• Por detrás das trincheiras de “marketing versus vendas”

    Diariamente milhares de vendedores se levantam de suas camas com o desafio de vender. Nesse momento, gerentes comerciais levantam de suas camas pensando na sua preleção de quinze minutos pela manhã. Nesse momento passam por suas cabeças a abordagem que devem utilizar para dialogar com os vendedores. E acreditam que o resultado das vendas e do desempenho dos vendedores depende da conversa.

    No final das contas, eu conheço pouquíssimas empresas aonde existe realmente essa conversa na parte da manhã. CARAMBA, se uma área de vendas começa um dia sem reunião, sem um planejamento, sem uma preparação e sem um cronograma de como será o dia, como que eles podem produzir? Não adiantar ter uma meta inalcançável, não adianta pedir trinta ligações e ficar sentado esperando os pedidos brotarem. É preciso um pouco mais.

    Ao começar o dia com uma reunião, vendedores e gerentes têm que traçar um roteiro do seu dia. Não adianta nada ter um belo roteiro para seguir nas ligações, um belo roteiro para seguir nos e-mails, nas propostas, nas apresentações e, deixar o dia acontecer ao acaso, deixar cada um se virar como pode.

    É preciso planejar, dia-a-dia e momento a momento o que vai acontecer na vida de vendas da empresa. O gerente precisa liderar. Precisa mostrar aos vendedores que eles precisam ter um plano pro dia funcionar. Caso contrário, se jogarem com a sorte, o máximo que vai acontecer é todos terminarem o dia com seus ouvidos dormentes de tanto ouvirem não dos clientes.

    Mas, se planejar o dia é tão importante, por que tão poucas empresas (leia-se gerentes de vendas) começam o dia adequadamente? Na maioria das empresas (sejam elas de todos os tamanhos), o negócio é vender mais. Não importa como, não importa aonde, o que o gerente quer é ouvir o sino de pessoas vendendo.

    Vender mais? Esse não é o papel dessa galera. Se a empresa não consegue bater as metas de vendas, o problema é do gerente de vendas e dos vendedores, que devem ser todos um bando de incompetentes e ignorantes, porque não conseguem entender e enxergar a grandiosidade marqueteira que eles fizeram durante todo o ano para promover a empresa e o pessoal de vendas não soube aproveitar. Nesse momento, no trânsito, eles estão pensando porque a empresa ainda mantém todos os vendedores se eles não conseguiram fazer a empresa crescer. E o ano está acabando. Será impossível correr atrás do prejuízo em apenas quinze dias. Bando de otários! Resmunga ele, ao entrar para trabalhar. (mais…)

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  • Popcorn sofá

    Criada pela Ogilvy para o Magazine Luiza, a ação “Sofá de Pipoca” ou “Popcorn Sofá” auxiliou a promoção de vendas “Semana do Sofá” a contabilizar 7.500 unidades vendidas, que representou aumento de 17% das vendas. A campanha, que obteve repercussão em sites e blogs internacionais, foi amparada na mecânica promocional com desconto em preços e distribuição de saquinho de pipoca que,  após colocado no microondas, fica no formato de um sofá. O “brinde” sugere vínculo com a campanha e remete ao lúdico a partir de algo inesperado e visual.

    Créditos

    Advertising Agency: Ogilvy, Brazil
    Executive Creative Director: Anselmo Ramos
    Creative Director: Eduardo Marques
    Copywriters: Hugo Veiga, Eduardo Marques
    Art Directors: Bruno Ribeiro, Diego Machado, Pedro Izique
    Producer: Antonio Carlos
    Illustrator: Diego Machado
    Account General Director: Daniela Paris
    Account Directors: Alessandro Viçoso, Roberta Meschiatti
    Account Manager: Daiane Bernardes
    Planner Daniela Bombonato
    Producer: Antonio Carlos

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  • Ilhas promocionais criativas


    O Marketing possui em seu mix (ou composto) as ferramentas genéricas para o desenvolvimento estratégico. Codificado e definido por Jerome McCarthy, apesar da contestação feita por alguns autores,  os  4P`s permanecem como o agrupamento mais completo e que pode ser subdivido em outros vários itens ou subníveis. Ao observar apenas o P(Promoção) nota-se que “abaixo” desse estão os itens Promoção de Vendas, Merchandising, RP, Propaganda/Publicidade e Marketing Direto. Nesse sentido, ao isolar apenas os itens “Promoção de Vendas” e “Merchandising” mais de uma centena de variáveis estratégicas são possíveis. Pois bem, uma das ferramentas de merchandising é a utilização de ILHAS PROMOCIONAIS em pdv (ponto de venda). O objetivo das “ilhas” são aumentar a visibilidade do produto e causar impacto, criar ambiente atrativo, apoiar e informar acerca de promoção em vigência e aumentar as vendas. Confira alguns exemplos nas galerias a seguir.

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  • Guia Robert Half indica média salarial


    Já está disponível o guia  2010-2011 com informações sobre os salários médios praticados no mercado brasileiro (Robert Half, 2010) publicado pela empresa de recrutamento Robert Half. A RH possui sede nos EUA e mais de 350 escritórios espalhados pelo mundo. O guia do mercado brasileiro possui os dados das áreas de  contabilidade, engenharia, finanças, marketing, tecnologia e vendas.

    Para baixar o guia, clique AQUI.

    Confira os valores de referências salariais para as áreas de vendas e marketing.

    Fonte: 2010-2011 Salary Guide RH. Clique na imagem para melhor visualização

    Fonte: 2010-2011 Salary Guide RH. Clique na imagem para melhor visualização

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  • Alimenta a paixão McDonald`s

    “Alimenta a paixão” é o tema da ação de promoção de vendas do McDonald`s de Portugal embalada pela realização da Copa do Mundo 2010. Este é um típico exemplo de influência sócio-cultural no comportamento dos consumidores e que sugere oportunidade para ação estratégica. O McDonald`s levará 11 pessoas para assistirem o jogo Portugal x Brasil. Visite o site http://www.alimentapaixao.com/#/home/ultimasnoticias/

    alimentapaixaomcavemkt

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