• Marketing de Ativação é destaque em campanha do automóvel Etios, da Toyota

    O chamado ‘Marketing de Ativação’ tem sido usado cada vez com mais frequência por várias marcas, atualmente. O próprio conceito, apesar de novo, já tem uma extensão para as mídias digitais com a denominação de Ativação Digital de Marcas, ou Marketing de Ativação Digital. A ativação tem como objetivo conectar automaticamente as pessoas com as marcas/produtos. No caso da ativação digital, a ideia é que os indivíduos sejam conectados on line e real time com as empresas, e interajam com produtos, marcas, comunicação, publicidades, games ou outra forma de interação.

    Recentemente, a Toyota utilizou desse conceito para fomentar a relação das pessoas com o a marca e com o automóvel Etios. Toda a vitrine de uma loja vazia, na Cidade do Cabo (África do Sul), foi transformada em um display interativo que convidava as pessoas que passavam pela rua a tuitarem mensagens dizendo o que as fazem sorrir, junto com a hashtag #etiossmile. Veja o que acontecia depois de cada tweet!

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  • Rendidos pela sustentabilidade

    Por @nielsenbr. Assuntos verdes estão na moda! Ser vegetariano, não usar sacola plástica, evitar produtos que prejudiquem o meio ambiente, entre tantas outras atividades que cada vez mais fazem parte do cotidiano da sociedade. O homem está tentando corrigir o mal que ele mesmo causou para a natureza!

    E não são só os cidadãos que buscam formas de melhorar a qualidade de vida, as empresas também entraram no jogo. E as que ainda não se renderem à sustentabilidade, estão perdendo tempo – fica a dica!

    Um estudo global da Nielsen realizado recentemente em 56 países, sobre Responsabilidade Social Corporativa, apurou que 66% dos consumidores ao redor do mundo preferem comprar produtos e serviços de empresas que sejam socialmente responsáveis. Apesar desse dado, apenas 46% estão dispostos a pagar mais caro por produtos verdes. “O preço sempre será um fator de extrema importância na decisão de compra dos consumidores”, afirma o analista de mercado da Nielsen Brasil, Claudio Czarnobai.

    Segundo ele, os fabricantes devem se preocupar com a responsabilidade social que o produto transmite aos clientes, e devem entregar outros valores para serem percebidos com a relação custo X benefício. “As marcas que conseguirem desenvolver práticas, ações e produtos que tenham preocupações ambientais, e consigam achar uma boa equação de custo-benefício terão vantagem competitiva nos mercados.”

    As iniciativas podem estar tanto no desenvolvimento de produtos, na comunicação empresarial ou na definição do sortimento. “É importante entender que tipos de ações das marcas são mais relevantes para os consumidores preocupados com esse tipo de tema”, sugere Czarnobai.

    Mais um detalhe relevante para sair na frente da concorrência é conhecer o perfil de consumidor que realmente se preocupa com causas sociais e ambientais. De acordo com o estudo global, 63% deles têm menos de 40 anos e 66% acreditam que as empresas devem apoiar o meio ambiente. “Fabricantes e varejistas têm o desafio de decifrar e saber lidar com os consumidores, que estão cada vez mais atentos aos papéis que as empresas assumem no mundo de hoje”, conclui o analista.

    Contato: Facebook Nielsen Brasil.

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  • Prometeu, tem que cumprir

    Alguns sabonetes que prometem ação bactericida foram reprovados em teste realizado pela PROTESTE – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor.  Protex (em barra e líquido) e Lifebuoy líquido não eliminaram nenhuma das quatro bactérias testadas, apesar de se autointitularem bactericidas. O Dove hidratante também não eliminou bactérias.

    Quando há uma promessa direta, associada ao uso do produto – seja em atributo ou no benefício proporcionado – tal argumento se torna uma justificativa da função de uso e, como dever, deve cumprir fielmente o prometido. Caso contrário, comete o produto um erro crasso de marketing.

    Ainda, segundo a Associação Proteste, as companhias envolvidas não se posicionaram sobre os resultados do teste.

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  • Verás que um filho seu não foge à luta. E você?

    Você sabe se as pessoas estão enxergando a sua marca da mesma maneira que você?

    As pesquisas dizem que sim?

    Bem, a verdade é que muitos clientes – às vezes a maioria deles – mente quando respondem à uma pesquisa. E se você duvida merece ler “A lógica do consumo” de Martin Lindstrom. A verdade é que os consumidores mentem.

    Dizem que as propagandas conta o tabagismo os incentivam a parar de fumar quando na verdade apenas os estimulam. Dizem ainda que os filmes de criancinhas sendo arremessadas para fora dos carros os influenciam a colocar os filhos na cadeirinha. Dizem que a lei de tolerância zero os estimula a beber e não dirigir. Pura balela! Os clientes que dizem que entendem o contexto do seu posicionamento são os mesmos clientes que aprovaram a NewCoke. Ou os mesmos clientes que no teste cego preferem a Pepsi que a Coca-Cola. Aqui caímos em uma faca de dois gumes. Será que o cliente mente, ou será que ele não entende o contexto em que a sua marca está inserida? Uma outra verdade é que os empreendedores e marqueteiros também mentem. Mentem primeiro pra si mesmos.

    Porque eles não querem apenas vender para o seu foco, o seu “cliente ideal”. No fundo, o sonho de todo empreendedor é ser a coca-cola de alguma coisa. O cara não está satisfeito em vender só pra alguns. Ele quer acabar atingindo todo mundo. E ao invés de focar, acaba generalizando. E quanto mais uma empresa, uma estratégia, um plano quer generalizar, pior a coisa fica. Porque o discurso começa a ser chulo, ser indecifrável. As coisas que são pra todo mundo não se transformam em objetos de desejo. As coisas que pode se encontrar em todos os lugares não são objetos de desejo. Coisas que oferecem muito por um preço pequeno não são objetos de desejo.

    Primeiro, as pessoas querem aquilo que elas NÃO podem ter. Portanto, se você quer vender pra todo mundo, vai acabar não vendendo pra ninguém. Se você não disser que a sua marca é pra pessoa com tal estilo e comportamento e focar – ou seja, dizer não a todo resto – nisso, o “troço” não vai virar.

    A sua marca precisa ser inserida em um contexto. Precisa ser focada em um estilo. E precisa RESPEITAR esse estilo.

    A sua marca precisa ser coerente. O comportamento precisa ser complemento do discurso e vice-versa. E quem precisa criar um contexto para ela é você. Você precisa saber que, por contexto, entenda-se PERSONALIDADE. (mais…)

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  • Que tal investir em marketing sem botar a mão no bolso? (Parte 3/3)

    Os vilões das leis de incentivos. A boa notícia é que estes vilões podem se transformar em mocinhos. É só ter boa vontade política.

    Como tudo que é bom dura pouco, este artigo chegou ao fim. E chegou ao fim para (tentar) responder à pergunta de um milhão de reais: “por que a lei de incentivo à cultura e ao esporte é tão pouco utilizada se é tão boa?”. A culpa não é da lei. É do homem. A boa notícia é que não tem um, mas 3 vilões! Ou seja, responsabilidade para todo mundo da cadeia produtiva… E a má notícia é que não fazemos nada para mudar. A não ser que você, ADMINISTRADOR DE MARKETING, reavalie como paga os tributos de sua organização e aproveite a oportunidade que a lei lhe oferece para fazer comunicação de qualidade com custo zerado ou muito próximo disso.
    Antes de começar sua leitura, uma pergunta: você já leu as primeira e segunda partes deste artigo? Não, então visite lá:
    1ª parte: http://www.elciofernando.com.br/blog/2012/02/leis_de_incentivo_i-que-tal-investir-em-marketing-sem-botar-a-mao-no-bolso/
    2ª parte: http://www.elciofernando.com.br/blog/2012/03/que-tal-investir-em-marketing-sem-botar-a-mao-no-bolso-parte-23/

    Voltando então ao que interessa: no final deste texto darei sugestões para que cada parte envolvida repense sua posição e busque novos caminhos para, de um lado, fomentar a cultura e esporte no nosso país, gerando empregos diretos e indiretos, e, de outro, estimular empresas a usarem os benefícios fiscais a que têm direito em prol de sua comunicação corporativa.

    O primeiro culpado é o Estado Nacional e o Governo. O Estado, como expressão de sua sociedade, não compreende a importância da cultura, educação, arte, esporte para o desenvolvimento social. Em países mais desenvolvidos, a arte é financiada – de verdade – pelo Estado, porque este entende que aquela passa por sazonalidades em consequência de ciclos de criação ou produtividade (nenhum artista, por exemplo, é capaz de criar 100% do tempo; nenhum esportista consegue competir 100% dos dias. Mas ambos precisam suprir suas necessidades básicas nos 365 dias do ano!). Este Estado Nacional, infelizmente, é o maior culpado. Infelizmente, porque ele é reflexo de seu povo. Já o Governo, entram e saem partidos do poder, não é capaz de criar políticas culturais e de esporte de LONGO PRAZO. Criam, ao contrário, entraves. A Lei Rouanet, a mais utilizada no país, por exemplo, é um emaranhado de regras que nos fazem ter certeza de que quem as cria são pessoas que odeiam a arte! Não bastassem os meandros jurídicas que qualquer procedimento fiscal exige, há uma morosidade cruel no âmbito administrativo (Ministério da Cultura) para aprovação de um projeto – o que deveria ser aprovado num rito sumário, leva (não raro) ano inteiro. Quando não chega ao plural este substantivo…: eu mesmo já tive 1 projeto que demorou 3 anos para ser aprovado porque a Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura – inacreditavelmente – perdia os documentos que (eu) havia mandado séculos atrás. Em tempo: esta secretaria e demais braços do Ministério têm gestores fantásticos, muitas vezes imobilizados pela burocracia weberiana.

    Enquanto o Estado não reavaliar sua posição frente ao futuro do país, vinculando parte considerável do nosso poderoso PIB à cultura, à educação e ao esporte, não serão as leis de incentivo a estes segmentos que darão engrenagens ao desenvolvimento social. E ao Governo compete desburocratizar o trâmite, derrubar regras absurdas (como, por exemplo, tirar de um orçamento, submetido à sua apreciação do Minc, a locação de equipamento de luz de um espetáculo teatral, argumentando que a infraestrutura do teatro deve oferecer estes equipamentos! Somente um marciano não sabe que 95% dos teatros brasileiros NÃO têm equipamento de luz próprio, cabendo à produção esta infraestrutura, até porque cada montagem tem um desenho de iluminação diferente da outra! Isso também aconteceu comigo em outro projeto.). Não basta dinheiro, são necessários programas de fomento, ensinar o povo a comprar cultura, consumir arte. O produtor sente que o sistema está contra ele: parece que todos fazem tudo para limar qualquer possibilidade de sucesso na captação de recursos.

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