• Crowdfunding

    Já ouviu falar de Crowdfunding? A ideia carregada por trás desta palavra é bem interessante, afinal, Crowdfunding, ou crowdsource funding, são todas as ações de financiamento ($) colaborativo / coletivo. Em resumo, trata-se de investimentos coletivos (doações) em ideias de terceiros. Funciona mais ou menos assim: 1º. Você tem uma ideia de negócio, projeto de cunho social, esportivo, ambiental, site, blog ou qualquer outra coisa. 2º. Divulga essa ideia (normalmente na internet) solicitando grana para viabilização da mesma. 3º. Várias pessoas colaboram – a doação é prevista no Código Civil, nos artigos 538 a 564, devendo ser declarado para o Imposto de Renda a partir de R$ 1.000,00 –  com pequenas quantias em dinheiro, em ambiente de pagamento seguro, até você atingir seu objetivo. 4º. O autor da ideia recompensa essas pessoas de alguma forma, posteriormente.  Legal, não?

    Mas, na prática, isso existe de verdade? Sim, claro. O maior exemplo de projeto que sobrevive exclusivamente de Crowdfunding é o Wikipedia. Outro exemplo bem conhecido, porém baseado na mídia televisiva é o Criança Esperança. Os projetos colaborativos não são tão raros assim, atualmente já existem vários sites que agregam ideias na tentativa de gerar financiamento coletivo. Muitos permitem a colaboração coletiva de valores pequenos, como R$ 10,00. Alguns merecem destaque, tais como:

    Dos citados acima, o Mobilize possui uma característica peculiar, pois está totalmente baseado dentro do Facebook a partir de aplicativo, o que permite que qualquer fan page seja transformada em uma campanha de crowdfunding.

    Bem, evidente que, aos interessados em divulgar seus projetos, não basta cadastrar  seu projeto em algum agregador e aguardar “milagrosamente” o dinheiro oriundo dos finaciamentos colaborativos entrar em sua conta. Coloque-se do outro lado, afinal, você financiaria ou doaria uma quantia, pequena que seja, em ideias sem pé nem cabeça ou que geram desconfiança? É importante que sua ideia esteja muito bem escrita, se possível em um site ou blog, com um layout no mínimo organizado ou organizada em uma apresentação. Também há que se gerar mecanismos para recompensas aos investidores, com critérios claros sobre a política de ganho que os participantes terão ao colaborar com sua ideia. Outro fator é a divulgação transparente de seus dados, currículo e forma para as pessoas entrarem em contato com o projeto.

    Abaixo seguem alguns vídeos sobre o assunto:

    Via Programa Olhar Digital

    Via Recheio Agência de Conteúdo

    Mais informações podem ser obtidas no blog Crosdfunding Brasil e no iG Startups.

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  • Não importa o tamanho que você tem, mas sim o que você parece ter

    “Davi derrotou Golias porque para ele não existia diferença de tamanho – leia-se competência – entre ele e o gigante. Ele se viu como igual e, como tal agiu, enfrentando e vencendo o monstrengo.”

    Todo empreendedor acredita que tem o melhor negócio do mundo. E, em meio a isso, muitas vezes eles realmente têm, mas a mentalidade de empreendedor, de ser pequeno acaba o afastando de ser grande, de crescer e de realmente ter o melhor negócio do mundo.

    Eu conheço algumas dezenas de empreendedores que são micro no tamanho e têm sobre suas costas a maior parte da operação de uma empresa – que muitas vezes é dividida apenas com um assistente. No meio dessa brincadeira toda, por estar atarefado demais dando conta de todas as áreas do mundo, algumas coisas acabam ficando esquecidas.

    Na semana passada eu visitei um cliente que me confessou que o marketing de suas três empresas fica todo com ele. E que agora, trabalhando na abertura da quarta, nem tem tido tempo pra fazer marketing. Ele me confessou ainda que, tem muitas coisas para fazer, além de apenas marketing e trabalhar na abertura de sua nova empresa, uma vez que movimentam algo em torno de dez milhões de reais em aplicações.

    Eu conheci uma pessoa que dizia que o empreendedor precisa focar no lado estratégico. E, enquanto isso precisa encontrar pessoas para que possa confiar a elas o lado operacional.

    É aquela velha história de pensamento no céu e pés no chão. Se a pessoa tiver que pensar no crescimento da empresa, pensar nos investimentos, na sede nova que tá ficando pronta e, ao mesmo tempo ter que levar sozinha o dia-a-dia do negócio, em algum momento, alguma coisa vai dar errado.

    O segredo número um para o sucesso de uma pequena empresa é: parecer grande. Eu não estou dizendo que você tem que ser grande. Mas sim parecer.

    Se você não tá dando conta do recado, contrate alguém pra dar. No caso do meu amigo, eu disse a ele que, se ele não tava dando conta do recado do marketing, deveria arrumar alguém pra fazer isso. E, junto com isso, aliviar outras áreas relacionadas que também o estavam sobrecarregando, como: atendimento, comercial, etc.

    A empresa precisa parecer grande.

    Ela não precisa de um organograma gigantesco com um gerente para cada área, mas o empreendedor não pode ficar responsável por todas as áreas da empresa. Quando o empreendedor é o responsável por todas as áreas da empresa a impressão que da pra clientes, concorrentes e fornecedores é que ele não é PROFISSIONAL.

    Profissionalizar uma empresa passa pela etapa de delegar funções às pessoas. E, obviamente, antes disso, encontrar pessoas de confiança para ajudar no operacional.

    A primeira estratégia de marca que uma empresa precisa ter é essa: parecer maior do que é. (mais…)

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  • Pens for College. O belo exemplo de empreendedorismo do jovem Alex Lesniak

    Fonte: Alex Lesniak / http://pensforcollege.shopping.officelive.com

    Um belo exemplo de empreendedorismo, criatividade e habilidade pessoal! Motivado por um trabalho escolar e decepcionado com os produtos já existentes, o pré-adolescente Alex Lesniak, de 11 anos, produziu uma caneta de madeira na marcenaria de seu pai. Só que o menino não parou por aí, transformou a atividade acadêmica em uma forma de arrecadar dinheiro para seus estudos com a venda das canetas e hoje (atualmente com 14 anos) é um negócio próprio com informações e vendas através do site Pens for College e conhecido em várias partes dos EUA, inclusive já tendo recebido algumas premiações.

    Assista o vídeo abaixo com a demonstração da produção de uma de suas canetas de madeira. Juro que fiquei surpreso com o resultado.

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  • A lei da atração funciona?

    Conheça mais sobre essa nova filosofia que diz que seus pensamentos ditam o rumo de sua vida. Que tal fazer um teste?

    Por Thiago Foresti / Fonte: Empregos.com.br

     

    Pense positivo! Se você realmente quiser vai conseguir! O sucesso está dentro de você! Quantas vezes você já ouviu frases como essas? Geralmente são ditas naquele momento de desanimo, onde tudo parece que não vai dar certo. Se já estamos deprimidos e derrotados, frases como essa são como pílulas de farinha, só funcionam sob efeito placebo, ou seja, se você realmente acreditar. E é justamente esse o ponto que vamos discutir nesse texto.

    Estamos na era da Lei da Atração, onde pensadores modernos discutem sobre a veracidade e potencialidade do famoso“pensamento positivo”.É uma teoria cada vez mais estudada e debatida. Afinal, seria possível mudar minha vida apenas mentalizando coisas boas? Segundo os físicos quânticos, sim!

    A física quântica, ou mecânica quântica, estuda dimensões abaixo da escala subatômica, ou seja, é a ciência do invisível. Já existem experiências dentro dessa nova ciência que comprovam, por exemplo, o poder da meditação, ou das orações

    Claro que ainda há controvérsias e resistência por parte dos antigos cientistas, mas toda a teoria quântica faz muito sentido quando vista e analisada de perto. É uma ciência que admite a existência de Deus. Para fundamentalistas científicos soa como blasfêmia.

    Poderíamos discutir aqui nesse texto por horas as minucias da mecânica quântica, mas vamos nos concentrar na Lei da Atração, que é uma das milhares de possibilidades dentro do universo quântico. Segundo a Wikipédia existem quatro passos para exercer a lei da atração. Vamos discuti-los nos tópicos abaixo:

    1. saber o que você quer -Sim. É importante saber o que você quer. Imagine que você encontra uma lâmpada mágica e não sabe o que pedir. Uma boa dica é fazer listas e traçar planos de longo prazo. Isso te ajuda a imaginar o futuro e formar imagens mentais. Como você se vê no futuro? Já fez esse exercício?
    2. Pedir ao universo – Pode parece uma coisa de maluco beleza, “pedir ao universo”, mas universo é apenas uma metáfora. Pode ser qualquer coisa, pode ser Deus, por exemplo. Ou Buda. Essa parte tem muito mais a ver com fé, aquilo que está dentro do seu peito, no coração, do que com o universo em si. Tenha fé, mentalize positivo.
    3. Sentir e se comportar como se o objeto de seu desejo estivesse a caminho – É importante exportar essa atitude positiva para sua vida. Claro, não estamos falando de cometer loucuras como entrar na prestação de um carro novo ou gastar todo seu fundo de garantia sem pensar no futuro. Exportar o otimismo para o dia a dia é justamente preparar o terreno para a mudança que você imagina.
    4. Estar aberto – Essa parte é fundamental. Abra-se para as possibilidades quânticas! A oportunidade que você busca pode estar escondida atrás de algo muito sutil. Quem está fechado, carrancudo, reclamando e de mal com o mundo perde a sensibilidade de notar as oportunidades nos cantinhos da vida.

    A lei da atração foi fortemente divulgada na década passada por livros como “O Segredo”, que fez muito sucesso nos Estados Unidos. O livro também fala sobre uma atitude mais positiva e confiante. O erro da publicação, no entanto, foi fazer as pessoas acreditarem que poderiam mentalizar bens materiais e bonança financeira. “Mentalize você andando num carro conversível, sinta a textura dos bancos de couro, o vento bater no seu cabelo”.

    Tente fugir desse padrão. Veja o grande problema que os americanos enfrentam hoje. Você pode mentalizar coisas boas para você e sua família, como conseguir aquela vaga de emprego, ou um salário melhor. Mas tente fugir dos bens materiais pura e simplesmente. Enxergue sua vida de forma mais equilibrada e harmônica, considerando diversos aspectos como trabalho, social, família, socioambiental, emocional e sentimental. Acredite, vai dar certo!

    Matéria relacionada:
    A importância de estar de bem com a vida

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  • Que tal investir em marketing sem botar a mão no bolso? (Parte 1/3)

    A utilização de leis de incentivo à cultura e ao esporte – através de renúncia fiscal – são excelentes ferramentas de comunicação que podem sair de graça à empresa.

    Este artigo será dividido em 3 partes e a primeira abordará o lado mais pesado do tema: conceitos legais, números, trâmite e leis (será no início para que a parte boa fique para o final!).  A segunda, objeto do título deste artigo, versará sobre os benefícios para a imagem da organização em investir em comunicação, ainda que sem gastar um tostão, associando sua marca a iniciativas de marketing com alto padrão de qualidade e, melhor ainda, com profundo reconhecimento da marca.  E quem não quer ser reconhecido por algo bom?

    Finalmente, a última porção do texto explicará (alguns) dos porquês das leis de incentivo à cultura, ao audiovisual e ao esporte ainda serem tão negligenciadas, mesmo a despeito do investimento ser fruto da renúncia fiscal, isto é, o patrocinador não precisa desembolsar um único centavo a mais do que já pagaria em tributos.

    Comecemos pedindo desculpas pelo tamanho desta primeira parte, que vai se estender mais do que eu gostaria, dada a importância de algumas ideias que se confundem bastante.  É importante que se diferencie conceitos para que, com os dados certos, façamos a melhor uso das informações:

    1. anistia fiscal: refere-se exclusivamente às infrações cometidas anteriormente à vigência da lei que a concede, não se aplicando em vários casos, contudo.  Nem vamos gastar mais tempo com isso, porque está claro que não é do nosso interesse para cá;

    2. benefício fiscal: todo incentivo é benefício, mas nem todo benefício é incentivo e resumo por quê – o primeiro estimula atividades econômicas em troca de contrapartidas de ordem social e o segundo concede anistia, remissão, subsídio, crédito presumido, alteração de alíquota ou modificação de base de cálculo que implique redução discriminada de tributos que correspondam a um tratamento diferenciado, sem necessariamente haver alguma contrapartida social.  Geralmente é concedido à vista de um fato já consumado, que visa a amenizar uma situação gravosa do contribuinte, enquanto o incentivo “visa” ao “bem comum”.  É o caso que vamos passar a discutir aqui;

    3. imunidade tributária: é a retirada de um fato da área de incidência do tributo, ou seja, existe a concretização do fato gerador, mas não será cobrado o tributo devido – o contribuinte está dispensado do pagamento do um tributo devido.  Na isenção fiscal, a obrigação de pagar o tributo existe, mas foi dispensada, e na imunidade tributária essa obrigação inexiste (embora tenha existido o fato gerador).  São agraciados pela Constituição Federal com este favor fiscal entes federativos (patrimônio, renda e serviços), templos, partidos políticos (sempre…), sindicatos de trabalhadores, instituições de educação e assistência social sem fins lucrativos, livros, jornais, periódicos (e papel destinado à sua impressão), produtos para o exterior (IPI), pequenas glebas de subsistências (ITR), bens e serviços para exportação (ICMS), entre outros.  Logo, não é o nosso caso!;

    4. incentivo fiscal: alcançam as obrigações tributárias (ou seja, existe a necessidade do pagamento do imposto!), visam a reduzir a prestação tributária (o pagamento em si do tributo) objetivando fomento geral, regional ou setorial, mas sempre em busca do bem comum.  Portanto, o incentivo fiscal – que é nossa história aqui – exige uma promoção do bem comum, ou seja, o contribuinte está obrigado junto ao Estado (com “e” maiúsculo mesmo!) a dar uma contrapartida em favor da sociedade (gerar empregos, ampliar a produção, o comércio internacional e a prestação de serviços, incentivar atividades sociais ou culturais etc.).  Atribuído por Lei Ordinária, o incentivo fiscal libera o contribuinte de pagar parte ou totalmente um tributo devido.  Alguns exemplos de incentivos fiscais: desenvolvimento da indústria petrolífera das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste; licença-maternidade; exportações; TI; indústria automotiva; TV Digital; computadores para todos os alunos brasileiros; pesquisas científicas e tecnológicas; programas de ensino; fundos dos direitos da criança e do adolescente; da cultura, audiovisual e esportes, que é o que nos interesse nesse artigo e

    5. renúncia fiscal: é quando um agente com competência tributária (União, estado, DF ou município) renuncia, abre mão, de parte ou da totalidade de um tributo a que tem direito.  Também é evidente que esse é o objeto de nossa reflexão neste texto! (mais…)

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