• A origem da Black Friday

    A já tradicional data comercial Black Friday já passou, mas, você sabe qual a história por trás deste dia?

    Criada nos Estados Unidos, a “sexta-feira negra” remete à 4ª sexta-feira do mês de novembro, logo após o feriado da quinta-feira de ação de graças. Pois bem, acontecia que, 1 dia após o feriado citado, as cidades americanas protagonizavam enormes congestionamentos no trânsito e nas portas das lojas que iniciavam suas promoções para as compras de Natal. Por causa disso, policiais da cidade da Pensilvânia apelidaram o dia de Black Friday (algumas fontes citam que isso aconteceu em meados de 2005) e a expressão tão logo se tornou mais conhecida e passou a ser utilizada pela Mídia.

    Uma curiosidade a ser citada é que a expressão “Black Friday” já havia sido mencionada desde o século 19, em referência ao colapso do mercado de ouro nos EUA.

    Estima-se que este ano, no Brasil, a Black Friday tenha movimentado algo em torno de R$3,2 bilhões, que foi o faturamento do varejo brasileiro nos dois dias da promoção em 2019. (Terra).

    Fontes:
    https://goo.gl/hzuPrR
    https://goo.gl/SfVSyn
    https://goo.gl/kY3UY1

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  • Merchandising no ponto de venda

    Uma das áreas do Marketing é a Promoção de Vendas que, assim como outros itens, compõem toda a parte estratégica do #mkt.

    Em relação à Promoção de Vendas, a mesma é subdividida em outros 5 itens e um deles é o Merchandising no PDV (ou exibitécnica). Existem várias técnicas acerca de ações no ponto de venda e muitas dizem respeito ao modo de dispor o produto em gôndolas, por exemplo.

    Não sei se você sabia, mas existem “regras” / técnicas para a adequada exposição do produto.

    Na foto deste post há uma série de erros na arrumação dos produtos na categoria atomatados.

    E aí, você arrisca dizer quais os erros?

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  • Black Friday funciona?

    O objetivo das ferramentas de promoção de vendas é vender mais em menos tempo. Não necessariamente deve utilizar da mecânica de redução de preços, afinal existem várias outras técnicas dentro do escopo promocional.

    No caso da Black Friday, o principal atrativo são os descontos agressivos nos preços de produtos e serviços. Logicamente os descontos devem prever sobrevida da margem, capacidade de estoque, cautela para não cair em propaganda enganosa, previsão de garantias e trocas, etc…

    Você ainda acha que não dá resultado? Então olhe aí o resultado em um PDV, ontem às 22h após a Black Friday, clicado por mim.

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  • Pop Up Store da Adidas

    O conceito Pop Up Store diz respeito ao tipo de loja que surge em algum local, repentinamente, e tem sua permanência temporária. No ano passado, a Adidas lançou sua Pop Up Store em várias cidades da Europa e até mesmo na Argentina. O ponto de venda, feito em formato de caixa de tênis, possuía design inovador e grande poder de despertar a atenção das pessoas. Show!

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  • O futuro já chegou. Sua empresa está preparada?

    *Por Olegário Araujo – diretor de atendimento ao varejo da Nielsen.

    O Brasil vem passando por profundas transformações demográficas, socioeconômicas e tecnológicas que, consequentemente, fizeram emergir novas necessidades, desejos e aspirações que estavam latentes. E hoje, essas mudanças têm impacto direto com as expectativas e comportamentos de compra/consumo do shopper/consumidor. Além disso, estão diretamente relacionadas com as quatro forças elementares que são Praticidade, Faz Bem, Sofisticação e Indulgência.

    O consumidor/shopper, que emerge dessa transformação, é multicanal, multimídia e possui múltiplas experiências de compra. Ele está mais informado, mais exigente e com menos tempo. E neste cenário, as drogarias, em especial as redes, estão conseguindo atender este novo consumidor, já que o canal cresceu três vezes mais que todos os demais, na comparação de 2011 com 2010.

    Nas drogarias, o consumidor encontrou a praticidade e conveniência, pois é um local associado ao bem estar e cuidados pessoais. E ainda tem no sortimento produtos de alto valor agregado e o permite se presentear com produtos diferenciados.

    Um ambiente mais complexo e incerto

    Como o consumidor muda seus hábitos de compra, consequentemente o ambiente competitivo do varejo, a economia e tecnologia também passam por transformações que impactarão o negócio de forma mais intensa e em alta velocidade. Em suma, operar o negócio ficará mais complexo, mais competitivo e com impacto direto na rentabilidade.

    Este cenário exigirá um bom planejamento que integre estratégia, pessoas e operação de maneira simples e que ao mesmo tempo permita ajustes rápidos na execução. Para atuar neste contexto, surge a necessidade de se fazer cinco perguntas essenciais (desenvolvidas por Peter F. Drucker):

    1. Qual é a nossa missão?

    2. Quem é nosso cliente?

    3. O que o cliente valoriza?

    4. Quais são nossos resultados?

    5. Qual é o nosso plano?

    A necessidade de uma visão holística

    Neste processo de revisão do negócio, a análise não deve ficar restrita a concorrência entre as drogarias. É preciso ter uma visão do consumidor/shopper em suas diferentes ocasiões de compra. Aliás, para o consumidor, o que menos importa é o canal, mas sim o ponto de venda que atenda as suas necessidades, desejos e aspirações. Vai ser o lugar que lhe proporcionar, levando em conta a sua missão de compra, a melhor experiência.

    Cabe reforçar que este consumidor compra a mesma categoria em canais diferentes (supermercados, drogarias, lojas de perfumaria, porta-a- porta, atacarejo, internet), o que lhe proporciona diferentes experiências de compra. Portanto, entendê-lo dentro de uma visão holística, permitirá definir melhor o público alvo de sua loja e/ou diferentes formatos de loja e desta forma se diferenciar neste ambiente competitivo.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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