• O que é o fluxo de caixa?

    Administrar corretamente o fluxo de caixa é uma das rotinas administrativas mais importantes no dia a dia de uma empresa. Uma boa gestão financeira só é eficaz se o empresário ou empreendedor utilizar corretamente as ferramentas apropriadas e de maneira acertada. Uma destas ferramentas é o Fluxo de Caixa.  O fluxo de caixa é um controle que auxilia e organiza a movimentação financeira de modo a prever as entradas e saídas (pagamentos) de dinheiro,  para um melhor planejamento das sobras ou faltas de caixa.  Em resumo, o fluxo de caixa é um relatório que indica as entradas e saídas de dinheiro da empresa. Para melhor executá-lo, utilize uma planilha (pode ser informatizada – ou seja, dentro do sistema da empresa – ou criada em editores de planilhas) e atualize-e diariamente, extraindo da mesma informações para as tomadas de decisões futuras, tais com a capacidade para constrair dívidas a partir da projeção de pagamentos e recebimentos.

    No link abaixo, segue uma planilha feita no programa Excel, para que você exercite e administre seu fluxo de caixa.
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  • 10 erros comuns no varejo brasileiro

    O varejo – a palavra varejo deriva da palavra francesa retailler que significa cortar um pedaço em pequenas quantidades – é um segmento econômico relacionado aos serviços e possui importância fundamental e com participação crescente no PIB brasileiro. Só como efeito de comparação “o comércio varejista da região metropolitana de São Paulo teve faturamento nominal de R$ 11,9 bilhões em fevereiro, segundo pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)” Fonte: G1. Ainda, toda a atividade do comércio varejista no país cresceu 7,6% no primeiro semestre, número bem superior a taxa de crescimento do PIB no período.

    Apesar dos números positivos e largo potencial para crescimento, o varejo brasileiro tem como característica uma grande quantidade de pequenos negócios e, em muitos casos, geridos por famílias (empresas familiares) e com objetivo único de sobrevivência. Esses gestores apresentam uma carência de conhecimentos específicos em técnicas de gestão e administração que, se bem aplicados, poderiam aumentar o tempo de vida e evitar a morte prematura de inúmeros negócios.

    O profissionalismo e a busca pela excelência devem ser alvo constante do varejo brasileiro, afinal os serviços se caracterizam pela proximidade nas relações cliente/consumidor-empresa e na avaliação imediata da satisfação. Conhecer os pontos fracos e estabelecer técnicas para minimizá-las é uma das formas para que o varejo aperfeiçoe seus processos diários, de forma a aumentar os ganhos de médio e longo prazo, aproveitando o potencial de crescimento do setor.

    Muitos dos pontos fracos repetem-se em boa parte das empresas varejistas em geral, os quais listo abaixo (10 erros comuns no varejo brasileiro).

    1. Não elaborar um Plano de Negócios;
    Item obrigatório antes de iniciar qualquer negócio, o Plano de Negócios é o estudo prévio do potencial de mercado e descritivo de todos os recursos necessários e influenciativos na abertura da empresa. Nele devem ser traçadas as estratégias, custos e as previsões de retorno do investimento.

    2. Deixar de estabelecer diferencial ou posicionamento exclusivo;
    Eu sempre digo que muitos dos negócios brasileiros são “mais do mesmo”, ou seja, não possuem um diferencial ou posicionamento único que o diferencie dos concorrentes. As empresas varejistas repetem táticas e se limitam a copiar o que os outros fazem e, assim, deixam de ter uma fonte de referencial estratégico para fidelização da marca.

     3. Não treinar o staff de atendimento;
    Cada empresa tem seu DNA, seu ‘modo operandis‘ e, a forma pela qual ela deve relacionar-se com os clientes. Infelizmente a maioria das pequenas empresas não se preocupa em treinar os novos funcionários, deixando a relação estratégica cliente/consumidor – empresa a mercê do empirismo dos funcionários que, apesar de muitos possuírem boas  intenções, desconhecem técnicas de atendimento e os diferenciais do próprio negócio que estão a trabalhar.

    4. Desconhecer o perfil exato do seu consumidor ou segmento de mercado;
    Pode parecer estranho, mas infelizmente muitos empresários desconhecem e não monitoram informações sobre seus clientes. Os bancos de dados, quando existente, servem apenas para cumprir funções operacionais, como emissão de NF, e não geram decisões inteligentes relacionadas a produtos, serviços e demais oportunidades de marketing.

    5. Não estabelecer estratégias de relacionamento e fidelização de clientes;
    Impulsionado pelos erros anteriores, a falta de estratégias de relacionamento e fidelização de clientes torna-se situação perene. O varejo permanece de foma passiva, a espera dos clientes/consumidores adentrarem em seus estabelecimentos.

    6. Não possuir uma correta administração financeira;
    Fluxo de caixa, organização de contas a pagar e a receber, minimizar riscos de inadimplência, negociar taxas de juros, calcular retornos sobre o investimento ou payback, entre outros, são itens fundamentais na gestão financeira de um negócio. Muitos empresários desconhecem como executar as técnicas de administração financeira e orçamentária em um negócio e muitas vezes “sangram” a empresa, por inexperiência própria.

    7. Deixar de expor produtos nas gôndolas conforme a árvore de decisão;
    Expor produtos em gôndolas exige técnicas apropriadas. Uma delas é o conhecimento da árvore de decisão, ou seja, como o cliente/consumidor faz a escolha/decisão do produto, em cada categoria.  Exemplo: chocolates são escolhidos pela ordem formato ->marca ->sabor ->preço.

    8. Não possuir plano para minimizar as rupturas;
    A falta de produtos nas prateleiras (ruptura) acarretam perdas no faturamento e lucratividade da empresa. Descuido comum em supermercados, dados médios afirmam que 8% do faturamento é perdido nos espaços vazios das gôndolas.

    9. Negligenciar práticas de marketing corretas;
    Imprenscindível em qualquer tipo de organização, o conhecimento das técnicas de marketing possibilita decisões assertivas para melhorias dos resultados. Infelizmente a maioria dos empresários ainda tem a errônea ideia de que marketing é amesma coisa que propaganda.

    10. Não gerir o estoque a partir da curva ABC;
    A curva ABC é um método matemático para gerenciamento de informações sobre produtos com mais ou menos giro no estoque. Com ele é possível determinar valores para estoque mínimo, máximo, de segurança e de ciclo, dentre outras decisões gerenciais.

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  • A liderança orientada para as pessoas

    Cada vez mais importante, a liderança orientada para as pessoas é um estilo de liderança baseada na habilidade de gerir relacionamentos para extrair as melhores aptidões dos membros da equipe. Uma das características de uma boa liderança orientada para as pessoas é participação dos envolvidos na decisão a ser tomada, ou seja, cabe ao líder propor uma rotina democrática e que privilegie a liberdade e criatividade dos funcionários. Ao líder, exige-se os comportamentos diretivos e de apoio, falando em outras palavras, o líder deve estabelecer os objetivos,  funções e o como fazer, além de permanecer a disposição, estimulando o grupo na realização da tarefa que, ao final, deve ser conferida e checada por todos.

    Valorizado nos dias atuais, os profissionais que conseguem desenvolver relacionamentos saudáveis a ponto de estabelecer um forte nível de confiança e claro, concominante com resultados positivos, são os líderes mais desejados pelo mercado de trabalho. Essa união de habilidades humanas e com ênfase nos resultados é chamada de liderança bidimensional (O Grid Gerencial. Blake & Mouton). Na prática, os líderes que adaptam  seu comportamento de modo a atender as necessidades do grupo e aos objetivos específicos, tendem a possuir melhores resultados empresariais. Cabe ao líder, aperfeiçoar-se nas seguintes habilidades: empreendedorismo, relações humanas, comunicação, negociação, sensibilidade, gerencial conflitos e motivação. Além disso, conhecimentos generalista e especialista continuam sendo fundamentais para uma boa liderança.

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  • Profissões e carreiras que podem entrar em extinção

    Num mercado de trabalho cada vez mais dinâmico é bom ficar de olho no que é tendência para não embarcar em uma profissão sem futuro.

    Por Thiago Foresti – Empregos.com.br

    carreiras que podem entrar em extinção O mundo do emprego é muito dinâmico. Há alguns anos atrás você poderia fazer um bom dinheiro caso investisse em uma sapataria. Anos depois poderia trabalhar numa vídeo-locadora ou numa loja de revelação de fotos. Hoje em dia esses empregos são raros. Tudo por conta da própria dinâmica do mercado.

    É bom sempre ficar de olho nas tendências do mercado para não ter surpresas na hora de investir numa carreira. Algumas profissões mudam tão rápido que é bom manter-se sempre atualizado. Um exemplo é a área de Tecnologia da Informação, que cada vez mais requer profissionais sempre atualizados. Não é raro alguns programadores terem que simplesmente esquecer uma linguagem pelo simples fato dela ter ficado obsoleta.A tendência é de que o mercado de internet esteja bastante aquecido nos próximos anos. As empresas tem investido pesado em plataformas web para transferir seus negócios e precisam de profissionais qualificados para isso.

    Outra área que terá bastante destaque no futuro são as relacionadas à biologia e ecologia. Com o problema do aquecimento global empresas e governos estão financiando muitas pesquisas nessa área.
    Talvez o advento que mais está trazendo mudanças no mercado de trabalho seja a internet. Ela tem mudado praticamente tudo. Se antes esperávamos por um diagnóstico por meses, agora sabemos na hora. Já chegamos ao consultório praticamente sabendo da doença.

    Leis? É a mesma coisa. Pra que advogado se podemos pesquisar toda a constituição e ir para o parágrafo que quisermos dando um Ctrl+f?
    Catálogos, listas telefônicas, correios, indústria fonográfica, fotografia, classificados em jornais, mapas, agentes de viagem, todas essas coisas que fazíamos e consumíamos tranquilamente no passado podem ser feitas de forma diferente nos dias de hoje.

    Mas mesmo assim é muito difícil adivinhar quais profissões devem ficar obsoletas. Alguns apostam que com a expansão do e-commerce não serão necessários mais vendedores, outras acham até mesmo que professores e jornalistas também serão coisa do passado. Mas é bom ter cautela na hora de apontar uma profissão que vai acabar. Afinal, se tendências não fossem tendências teriam o nome de certezas.

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  • O método é fundamental para o resultado operacional

    Nas empresas é fundamental que existam profissionais que estudem e analisem os processos e métodos (metodologias) baseados em tempo e movimento, e arranjo físico e layout. Essa função, discutida nas bases conceituais da disciplina de O&M – Organização e Métodos – nos cursos de Administração de Empresas,tem como objetivo maximizar a lucratividade por meio da aplicação de técnicas científicas para a redução de tempo, recursos e esforços. Ainda, importante também que os programas de trabalho (organização racional do trabalho) e seus procedimentos sejam constantemente verificados afim de adequação á realidade do mercado, das leis e das melhores formas para alcançar os resultados.

    Salutar salientar que os métodos e processos sofrem influência do ambiente organizacional e do próprio comportamento das pessoas que os executarão, conforme o Modelo Sociotécnico de Tavistock.  Segundo o autor, as organizações são formadas por dois sistemas: social e técnico. O Social abrange as pessoas e as relações entre elas. O Técnico são os recursos da organização, equipamentos,  materiais e informações.

    “Processo é um conjunto de atividades que tem por objetivo transformar insumos/entradas adicionando-lhes valor por meio de procedimentos, em bens ou serviços (saída) que serão entregues aos clientes do processo.”

    Lembre-se sempre que “um sintoma é sempre uma evidência”. Os métodos devem ser melhorados sempre que um sintoma de vulnerabilidade ou desperdício é detectado.

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