• Google conta a história de Nelson Mandela

    A partir de uma parceria do Centro da Memória de Nelson Mandela e do Google Cultural Institute, a vida e toda história do líder sul-africano Mandela está disponibilizada no endereço http://archive.nelsonmandela.org. O arquivo contempla fotos diversas, vídeos e imagens de manuscritos e documentos enquanto esteve preso. O objetivo do projeto é manter viva a lembrança cultural, política e história e fomentar a conscientização sobre  justiça social, mundo afora.

    Veja um dos vídeos:

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  • Microsoft alfineta Google em comercial

    Em vídeo publicitário veiculado no Youtube, a Microsoft utilizou-se do tema “Valentine Day’s” em uma cena de pedido de casamento para comunicar seus serviços online – Office Web Apps –  e, também, para alfinetar os serviços do Google, concorrente direto da empresa do Windows.

    Supreendente e até proibido no Brasil, tal ação de comunicação é constante no mercado americano, ou seja, frequentemente observamos vídeos com empresas citando diretamente os produtos ou serviços de concorrentes em uma ” guerra” declarada. Além do citado Microsoft x Google, há embates declarados entre Microsoft x Apple, Apple x Samsung, GM x Toyota x Nissan x Ford, Coca x Pepsi, só para citar alguns.

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  • Aviso do Manego aos valentões

    Sim, a inclusão digital e a facilidade de captação, retenção e disseminação das informações fazem com que todo indivíduo seja parte ativa de telemática. Além disso, proporcionam boas e hilárias iniciativas, como a do suposto vereador(Manego) de Aracruz, ao sugerir boas práticas para como ser um “casca grossa”, no bom sentido, é claro.

    “Telemática é o conjunto de tecnologias de transmissão de dados resultante da junção entre os recursos das telecomunicações (telefonia, satélite, cabo, fibras ópticas etc.) e da informática (computadores, periféricos, softwares e sistemas de redes), que possibilitou o processamento, a compressão, o armazenamento e a comunicação de grandes quantidades de dados (nos formatos texto, imagem e som), em curto prazo de tempo, entre usuários localizados em qualquer ponto do planeta. “. Fonte: Wikipedia

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  • Como crianças reagem a um prato vazio e um prato cheio

    Com a proposta de mostrar que, se quisermos, todos juntos podemos combater a fome no mundo, o vídeo da ‘Ação contra a fome’ da ACF International mostra pares de crianças recebendo um prato cada, sendo um cheio e um vazio. A reação expontânea das kids é o ponto alto para a propagação da forte mensagem.

    Interessante como as crianças percebem rapidamente a necessidade do outro e tentam, a sua maneira, resolver a situação da maneira mais rápida possível de modo a satisfazer ambas. O que acontece, de fato, é em função da lógica infantil, ou seja, até certa idade as crianças fazem o que acham certo sem as convenções sociais ou influências diversas. “Como as tarefas de compreender e comunicar-se são essencialmente as mesmas para o adulto e para a criança, esta desenvolve equivalentes funcionais de conceitos numa idade extremamente precoce, mas as formas de pensamento que ela utiliza ao lidar com essas tarefas diferem profundamente das do adulto, em sua composição, estrutura e modo de operação”. (Vygostky, 1989, p. 48). Para Piaget, o comportamento é fruto do juízo moral da criança dividido em três etapas: anomia, heteronomia e autonomia – somado ao atributo da generosidade.

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  • Desconectar para conectar


    Uma das características que norteiam o ser humano atual é a alta conectividade com gadgets e tecnologias de informação e comunicação que, paradoxalmente, ao mesmo instante que proporcionam a aproximação entre indivíduos distantes fisicamente, podem distanciar os que estão mais próximos devido a imersão em tarefas antes inexistentes.

    “a informática está mudando radicalmente nosso modo de viver e, talvez, de pensar” (CHESNEAUX, 1995, p.109).

    Interessante observar como as redes sociais convergentes através dos recursos de tecnologia com o propósito de agregar e intensificar relacionamentos justamente conduzem comportamentos individualizados onde cada ser humano fica imerso em seu próprio hardware/gadget, sem perceber o mundo real ao ser redor. Há um risco associado a esse comportamento através da criação de multidões egocêntricas. Tal comportamento pode estar relacionado ao TER, ato de possuir e apropriar-se dos objetos como fonte de reforço da personalidade, como se fosse o único recurso norteador da vida e símbolo de poder, acima do desenvolvimento intelectual e moral. Vejamos o comportamento dos consumidores em relação ao produtos Apple. A medida que os produtos e tecnologia estabelecem novas formas de escrita e oralidade (um exemplo é a internet e a sucessão de novas abreviaturas e gírias – internetês) está instalado o princípio de um novo mecanismo de condicionamento dominante. Embalados pelos recursos e experiências de uso, os consumidores são conduzidos a um comportamento de exagero, a ponto de causar situações dignas de fanatismo exacerbado, por conta de produtos que, em teoria, são passageiros conforme entendimento derivado do “Ciclo de Vida de Produto” (Kotler, 1995).

    “Toda tecnologia jamais é apenas um instrumento de uso, mas, também e principalmente, um instrumento que usa e condiciona os seus usuários” (BELLEI, 2002, p. 14).

    Em alguns momentos, faz-se necessário uma reflexão e aprofundamento filosófico sobre o eu e nossa relação como mundo. “Vamos desconectar do mundo e nos conectar com o próximo”.

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