• Apps dos Lepo Lepos

    *Por Alda Paula. A ocasião faz o ladrão e, mais do que nunca, o Carnaval tem seu quinhão pitoresco que só acontece na festa do Rei Momo. Época aberta a temporada onde tudo é permitido e por não termos a obrigação (soa quase como um palavrão, no Carnaval) de pensar é quando mais exercitamos nossa criatividade e chegamos ao seu apogeu! Também ficamos ávidos por descobrir novidades e nos damos ao luxo de invadir a barreira do ridículo e deixarmos nos levar pelo rá rá rá rá rá rá rá do Lepo Lepo. Mente sã e corpo são… Nem tanto!

    O que ganhou mais uma versão em 2014, foi o aplicativo da folia, um app para celulares com informações dos blocos de Carnaval. Através dele, os foliões tinham acesso as programações dos mesmos e compartilhando sua agenda no Facebook, sabiam que amigos estariam presentes. A novidade foi a possibilidade de montar um bloco virtual, adicionando as pessoas conhecidas durante a folia. Elas teriam que estar juntas com o aplicativo aberto, na área de bloco virtual e se conectam através de um som emitido.

    Além das tecnologias que são criadas para facilitar cada vez mais a interação, o Carnaval é um período propício para lançar tendências. Fantasias são os termostatos, digamos uns “lulus” da vida (app para avaliação) do que acontece aqui e no mundo, do que agradou ou do que merece seu toque de irreverência. Podemos falar das fantasias de Facebook e seus “likes” e outros jargões dos apps de relacionamentos. Desde que vimos o jogador Messi fazer o bebê parar de chorar através de uma chamada em vídeo do aplicativo WeChat, outros apareceram nessa leva. A possibilidade de localizar e conversar com pessoas próximas ao lugar onde se está virou um trunfo para azaração, como o Tinder. Alavancando um crescente n° de usuários, a marca soube valorizar a situação e o momento e lançou campanha de marketing com distribuição de brindes aos foliões cariocas. Esse insight foi um tiro certeiro para aproximar a marca de seus usuários ou para pretensão de novos.

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  • Animação em anúncio impresso

    A tecnologia CinePrint utiliza o tablet para, em conjunto com recursos impressos, promover uma animação em um papel. A publicidade criada para o Lexus pode representar um marco para a integração destas mídias e um futuro para as veiculaçôes em papel. Confira!

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  • Novos produtos – cadeira elétrica

    Designer: Darounkolayi Samakoush Mohamad Sadegh

    O produto acima é uma inovação não em sentido de uma ideia que ninguém tenha pensado, mas na sua execução estética em si. Além de possuir mobilidade guiado por wireless, o produto pode ter vários gadgets acoplados e sua aparência é bem futurista. A inspiração para o conceito do produto veio do filme WALL-E da Disney e o objetivo é a locomoção de pessoas em ambientes fechados.

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  • A tecnologia que dita um novo jeito de comprar

    Olegário Araújo para a Abep. Na história da humanidade, a tecnologia sempre foi a alavanca que proporcionou profundas mudanças. Foi assim com o fogo, agricultura, roda, imprensa, computador pessoal, internet, celular e redes sociais.

    A tecnologia transforma as experiências de compra, muda de patamar as expectativas do consumidor/shopper e, consequentemente, transforma a gestão das empresas, demandando uma revisão, em intervalos mais curtos, de posicionamento mercadológico, estruturas, recursos, perfil das equipes e tantos outros aspectos.

    “Ela coloca à disposição do varejo/empresas de pesquisa, em alta velocidade, dados muito mais granulares, em intervalos de tempo mais curtos e que precisam ser consolidados para a identificação de padrões/segmentos para que decisões estratégicas sejam tomadas com maior rapidez.”, diz o diretor de atendimento ao varejo da Nielsen Brasil, Olegário Araújo.

    Entender o posicionamento mercadológico do varejista e tratar os dados de forma a gerar insights úteis para apoiar o processo de tomada de decisão são os grandes desafios. Estamos diante de um consumidor/shopper mais exigente, que quer ser tratado de uma forma diferenciada, com múltiplas experiências de compra, com mais opções e, sobretudo, bem informado.  No varejo, esse desafio se traduz em, com o suporte das empresas de pesquisa, compreender as necessidades e desejos do consumidor, seus hábitos de compra e transformar este conhecimento em estratégia a fim de garantir a sua execução.

    A tecnologia gera um grande volume de dados em alta velocidade, mas isto não é suficiente para tomar decisões.  A tecnologia e os dados são um meio, mas não um fim. Com a clareza de sua missão, valores, público alvo, estratégia e resultados a serem alcançados, a tecnologia é a alavanca para promover essa transformação nas empresas, em especial no varejo.

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  • A importância dos produtos: exemplo do absorvente feminino

    Não há como negar que o desenvolvimento industrial e tecnológico concede ao ser humano um número ímpar de vantagens e melhorias na vida cotidiana. Os produtos possuem, além de conhecida importância econômica na distribuição das riquezas e no crescimento dos países, o objetivo de proporcionar conforto, higiene, melhorias na expectativa de vida e na saúde, facilitar a comunicação, locomoção e muitos outros para os quais os produtos são criados.

    As invenções, por sua vez, para terem sucessos, “atacam” diretamente problemas, ou seja, os produtos concebidos tem como elemento fundamental a “função de uso”, ou seja, trocando em miúdos, é o “para que serve o produto”, que, necessariamente, está relacionado a um problema conhecido ou desejo específico.

    Um bom exemplo é o absorvente feminino descartável. “Em 1894 na Alemanha, surge o primeiro absorvente descartável, o Hartmann’s, uma bandagem vendida em caixa com seis unidades. Anos depois, o produto chega à Inglaterra e aos Estados Unidos” (Fonte: Mundo Estranho). O Modess, desenvolvido entre as décadas de 20 e 30 nos EUA e lançado no Brasil no ano de 1934 pela Johnson & Johnson, substituiu as terríveis toalhinhas (faixas de tecido poroso dobradas em três partes) que eram utilizadas e lavadas posteriormente, para novo uso. Além de não-higiênicas, eram volumosas e desconfortáveis pois com as sucessivas lavagens o tecido ficava áspero, e também causavam o risco de desenvolvimento de fungos e bactérias. Ainda na década de 30 foram desenvolvidos os primeiros absorventes internos, e no Brasil, o primeiro do gêner a ser produzido e comercializado foi o O.B, na década de 70. Por sinal, o nome O.B. “vem de ohne binde, expressão alemã que significa algo como “sem toalha””. (Mundo Estranho).

    E a Johnson & Johnson estava mesmo na vanguardam, já naquela época. Motivado pelo pouco uso dos absorventes, até a década de 50 – provavelmente causada pela resistência das mulheres brasileiras em aderir as inovações – a empresa criou uma consultora e “conselheira feminina”: Anita Galvão. A “personagem” tirava dúvidas das mulheres sobre o uso do produto através de interação por correspondência, também participava de eventos e campanhas publicitárias da marca e proferia palestras sobre os assuntos relacionados a menstruação e uso do Modess e distribuia cartilhas/livretos sobre o tema. Moderno né? Enquanto muitas empresas atuais não conseguem utilizar recursos das redes sociais, a J&J criou um belo relacionamento entre marca e usuárias, que permaneceu durante uma década.

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