• Viber e Telegram discutem no Twitter e quem leva a melhor é a Samsung

    Você já imaginou se duas empresas / app’s de comunição resolvem discutir dentro de uma outra rede social? Pois foi ustamente o que ocorreu no dia 26 de fevereiro.  Após as pendengas judiciais envolvendo o bloqueio do Whatsapp no Brasil, o concorrente Viber usou o Twitter para comunicar postagem com ataque direto ao rival e também a um outro serviço, o Telegram. Claro que, tão rápido quanto pólvora, a mensagem foi compartilhada por vários usuários do Twitter e tão logo na sequência o Telegram respondeu, iniciando assim um “bate-boca” através da rede social. O mais curioso ainda foi que, ao final, uma outra empresa – Samsung – entrou na conversa e fechou o assunto com maestria. Ponto positivo para a Samsung!

    “Whatsapp pode ser bloqueado e Telegram cheio de problemas de segurança. Baixe o Viber e continue trocando msgs!”, dizia a mensagem. O Telegram rebateu. “Tenha mais cuidado ao twittar. Não é bom espalhar falsos boatos para obter usuários. Tente ter grandes recursos em vez disso. ;)”. Fonte: Adnews/ Twitter.

    Analisando o caso com um viés mais conservador e ponderado, penso que o Viber poderia ter evitado a citação direta das empresas concorrentes, sem deixar de aproveitar o ensejo para massificar seus principais pontos fortes.

    Confira abaixo a “troca de gentilezas” entre Viber e Telegram e a finalização mata leão da Samsung:

    Viber e Telegram discutem no Twitter e quem leva a melhor é a Samsung

    Viber e Telegram discutem no Twitter e quem leva a melhor é a Samsung1

    Viber e Telegram discutem no Twitter e quem leva a melhor é a Samsung2

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  • Os maiores erros cometidos por empresas no Twitter

    *Por Danielle Macedo, Marketing na BaseKit.  Hoje em dia, cada vez mais empresas brasileiras têm investido em criar um site eficaz para promover seus negócios e incorporar diversas redes sociais em suas estratégias de marketing. Enquanto um estudo recente da FSB Comunicações mostrou que atualmente apenas 35% das empresas brasileiras estão no Facebook, diversas pesquisas recentes apontaram o Twitter como a rede social mais utilizada para fins de comunicação no país. Entre 2009 e 2011, o uso do Twitter em órgãos públicos aumentou em 700%.

    De fato, o microblog é excelente para ressaltar os valores de qualquer organização e engajar sua marca com seu público-alvo, além de ser útil para fins de promoção de vendas e atendimento ao cliente.

    Com todos os olhares voltados para a ferramenta, há grandes chances que algumas empresas não estejam utilizando esta rede social de maneira correta. Confira as dicas abaixo para evitar qualquer situação que possa prejudicar a sua imagem no mundo virtual:

    1)    Não avaliar os riscos

    Há inúmeros casos famosos de campanhas mal-sucedidas no Twitter, que afetaram diretamente a imagem de grandes empresas. Esse ano foi marcado pela campanha do McDonald’s, que decidiu inovar com uma campanha para engajar seus consumidores com a marca, incentivando-os a compartilharem suas experiências de vida através do hashtag #McDStories. Embora a iniciativa seja interessante, o McDonald’s parece ter se esquecido de que, quando se trata de redes sociais todo cuidado é pouco, especialmente se sua empresa já causou polêmica no passado.

    O resultado foi uma catástrofe: clientes começaram a manifestar suas experiências negativas com as refeições da rede de fast food, comentando sobre intoxicações causadas pelos seus lanches. Portanto, fica a dica: ao criar uma campanha para a sua empresa no Twitter, considerar todos os riscos envolvidos nunca é demais.

    2)    Falta de planejamento

    Outro erro comum é a falta de planejamento em relação ao período de lançamento de uma campanha. O caso da companhia aérea australiana Qantas Airways ilustra bem esse problema. A empresa lançou uma competição no final do ano passado com a hashtag #QantasLuxury logo após o incêndio de um motor e uma greve que paralisou toda a companhia. Como resultado, clientes que enfrentaram problemas com a empresa começaram a utilizar a hashtag para fazer reclamações sobre a empresa.

    Pense bem antes de lançar qualquer campanha em redes sociais logo após uma crise, na maioria das vezes compensa deixar a poeira baixar antes de expor sua empresa nas redes sociais novamente.

    3)    Falta de bom senso

    É possível que você se lembre do caso do Bing, site de buscas online da Microsoft, que publicou um tweet ano passado prometendo doar 100 mil dólares para as vítimas do Tsunami no Japão, com a condição de que, para cada retweet desta mensagem, o Bing doaria 1 dólar para a causa, até alcançar a meta dos $100 mil.

    Ao promover esta ação na rede social, o Bing transmitiu a ideia de estar tirando vantagem de uma tragédia para promover sua marca, o que causou grande repercussão. A crise foi finalmente solucionada após o anúncio de que os $100 mil já teriam sido doados, acompanhado por um pedido de desculpas.

    4)    Em cima do muro

    Pior do que ver uma crise acontecer, é demorar para se posicionar ao ver a bomba estourar. Uma empresa que fez isso em abril de 2011 foi a Arezzo, que fabrica calçados e bolsas. Ao lançar a coleção PeleMania com produtos feitos a partir de pele de animais, a empresa incomodou milhares de consumidores que começaram a se manifestar através das redes sociais, especialmente pelo Twitter.

    Além de ter demorado dias para responder ao protesto, a Arezzo apagou os comentários sobre a marca nas redes sociais, demonstrando desrespeito às opiniões dos internautas e apenas emitiu um comunicado em relação a este assunto polêmico, afirmando que a empresa não deve se responsabilizar sobre o debate de uma causa tão ampla e controversa.

    Aprender com os erros de outras empresas é sempre eficaz para que você possa prever riscos para a sua imagem no futuro. Já é possível ver que o número de escândalos corporativos no Twitter vem diminuindo — o que é um ótimo sinal.

    Aos poucos, empresas ao redor do mundo têm compreendido melhor a rede social e aprimorado suas práticas online. Ao elaborar sua estratégia de marketing digital, vale a pena ter essas dicas e exemplos em mente!

     

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  • Marketing de Ativação é destaque em campanha do automóvel Etios, da Toyota

    O chamado ‘Marketing de Ativação’ tem sido usado cada vez com mais frequência por várias marcas, atualmente. O próprio conceito, apesar de novo, já tem uma extensão para as mídias digitais com a denominação de Ativação Digital de Marcas, ou Marketing de Ativação Digital. A ativação tem como objetivo conectar automaticamente as pessoas com as marcas/produtos. No caso da ativação digital, a ideia é que os indivíduos sejam conectados on line e real time com as empresas, e interajam com produtos, marcas, comunicação, publicidades, games ou outra forma de interação.

    Recentemente, a Toyota utilizou desse conceito para fomentar a relação das pessoas com o a marca e com o automóvel Etios. Toda a vitrine de uma loja vazia, na Cidade do Cabo (África do Sul), foi transformada em um display interativo que convidava as pessoas que passavam pela rua a tuitarem mensagens dizendo o que as fazem sorrir, junto com a hashtag #etiossmile. Veja o que acontecia depois de cada tweet!

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  • Os 100 perfis mais criativos de 2011

    Olha que legal, o site Acervo Publicitário realizou pesquisa (metodologia utilizada: Google Trends, Google Insights, Whostalkin, Socialmention, Icerocket, Quarkbase e Blogpulse) com os perfis mais lembrados e criativos da tuitosfera, no segmento comunicação. Com muita alegria recebemos mais uma vez a inclusão do @avemarketing na lista! Confira os 100 indicados clicando no selo acima.

    “Primeiramente parabéns pelo seu trabalho como influenciador e gerador de conteúdo criativo e relevante, foi por isso que nossa equipe indicou seu perfil ao TOP OF MIND TWITTER 2011″. Acervo Publicitário.

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  • Opinião: Faz um marketing aí?

    Por  Rafael Samways*. Em mais de dez anos de esforço e trabalho no off noto que com as redes sociais, além de técnicos de futebol, chegaram novos estilos de palpiteiros. O fato de estas redes serem um grande debate (louvável) faz com que temas como “guerrilha” (não a armada), jornalismo sério e comunicação se tornem alvo do despreparo. Muitas ações legais (em teoria) andam sendo executadas, e dando errado.

    O que acontece? A principal lei, e início de qualquer briefing, o público-alvo, vêm sendo desconstruída. Está se levando a sério apenas seus seguidores, quase executando uma “mini focus group” equivocada.

    Óbvio que os amigos irão achar legal, ou pessoas com afinidade em seu tema também. O problema que na essência a comunicação, o marketing e o jornalismo não deveriam ser pensados apenas para dentro do online. Deveríamos refletir realmente no público alvo, no leitor, no consumidor, e não na tuitagem. Tá certo; existem casos e casos de pessoas/profissionais que tem expressão no microblog, mas perto de toda a massa ainda são poucas.

    Os profissionais sérios muitas vezes se deparam com idéias incompatíveis com a realidade do negócio. Nem de longe se pode aproveitar alguma coisa destes tagarelas. E o pior, isto desvaloriza os conceitos de cada ferramenta do marketing “clássico” (não queria falar assim, mas pela quantidade de marketing disto, ou marketing daquilo sou obrigado a fazer esta classificação).

    No início da faculdade, quando julgava ter condições de ser um W. Olivetto, ou uma Adrianna Cury, lá pelos anos 90, a discussão imperativa era a conceituação de publicidade e propaganda, e sua diferenciação. Havia “xiitas” que tinham uma visão, e não abriam mão dela. Até os tempos atuais isto é relevante, e deveríamos manter o debate.

    Hoje, mesmo depois de grandes nomes, como Rafael Sampaio, tentarem elucidar nos bancos universitários, e de maneira bem didática, a eventual diferenciação, vivemos outra realidade. Temos ainda mais dificuldade em defender uma campanha, ou um plano de marketing para um cliente, pois ele julga ter conhecimento suficiente. Não basta mais o acesso ao controle remoto, ou a um canal gringo.

    Quando se entra em cena para apresentar algum job, logo deve perguntar: “você tem Twitter?”. Assim já pode de preparar para fazer uma construção adaptada para a realidade do cliente. Sabendo que ele poderá usar como contra-argumento alguma frase “genial” em que ele se informou em 140 caracteres. E o pior, ele poderá interferir, quando você estiver no auge de sua fala e pedir: faz um marketing aí! Sem nenhum mérito, ou conceito definido. Aí meu amigo, o negócio será mudar de cliente, ou rever sua paciência.

    *Rafael Samways é publicitário, consultor especializado em comunicação empresarial e negócios digitais (www.consultesamways.com.br) atuante no Nordeste brasileiro. Pós-graduado em comunicação empresarial pela PUC do Paraná, e com experiência nos setores de trademarketing, marketing e vendas e negócios corporativos, foi idealizador e co-fundador do Grupo de Mídia da Paraíba. Confira suas idéias também no blog www.consultesamways.com.br/blog


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