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Oportunidade – Uni2Go busca universitários para trabalhar
31 de agosto de 2011 | Por avemarketing em links legais
A antiga Uniticket está se estruturando e aumentando o número de serviços disponíveis para lançar em setembro a Uni2Go. Para compor este crescimento está em busca de jovens universitários para se tornarem promotores Uni2Go e realizar contatos com os Diretórios Acadêmicos e Atléticas de suas universidades. Os contratados terão comissão pelos negócios gerados e também premiação por metas.Para se tornar um promotor Uni2Go é muito simples. É preciso apenas que o aluno seja estudante do 2º ou 3º ano de qualquer universidade do Brasil e tenha proximidade com as atividades desenvolvidas pelos diretórios e atléticas de sua faculdade. Não há restrição de sexo ou idade, o importante é que o candidato tenha participação ativa e influência entre seus colegas.
A Uni2Go é uma empresa que comercializa ingressos em até 10 vezes para eventos universitários e também produtos oferecidos pelas atléticas e diretórios acadêmicos. A função do promotor será de apresentar a Uni2Go aos diretórios e atléticas, firmando parcerias para comercializarem ingressos dos seus eventos e produtos por meio do site www.uni2go.com.br.
Interessados na vaga de promotor Uni2Go devem entrar em contato com Rodrigo Salim pelo e-mail: rodrigo.salim@uniticket.com.br
Fonte: Marcel Agarie / Dália Comunicação.
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Tá quente?
18 de julho de 2010 | Por avemarketing em Marketing*Por José Jayme (@josejaymejr). Não lembro se tinha nome, mas, de quando era criança, me lembro de uma brincadeira bem boba, dentre tantas brincadeiras bobas típicas de certa fase de nossa vida. Havia duas pessoas e uma delas ficava incubida de esconder um determinado objeto, longe das vistas da outra pessoa que iria procurar o item. Doravante, chamaremos aquela pessoa de “Escondedor”. Após a escolha de um lugar aparentemente de dificil localização, o Escondedor convidava a pessoa, denominada aqui de “Procurador”, a voltar ao recinto para a árdua tarefa de localizar o objeto escondido. O procurador se utilizava de todas suas artimanhas para localizar o item: suspendia objetos, se agachava embaixo de móveis, removia coisas maiores para tentar revelar em que lugar o item foi devidamente omitido pelo Escondedor.
Como essa tarefa, em sua essência, se mostra aleatória e sem um rumo ou regra, o “Escondedor” informava sempre a relação de proximidade entre o “Procurador” e o objeto a ser achado: se estivesse mais próximo informava que o mesmo estava “quente”, se fosse se afastando cada vez mais, era informado que estava “frio”. Seguindo essas dicas o Procurador ia “serpenteando” seu caminho de forma a encontrar a direção correta para o esconderijo e, consequentemente, localizar o artefato fruto da brincadeira.
Com essa brincadeira, podemos fazer uma analogia muito interessante com o ambiente profissional em que estamos inseridos. Imagine alguém que detém o “item” do sucesso dentro do ambiente de trabalho, pode ser uma dica privilegiada ou um rumo a tomar em suas ações diárias. Normalmente, o “Escondedor” da nossa brincadeira se personifica na figura do chefe, mas pode ser um amigo de trabalho de mesmo nível hierárquico ou mesmo um subordinado com mais tempo de empresa. Como saber se você está indo pelo caminho “quente” ou pelo caminho “frio” dentro da cultura da empresa? Obviamente, sempre ouviremos que estamos “frios” e nunca saberemos qual caminho trilhar. Essa constante indicação de “frio” pode ser análoga às frequentes reclamações sobre seu desempenho no trabalho, às cobranças exageradas, às críticas sobre a eficiência de suas tarefas e sobre sua postura. Por vezes, o profissional pode até estar indo pelo caminho “quente”, mas diante da indicação de “frio”, ele dará um passo para trás e continuará perdido.
Sendo você líder ou liderado, pense sempre nesses pequenos feedbacks que você pode dar para seus companheiros de trabalho, dia após dia. Elogie quando se fizer o que é correto e critique apenas quando houver erro, sempre na dose certa e no tempo certo. Torne o convívio e o crescimento profissional coletivo em uma constante dentro do ambiente de trabalho. A importância disso você vai sentir quando algum “Escondedor” começar a lhe mostrar se voce está “quente” ou “frio” no caminho da escalada profissional.
*José Jayme dos Santos, @josejaymejr. Engenheiro Civil pela Universidade Federal de Pernambuco, Especialização em Gestão da Qualidade e produtividade pela UPE/POLI, Field Engineer at Vão Livre Estruturas Metálicas; writer at Blog Minha Carreira Anterior; Project Coordinator at Bimetal Industria Metalúrgica LTDA; Field Inspector at Nokia Siemens Networks; Project Manager at Priori Construction Systems.
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Você gosta de trabalhar?
21 de março de 2010 | Por avemarketing em Gestão, comportamento
Você gosta de trabalhar? Seja sincero! Durante nosso período de contribuição para a força produtiva do país dedicamos pelo menos um terço das 24 horas de um dia para a atividade laboral. Interessante que, enquanto algumas pessoas gostam de trabalhar, outras simplesmente abominam o trabalho e vêem neste como uma obrigação ingrata. De acordo com a teoria da motivação de McGregor, os seres humanos possuem duas naturezas distintas em relação ao trabalho e assim são vistos por chefes, gerentes e patrões. Essas naturezas constituem em uma visão negativa e uma positiva e são chamadas de “Teoria X” e “Teoria Y”, respectivamente. Desta forma, alguns trabalhadores são vistos como “Teoria X” por demonstrarem o desprazer em trabalhar, chegando até o ponto de evitar o trabalho – fazer corpo mole, “matar” o trabalho, exceder nas faltas e atestados – e a tendência é o aumento de mecanismos de controle e uso do poder como pressão sobre a equipe de trabalho vista sob essa ótica. Já os membros dos grupos caracterizados como “Teoria Y” conseguem enxergar prazer e compreender os objetivos do trabalho e, por este motivo, tendem a buscar a responsabilidade e controlar de seus impulsos e necessidades. E aí, em qual destas duas abordagens sua equipe de trabalho está? E você?
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Diferencial e o trabalho
Na minha humilde opinião, trabalho e arte estão intimamente ligados. A relação do trabalho com o prazer deve ser condição sine qua non para a harmonia da vida. Infelizmente, para muitos, o trabalho tem um espectro de desgosto e desprazer, sensação que emergiu no mundo moderno a partir da revolução industrial. Dentre as várias teorias motivacionais existentes, destaco para este post o entendimento acerca das “Teorias X” e “Y”. Para McGregor (McGREGOR apud ROBBINS, 2004, p.205) os gestores possuem duas visões distintas dos trabalhadores e sua relação com a motivação para o trabalho. Uma visão é o contexto negativo delineado pelo autor como “Teoria X”. Neste contexto, o homem tem uma aversão ao trabalho e precisa de controle excessivo para que suas responsabilidades sejam executadas. Já, ao contrário, na “Teoria Y”, a visão é positivista, ou seja, o homem trabalha e o faz pelo prazer.
A medida que compreendemos a necessidade da gestão de marketing e o desenvolvimento de diferenciais competitivos que outorguem às empresas a possibilidade de atingir objetivos com produtividade, evidenciamos a importância do trabalho humano individual e coletivo, principalmente o realizado com prazer e competência.
Para ilustrar, assista o vídeo abaixo com uma demonstração fantástica de um diferencial realizado durante o atendimento ao cliente por um sorveteiro na Turquia, que aproveita o momento de relacionamento com o cliente para encantá-lo.










