precisava se adequar ao design, à concepção do produto e à ideia que ele queria passar. E não o contrário.

    Assim, Jobs podia exercitar aquilo que em minha opinião mais o ajudava no trabalho da inovação de produtos: a imaginação. E eu não sei se esse assunto, a imaginação já foi tema de algum livro de negócios, marketing, inovação ou empreendedorismo. Mas, sei que é justamente ela, a imaginação o ingrediente essencial para criar a personalidade de uma marca.

    E nesse primeiro artigo pro avemarketing de 2012 eu quero fazer uma pequena reflexão sobre imaginação, marketing, inovação e empreendedorismo. Os livros podem ensinar como programar uma campanha de marketing que arrebenta. Ensinam como despertar o comportamento empreendedor, como estruturar e planejar um plano de marketing e toda a estratégia de marketing.

    Mas, eles não conseguem ainda ensinar, passo-a-passo sobre como transformar a personalidade de uma empresa, de como imaginar empresas, produtos e tecnologias que vão romper com tudo.

    Na verdade, se você acha que a sua empresa não tem personalidade, na verdade ela já possui uma personalidade errada. Da mesma maneira, se na cabeça dos líderes falta imaginação, as coisas tendem a caminhar pro buraco. A imaginação talvez seja o mais salvador e aniquilador nisso tudo. A falta dela, assim como o excesso, leva qualquer empresa, qualquer produto, qualquer estratégia, para o buraco. Portanto, equilibrar imaginação com pé no chão é o desafio maior disso tudo. Mas, os livros vivem incentivando o pé no chão, porque a cabeça nas nuvens faz mal. O problema é que, a cabeça nas nuvens pode fazer mal, mas a cabeça fora dela é desastroso. Talvez por isso, por esse grande incentivo que temos de manter o pé no chão, é que ultimamente somos bombardeados com tantos produtos e empresas sem graça nenhuma, sem nenhuma pitada de imaginação.

    A dose certa de imaginação rompe barreiras. Para alcançar o estado da arte, para chegar à perfeição é preciso imaginar e conceber o que é perfeito. A atitude de Steve Jobs de conceber primeiro o design de seus produtos mostra o quanto isso é importante. Steve fazia primeiro o desenho do produto. Fazia primeiro aquilo com que o consumidor vai ter contato. O consumidor não tem contato com a engenharia do produto, com aquilo que o faz funcionar. Dificilmente alguém quer um iPod, iPad ou iPhone porque ele tem uma engenharia sensacional. As pessoas querem porque o design é legal, é bonito, cool.

    Esse será um bom começo. Ao levar a sério a cultura da imaginação, você estará implementando a cultura da inovação.

    (mais…)

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  • 10 frases de Steve Jobs

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  • Steve Jobs deixa comando da Apple

    Em 1984, Steve Jobs apresentou ao mundo seu projeto “Macintosh”, revolucionário para a época, o produto possuia o recurso do mouse e simplórias aplicações gráficas que levaram a plateia ao êxtase e delírio (percebam os gritinhos histéricos) com a trilha de “2001 – Uma odisséia no espaço” como pano de fundo.


    Ontem, 27 anos após o lançamento oficial mencionado acima, o CEO da Apple deixa o cargo principal da companhia que fundou em 1976 devido às consequências da luta contro um câncer no pâncreas. Tim Cooks assume o comando da empresa.
    Minha análise: Jobs é um ícone e representante maior do perfil da marca Apple e, a curto prazo, a companhia sentirá impacto negativo e esperado sobre essa decisão, principalmente no mercado de capitais. A tendência é que a médio prazo os novos lançamentos de produtos sejam usados para reiterar a tática de fixar a imagem de marca inovadora na mente dos clientes e apagar qualquer ideia de mudança com a alteração da diretoria executiva. Acredito que Jobs frequentará a empresa como conselheiro e fará aparições nas apresentações de novos projetos, corriqueiramente.

    Ontem, 27 anos após o lançamento oficial mencionado acima, o CEO da Apple deixou o cargo principal da companhia que fundou em 1976 devido as consequências da luta contro um câncer no pâncreas. Tim Cooks assume o comando da empresa.

    Minha análise: Jobs é um ícone e representante maior do perfil da marca Apple e, a curto prazo, a companhia sentirá impacto negativo e esperado sobre essa decisão, principalmente no mercado de capitais. A tendência é que a médio prazo os novos lançamentos de produtos sejam usados para reiterar a tática de fixar a imagem de marca inovadora na mente dos clientes e apagar qualquer ideia de mudança com a alteração da diretoria executiva. Acredito que Jobs frequentará a empresa como conselheiro e fará aparições nas apresentações de novos projetos, corriqueiramente.

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  • iPad Apple

    A marca da maçã lançou seu tablet neste dia 27 de janeiro. O iPad é um mix de laptop com iPhone + iPod. Esperado por muita gente, com certeza o produto levará muitos compradores ao delírio nestas próximas semanas. O  brinquedinho no mercado americano  tem preço de 499 dólares na versão de 16 GB, 599 dólares o de 32 GB e 699 dólares a versão mais “parruda”, de 64 GB.  Na minha opinião o produto é um iPhone + iPod em versão laptop  ultra slim com touch. Eu particularmente não gostei da nomenclatura  de marca — iPad — e sugeriria iTable. Mas, como não trabalho na Apple, os profissionais de lá definiram a marca iPad mesmo, rsrs.

    Veja mais detalhamentos da configuração aqui e aqui.

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