• A gestão pública

    O ato de gerir o patrimônio público deve envolver todo o planejamento, implementação e controle direcionado para a melhor utilização dos recursos disponíveis, afim de melhorar a produtividade estatal e proporcionar o bem estar da coletividade. Aos profissionais, envolvidos com tal atividade, espera-se conhecimentos concretos sobre administração financeira, direito administrativo, sistemas políticos, macro e micro economia e habilidades administrativas e estratégicas em geral. Além disso, estima-se que o atuante tenha bom relacionamento interpessoal, visão conceitual (capacidade de análise em 360 graus), capacidade de definir prioridades, formação compatível com a atividade técnica específica e princípios éticos.

    Atualmente assistimos a grande quantidade de denúncias provenientes de supostos esquemas para desvios de dinheiro público em benefício pessoal/partidário. Assim como na iniciativa privada, os mecanismos de controle que previnem e inibem processos fraudulentos, devem ser intensificados e implementados e por suposto monitorados pela sociedade.  Entretanto, possuímos como cultura política a nomeação de alguns gestores alinhavados apenas com interesses partidários e assim, o planejamento organizacional fica refém do ‘entreguismo’ proveniente das ajudas entre as siglas, nas esferas Municipais, Estaduais e Federal. Este viés inviabiliza a ação de uma gestão pública mediada por profissionais isentos das agruras instaladas nos meandros dos conchavos da pseudo-politização de nossos poderes públicos e possibilita uma fácil destinação incorreta dos recursos financeiros.

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  • Steve Jobs deixa comando da Apple

    Em 1984, Steve Jobs apresentou ao mundo seu projeto “Macintosh”, revolucionário para a época, o produto possuia o recurso do mouse e simplórias aplicações gráficas que levaram a plateia ao êxtase e delírio (percebam os gritinhos histéricos) com a trilha de “2001 – Uma odisséia no espaço” como pano de fundo.


    Ontem, 27 anos após o lançamento oficial mencionado acima, o CEO da Apple deixa o cargo principal da companhia que fundou em 1976 devido às consequências da luta contro um câncer no pâncreas. Tim Cooks assume o comando da empresa.
    Minha análise: Jobs é um ícone e representante maior do perfil da marca Apple e, a curto prazo, a companhia sentirá impacto negativo e esperado sobre essa decisão, principalmente no mercado de capitais. A tendência é que a médio prazo os novos lançamentos de produtos sejam usados para reiterar a tática de fixar a imagem de marca inovadora na mente dos clientes e apagar qualquer ideia de mudança com a alteração da diretoria executiva. Acredito que Jobs frequentará a empresa como conselheiro e fará aparições nas apresentações de novos projetos, corriqueiramente.

    Ontem, 27 anos após o lançamento oficial mencionado acima, o CEO da Apple deixou o cargo principal da companhia que fundou em 1976 devido as consequências da luta contro um câncer no pâncreas. Tim Cooks assume o comando da empresa.

    Minha análise: Jobs é um ícone e representante maior do perfil da marca Apple e, a curto prazo, a companhia sentirá impacto negativo e esperado sobre essa decisão, principalmente no mercado de capitais. A tendência é que a médio prazo os novos lançamentos de produtos sejam usados para reiterar a tática de fixar a imagem de marca inovadora na mente dos clientes e apagar qualquer ideia de mudança com a alteração da diretoria executiva. Acredito que Jobs frequentará a empresa como conselheiro e fará aparições nas apresentações de novos projetos, corriqueiramente.

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  • As obrigações do SAC – Serviço de Atendimento ao Consumidor

    A relação dos consumidores com os serviços telefônicos de ‘SAC – Serviço de Atendimento ao Consumidor’ das organizações possui normas gerais fixadas pelo Decreto nr. 6.523, de 31 de julho de 2008 e é regulado pelo Poder Público Federal.

    Esclarecendo, as atividades do SAC dizem respeito ao atendimento telefônico sobre dúvidas, pedido de informações, reclamações e ainda suspensão ou cancelamento de contratos e serviços.  Ainda, o SAC deve ser feito obrigatoriamente por TELEFONE e gratuitamente ao consumidor e, quando não realizado desta forma, não se caracteriza como tal.

    Outra obrigatoriedade é a presença de, “no primeiro menu eletrônico, as opções de contato com o atendente, de reclamação e de cancelamento de contratos e serviços” (Decreto nr. 6.523, Capítulo II, Art. 4)  e também a opção de falar com o atendente, sem a exigência de fornecimento de dados pelo consumidor. Um fato que sempre causa o desagravo dos consumidores é a repetição das solicitações e dados cada vez que há a troca de atendente ou encaminhamento para outro setor. Pois bem, esse pedido de repetição de dados motivos da ligação é vedada pelo Decreto.

    A Lei determina, ainda, que o SAC esteja disponível 24 horas por dia e com acesso preferencial para pessoas portadora de deficiência auditiva ou de fala.

    Durante a espera telefônica, ou transferência (tempo máximo de 1 min. de espera), não é permitido a veiculação de publicidade sem a autorização prévia do consumidor – note que essa obrigatoriedade nem sempre é seguida pelas empresas.

    Outro caput interessante diz respeito ao atendimento das solicitações do consumidor, as quais a Lei sentencia que devem ser realizadas em no máximo 5 dias a contar do registro da ligação – o registro eletrônico deve ser armazenado por no mínimo 2 anos e a gravação da conversa telefônica por no mínimo 90 dias e  ambos devem estar disponíveis aos consumidores, quando solicitados e respeitando o prazo de 72 horas para que as empresas procedam o envio dos dados.  Caso o consumidor solicite cancelamento do contrato/serviço, este deve ser feito imediatamente. “Os efeitos do cancelamento serão imediatos à solicitação do consumidor, ainda que o seu processamento técnico necessite de prazo, e independe de seu adimplemento contratual”. (Decreto nr. 6523, § 2o).
    Baixe a Lei na íntegra, aqui => decreto-call-center.


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  • Ambiente competitivo e cooperação

    À medida que os mercados se tornam cada vez mais competitivos, mais são necessárias relações cooperadas dentro do mesmo. Pode parecer um paradoxo, mas observe:

    • Para garantir vantagem competitiva, toda e qualquer empresa nas mais diversas áreas de atuação, deve dispor de fornecedores confiáveis, em um relacionamento de proximidade e cooperação;
    • Há que se criar cooperação com os canais de marketing, para distribuição eficaz dos produtos e serviços;
    • Ainda, a cooperação se dá no relacionamento com os clientes, desde atendimento das expectativas, vínculos que garantam a fidelidade e possibilidade de retroação de informações, e;
    • Na formação de eficiente Sistema de Informação de Marketing – SIM, a fim de subsidiar estratégias que garantam a sobrevivência e prosperidade da empresa;
    • E porque não compreender a cooperação existente entre os concorrentes, no sentido de manter os mercados ativos e lucrativos por longo tempo.

    O quão competitiva uma indústria em particular possa ser, ela sempre se fundamenta em interesses compartilhados e regras de conduta mutuamente aceitas, e a competição ocorre não em uma selva mas numa sociedade que ela presumivelmente tanto serve quanto depende. A vida de negócios, diferentemente da vida na selva mitológica, é antes de mais nada fundamentamente cooperativa. É apenas com os limites dos interesses mutuamente compartilhados que a competição é possível, e bem ao contrário da metáfora “cada um por si”, os negócios quase sempre envolvem grandes grupos cooperativos e mutuamente confiantes, não apenas corporações mas redes de fornecedores, pessoal de serviço, clientes e investidores (MORGAN & HUNT, 1994, p.20)


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  • Loja pirata da Apple

    E na emergente China tem até loja pirata, e da Apple. A coisa é tão bem feita que todo o ambiente, mobiliário, uniformes dos funcionários, dentre outros detalhes, são reproduzidos sem autorização nesta “filial” da Apple Store. Repare nas fotos, que o nome da loja ora é “Apple Store, ora “Apple Stoer”.

    Fonte: Revista Galileu. Fotos: BirdAbroad/daqui


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