• A união de empreendedorismo, negócios, marketing e cinema

    Espalhar ideias empreendedoras e criativas por meio de análises de filmes e embasadas em conceitos corporativos contemporâneos.

    Este é o principal objetivo do CINEBusiness, um site que procurar aliar negócios, cultura e empreendedorismo em artigos escritos (ou falados) por profissionais de várias áreas de atuação.

    No ar desde 2010, o CINEBusiness passa atualmente por sua maior reformulação. Com nova logomarca, layout moderno, imagens maiores e mais atraentes e com gestão profissional, o site mostra que pretende, de fato, conquistar seu espaço no universo digital e ampliar sua base de leitores.

    O projeto surgiu no final de 2009 quando Enrico Cardoso, profissional de marketing natural de Volta Redonda, pensou em transmitir às pessoas que empreendedorismo não é um dom, mas sim uma questão de iniciativa aliada a técnicas empreendedoras que poderiam ser ensinadas, aprendidas e difundidas.

    Enrico sempre acreditou que a cultura era o melhor canal para crescimento pessoal: “temos que focar na cultura como ponto de aprendizado”, afirma o jovem empreendedor. Pensando nisto, deduziu que a melhor maneira de espalhar suas ideias era por meio de um blog que usasse o cinema como meio de divulgação e ensinamento. “O cinema é um canal para que possamos ampliar a bagagem cultural das pessoas e, com isso mudar suas ideias”, acredita.

    Foi com este foco que, em janeiro de 2010, ele se juntou com Alexandre Viveiros, Marcus Vinicius Paiva e Wendell Carvalho e fundaram o CINEBusiness, cujo primeiro artigo foi uma análise sobre a ganância corporativa tendo como referência cinematográfica o megassucesso Avatar.

    A iniciativa prosperou e o CINEBusiness cresceu.

    Inicialmente com apenas quatro colaboradores, hoje o site conta com 15 profissionais das mais diversas formações e experiências. Todos têm o compromisso de postar um artigo por mês e contam com liberdade para escolher o tema a ser abordado e, claro, o filme em questão. Porém, agora, eles devem seguir o Manual do Autor, um conjunto de padrões e regras que aborda desde a forma e limite dos textos até questões de autoria e pontualidade na entrega dos artigos.

    O CINEBusiness está em busca de novos leitores.  Para isto, está orientando suas luzes para o público jovem, normalmente universitários, que adoram cinema, são ávidos consumidores de filmes, “heavy users” em internet e antenados com as novas tecnologias.

    Desta forma, os administradores do CINEBusiness se preocuparam com a posição do site na busca orgânica do Google. Técnicas de SEO foram implementadas e os artigos têm estrutura aprovada pelo W3C para melhor performance nos navegadores.

    Além disso, o CINEBusiness da agora, início a uma versão mobile do site.

    Todas estas preocupações apontam para uma maturidade do site e também de seus gestores.

    Seu fundador, Enrico Cardoso, aplica na prática tudo aquilo que prega em suas palestras e cursos de gestão de marcas, branding e marketing: ideias e atitude. “Olhando o primeiro site, que ainda está no ar, é possível ver que demos um salto gigantesco em qualidade”, orgulha-se.

    E não é para menos. O CINEBusiness mostra que está no caminho certo!

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  • Livro resgata a importância de se investir em projetos de recuperação e preservação da história das organizações

    Paulo Nassar reuniu, com mérito, os principais fundamentos conceituais acerca do registro de experiências das empresas que já perceberam a relevância de investimentos em projetos de recuperação e preservação de sua memória. Relações públicas: a construção da responsabilidade histórica e o resgate da memória institucional das organizações ganha sua terceira edição pela Difusão Editora, agora em coedição com a Editora Senac Rio. Com 240 páginas, a obra está ainda mais atual.

    O livro baseia-se em um estudo teórico e metodológico sobre esse tema ainda pouco estudado no Brasil, fundamentado em uma rica e abrangente literatura, além das diversas pesquisas realizadas com grandes empresas situadas no território nacional.

    Segundo o autor, hoje é difícil conceber a existência de indústrias sem um grande aporte econômico e social. “Sem esse investimento, muitas empresas não existiriam.” O livro, portanto, é um manifesto contra as narrativas de comunicação e de relações públicas que organizam as informações de maneira mecânica e massificada, sem levar em conta os interesses, os afetos, a história e a memória das pessoas que integram esses ambientes.

    De acordo com ele, “durante grande parte do século XX, as relações públicas internacionais e brasileiras fizeram uso de um discurso único, relacionado aos poderes, com base no tempo objetivo, com o intuito de validar políticas, planejamentos e ações voltadas exclusivamente ao aumento da produtividade, do lucro e da competitividade organizacionais. Na obra, busco interpretar e opinar sobre essa trajetória tradicional de relações públicas e apontar, na atualidade, a emergência de uma atitude comunicacional e relacional que incorpore a narrativa das redes relacionais e dos sujeitos vistos, cada vez mais, em suas dimensões subjetivas, culturais, políticas, filosóficas, históricas, sociais e psicológicas”.

    Paulo Nassar apresenta também um novo olhar referente aos profissionais da área. “Os relações-públicas devem se preocupar em sensibilizar a alta administração das organizações quanto a seu papel institucional diante do patrimônio social denominado história organizacional, orientando-as quanto às definições de seus caminhos.”

    O texto destaca que os investimentos decorrentes dos projetos de construção e divulgação da história das empresas podem contribuir para que as organizações se conscientizem de sua responsabilidade histórica e de seu compromisso social, ao observar que sua memória está sendo construída diariamente. Esta precisa ser documentada e vista pela sociedade, contribuindo, assim, para a preservação da cultura do país. (mais…)

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