• Brasileiros preferem comprar de empresas adeptas a questões sustentáveis

    A população mundial está cada vez mais engajada em questões de sustentabilidade. Essa preocupação tem refletido também na maneira como as pessoas compram. Isso porque os consumidores estão preferindo adquirir produtos ou serviços de empresas que tenham encontrado maneiras de beneficiar a sociedade.

    De acordo com a Pesquisa Global sobre Responsabilidade Social Corporativa, realizada pela Nielsen, 77% da população da América Latina prefere comprar produtos e serviços de empresas que tenham programas de responsabilidade social. E os brasileiros ficaram próximos aos latino-americanos, já que são 74% os consumidores sociais e 46% os que não se importam em pagar mais por isso.

    Para o analista de mercado da Nielsen Brasil, Cláudio Czarnobai, esse crescimento se dá porque as empresas estão conhecendo mais os seus clientes e desempenhando esse papel social de modo mais efetivo. “Saber quais causas são as mais importantes para os consumidores com preocupações sociais pode ajudar as marcas a priorizarem seus investimentos de cunho social”, esclarece.

    Mas quem são esses consumidores? O gráfico traz essa resposta e aponta que mais da metade da população acredita que toda empresa devia apoiar causas que atinjam toda a sociedade de forma benéfica. Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • A sofisticação do consumo no Brasil

    Virou notícia frequente ouvir que o Brasil está crescendo. A melhoria na distribuição de renda, maior participação da mulher no mercado de trabalho e a inserção do país no cenário mundial (destaque junto ao BRIC), favoreceu positivamente a construção da reputação brasileira. Consequentemente, esses fatores impactaram de forma positiva também o cenário do varejo no país.

    Nesse cenário, a Nielsen classificou quatro fatores que estão impulsionando o comércio no país: saudabilidade, praticidade, indulgência e sofisticação. Mas um deles, em especial, mexou mais com os hábitos de compra do brasileiro:  a sofisticação. Esse vetor foi identificado porque houve migração nas vendas, onde as categorias mais básicas foram trocadas pelas mais valorizadas. Comparando o ano de 2011 contra 2010, o grupo de itens mais sofisticados cresceu 13% em valor contra um crescimento médio de 8,3% do total de categorias.

    Os segmentos de maior valor vêm se destacando em praticamente todas as categorias de produtos. “Não se trata de dizer que o brasileiro está migrando para segmentos premium, ou seja, comprando mais produtos de maior valor e de maior qualidade”, pondera o analista de mercado da Nielsen, Claudio Czarnobai. Segundo ele, o consumidor brasileiro está buscando itens com maior valor agregado e não necessariamente as marcas mais caras. “Obviamente, essa busca por qualidade gera, por consequência, a alta no desempenho das marcas premium. Mas não podemos confundir com busca por marcas mais caras, porque o brasileiro aprendeu também a identificar o que tem valor agregado. Prova disso são os demais vetores: saudabilidade e praticidade, por exemplo.”

    De acordo com o analista, a sofisticação envolve a busca por maior qualidade, menor impacto ambiental, boas práticas na fabricação, tecnologia de ponta, rotulagem com informação adequada, selos de origem e de qualidade, valorização da marca, entre outros fatores. “Com maior disponibilidade de renda e maior acesso das classes médias e baixas, notamos com clareza a migração do tipo de produto consumido”, comenta. Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • Brasileiros são os que mais compram pela web

    Por @nielsenbr. O consumidor brasileiro está buscando mais praticidade na hora das compras, seja na escolha do produto ou onde comprar. Sendo assim, a internet tem se tornado uma recorrente ferramenta de pesquisa para comparar preços, buscar informações e promoções, além de proporcionar comodidade para quem quer adquirir mercadorias em apenas alguns cliques.

    Um recente estudo global realizado pela Nielsen aponta que o Brasil está à frente dos países da América Latina em compras online. Enquanto a média latino-americana é de 42%, no Brasil 55% da população usa a internet para ter comodidade na aquisição de novos produtos.

    Por @nielsenbr. A tendência é que essa prática cresça, já que a mesma pesquisa revela que 15% dos entrevistados têm a intenção de comprar alimentos ou bebidas pela internet nos próximos seis meses. Segundo a gerente de atendimento da Nielsen Brasil, Lenita Mattar, esse fator se deve ao crescimento da Classe C, pois quanto melhor a condição financeira do cidadão pertencente a esta classe social, mais acesso a tecnologias – e a internet – ele terá. “À medida que a classe média crescer, o comércio virtual também deve se desenvolver no país”, argumenta.

    Essa tendência se comprova com base nos números de pessoas conectadas à internet no Brasil. “Há 82 milhões de internautas no país, 5% a mais do que em 2011, e o número de consumidores que fazem compras pela internet cresceu 20%”. Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • Os lançamentos do mercado

    Por @nielsenbr. Hoje começamos com uma pergunta para o consumidor final: com que frequência você encontra produtos rotulados como “lançamentos” nos supermercados? Provavelmente, a cada compra do mês, você encontra pelo menos uma novidade. Um estudo realizado pela Nielsen apurou que, a cada ano, cerca de 15 mil novos produtos passam a disputar um lugar nas prateleiras dos mercados.

    A vantagem para quem vende em meio a tanta inovação é que o ponto de venda (PDV) sempre terá novidades. Ter itens novos na loja ajuda o varejista e a categoria a manterem uma boa imagem. A desvantagem acaba sendo o limite físico das lojas, afinal, o comerciante precisa tirar algum produto que já conquistou clientes para lançar a novidade na prateleira.

    Uma dica para ajudar o varejista a decidir se o novo produto deve ou não ganhar espaço na gôndola é observar se o item traz algum diferencial para o consumidor. “O produto precisa se destacar em relação à concorrência e deve atender às necessidades reais do cliente”, reforça Luciana Morelli, Gerente de Consumer Research na Nielsen Brasil.

    Vale lembrar que a maior parte das vendas acontecerá em função do período de experimentação, no qual o consumidor testa a novidade.  O desempenho vai variar de acordo com o plano de marketing do fabricante (investimento na ativação do lançamento dentro ou fora do PDV). Luciana conta que é normal que as vendas se acomodem ou voltem a patamares regulares da categoria após o período de experimentação. “Alguns clientes seguirão comprando o novo item e outros podem voltar para o seu produto habitual”, exemplifica a gerente.

    É bastante comum que fabricantes e varejistas apoiem um novo produto na fase de lançamento e depois deixem de investir. Ainda assim, os consumidores precisam ser estimulados constantemente e novos shoppers precisam ser atraídos, caso contrário, a tendência é o declínio das vendas. Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • 10 grandes empresas controlam o mercado de alimentos

    O mercado consumidor de alimentos mundiais está nas mãos de 10 multinacionais que, através de estratégia multimarcas, protege seus negócios contra o crescimento de concorrentes. O que resta? Empresas regionais atuando em mercados locais e propostas de fusões para aumentar o poder de fogo, na competição oligopólica.

    10 grandes empresas controlam o mercado de alimentos. Clique na imagem para melhor visualização

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