• Máquinas de POS viram ferramenta para promoções instantâneas

    Tecnologia desenvolvida por empresa brasileira já conquistou grandes marcas, como Mastercard e Pirelli.

    Passar o cartão de débito ou crédito e saber na hora se ganhou um prêmio. A mais nova tecnologia promocional que já está sendo usada nos pontos de venda foi criada pela brasileira Bamberg Comunicação, especializada em marketing promocional, para beneficiar marcas por meio de terminais eletrônicos de cartões, chamado de POS (Point Of Sale).

    No momento da compra, já é possível que as empresas viabilizem a promoção de produtos e serviços por meio, por exemplo, de premiações instantâneas, de forma simples, segura, objetiva e a um custo mais baixo do convencional. “As ações promocionais precisam evoluir. O consumidor já está cansado de ser arrastado para filas, urnas, hotsites ou mesmo guardar embalagens com códigos promocionais por séculos até o dia em que seguramente não saberá se foi contemplado. Temos que trazer as marcas à vida, fazer com que elas se relacionem com o seu público da forma mais natural e prazerosa possível.”, afirma o sócio-diretor da agência, Gui Bamberg.

    Com o uso da nova tecnologia, é possível até mesmo estender a experiência aos próprios estabelecimentos, com prêmios para os colaboradores que incentivarem o uso das máquinas POS, como ocorreu em recente ação conjunta da Ourocard e Cielo, coordenada pela agência, em que cada venda gerou um número da sorte para o sorteio de prêmios de até R$ 100 mil para os lojistas. “A estratégia da ação foi pensada especialmente para gerar volume e crescimento do ticket médio, além de incentivar o lojista à preferência pelo POS da Cielo.”, revela Bamberg.

    Com a proposta de criar ou transformar tecnologias existentes em soluções promocionais, a Bamberg já realizou grandes projetos para marcas importantes, como Ourocard, Brasilcap, Pirelli, LG, Claro, Castrol, Peugeot, GM, Visa, Mastecard, Diners e Cielo. E compõe as estatísticas de ampliação do marketing promocional nos últimos anos. O setor cresce no Brasil a taxas mais altas que a própria economia, com movimentação que, segundo dados projetados pela AMPRO – Associação de Marketing Promocional, deve chegar aos R$ 38 bilhões para o fechamento de 2011.

    Diferenciais da nova tecnologia aplicada em promoções:

    • Redução drástica de custos operacionais, registrando com eficiência o sell-out e medindo o retorno efetivo da ação, do investimento da marca.
    • Maior controle de vendas. É possível identificar onde está o pessoal de vendas e quanto tempo ele levou em cada local.
    • Agilidade no plano operacional, gestão, operação, emissão de relatórios e o fechamento da campanha.
    • Tecnologia aplicada ao marketing. Criação de plataforma que conversa com mobile, com meios de pagamento e outros. No ponto de vista promocional, a utilização é inédita no Brasil.
    • Tecnologia variável, vai desde o uso de RFID a mobile, que são mais simples, a tecnologias de meio de pagamento. É muito versátil, com o propósito de entender a necessidade e objetivos das empresas.
    • É segura, confiável e com baixo custo para as marcas. E reduz o nível de perda de controle de self a zero.
    • Sustentabilidade:  muitos balcões, urnas, ficam anos armazenados ou são descartados. A tecnologia de premiação instantânea usa um sistema que já existe (por exemplo, o POS), que já está consumindo energia; raramente usa papel.
    • Maior integração entre a marca e o consumidor, valorizando o comportamento natural no momento da compra.

    Informações / Release: cbscom

    Espalhe por ai:
  • A privacidade nas redes sociais

    Imagem: veja.abril.com.br

    Não é de hoje que a discussão sobre a privacidade na internet inflama especialistas e entusiastas do assunto. A matéria em questão, que envolve comportamento humano, tecnologia, direito civil e comunicação, ficou mais pertinente com o aumento substancial das ferramentas digitais de relacionamento na internet, as redes sociais.

    Posto que o dilema a ser respondido é: quem entra em uma rede social abre mão do preceito da privacidade? Muitos defendem a ideia de que, a partir do momento que o indivíduo cria um perfil social, está suscetível a exposição de fatos cotidianos e de seu comportamento e, assim, diminui consideravelmente seu caráter privativo. Antes de mais nada, é necessário compreender a definição e extensão do significado da palavra privativo/privacidade. Privacidade “é a habilidade de uma pessoa em controlar a exposição e a disponibilidade de informações acerca de si” (Fonte: Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Privacidade).  Ainda, “O direito à privacidade, concebido como uma tríade de direitos – direito de não ser monitorado, direito de não ser registrado e direito de não ser reconhecido (direito de não ter registros pessoais publicados) – transcende, pois, nas sociedades informacionais, os limites de mero direito de interesse privado para se tornar um dos fundamentos do Estado Democrático de Direito” (VIANNA, Túlio. Transparência pública, opacidade privada. p. 116. 2007). Pois bem, como caracterizar o limite da privacidade em sites como o Facebook? Uma função disponível no serviço criado por Mark Zuckerberg é a marcação, ou seja, um usuário pode “marcar” e “linkar”/vincular um outro participante a qualquer fotografia ou imagem postada por si,  Ora, mas essa função não fere justamente a ideia de privacidade, conforme exposto acima? A Constituição Federal (1998) e também o Código Civil (Lei 10.406/02) assegura aos cidadãos os chamados “Direitos Pessoais”. Afirma o art. 5, X, da Constituição, que “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”.

    Ainda, mais recentemente, a mesma rede de relacionamentos disponibilizou uma nova função chamada de ‘Ticker’. Tal recurso fica acessível em uma barra lateral a direita e, com ele, todo participante da rede tem acesso, em tempo real,  as atividades dos seus amigos. Mais uma vez, não fica o direito assegurado por Lei, violado?

    Função Ticker no Facebook

    Por outro lado, o comportamento humano manifesta-se por desejos, instintos, psiquê, evolução biológica e a partir das influências do ambiente que cerca o indivíduo e de seu conhecimento. Ou, coloquialmente, em corpo e mente. Já LOCKE (280-286) atribuiu o pensamento e comportamento humano ás suas habilidades sensoriais. Já, para HUME, David (287-301), “o homem é composto por impressões e ideias”. No século XX, Skinner definiu o que ficou entendido como “Behaviorismo Radical” (1940), ao refutar alguns conceitos do behaviorismo filosófico (Watson) e estudar o conceito do ” Reflexo Condicionado” de Pavlov. Para Skinner, o homem é um ser único, indivisível entre corpo e mente e que se manifesta a partir do princípio do estímulo-estímulo, ou seja, reage conforme o ambiente. Para Freud, em resumo, as respostas estão na relação entre consciente e inconsciente e relação das fases criança-adulto, em um indivíduo. “O comportamento é definido como o conjunto de reações de um sistema dinâmico em face às interações e realimentações propiciadas pelo meio onde está inserido” (Fonte: Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Comportamento). Um dos comportamentos sociais humanos é a exposição social, desejo de ser visto e rev(f)erenciado.

    Assim, podemos afirmar que o sucesso das chamadas redes sociais está justamente alicerçada no comportamento social. Nesse contexto, o homem utiliza a percepção que possui dos outros e a percepção que os outros têm dele mesmo para a construção de seu próprio padrão, reforçado intrinsicamente pela natureza curiosa. Também, conforme termo criado por Debord, Guy (1967), vivemos em uma “sociedade do espetáculo”. “…Debord explica que o espetáculo é uma forma de sociedade em que a vida real é pobre e fragmentária, e os indivíduos são obrigados a contemplar e a consumir passivamente as imagens de tudo o que lhes falta em sua existência real.” Fonte: Disponível em http://pt.scribd.com/doc/16664247/Guy-Debord-A-sociedade-do-Espetaculo.

    Por conseguinte, a reflexão reitera a menção clara de um dilema. Sobram argumentos condizentes com a perversidade causada pela violação da privacidade e suas implicações legais, e sobre a base comportamental que propaga o crescimento das redes sociais, facilitadas pela internet. Soma-se a esses fatores o crescimento exponencial e alta frequência de acesso a sites como facebook, que escancaram outro tema, porém tampouco menos importante: a compulsão pela informação.

    Mas e você, o que pensa a respeito? Deixe um comentário com sua opinião sobre a privacidade e o facebook.

    Espalhe por ai:
  • Um dia feito de vidro

    No início deste ano a companhia Corning, responsável pelo produto GorillaGlass (telas touch que equipam vários gadgets da Acer, Asus, Dell, LG, Lenovo, Motorola, Nec, Nokia e Samsung) apresentou um vídeo muito interessante com sua visão sobre o futuro do mundo. Retratando o cotidiano, o vídeo mostra as prováveis interações entre homem-tecnologias a partir da aplicação touch screen em telas de vidro duras e flexíveis.  Interessante ressaltar que algumas aplicações demonstradas até já existem e estão disponíveis comercialmente, como por exemplo, a tecnologia Amoled.

    Espalhe por ai:
  • Projeção 3D fantástica

    Em outro post (aqui) comentei sobre as projeções 3D e suas utilizações na publicidade, entretenimento e eventos em geral. Fato é que a técnica tem se desenvolvido muito rapidamente e hoje é possível assistir projeções com qualidade que beira a perfeição e realismo.

    “A projeção em 3D consiste de um método que mapeia elementos tridimensionais de um local e os reutiliza na hora da exibição de dados em planos bidimensionais. Ou seja, todos os elementos como profundidade, altura e volume, são relevantes na hora de se projetar algo em um plano, tornando tais elementos parte dessa projeção.” Fonte: Jornal do Empreendedor.

    Selecionei dois vídeos com exemplo da qualidade acerca das projeções atuais. O primeiro trata-se de uma projeção feita no parque Efteling, na Holanda e o segundo é fruto de uma campanha promocional da marca Adidas.

    Veja também
    ::Projeção 3D da Coca-Cola
    ::Projeção 3D no Cristo Redentor

    Espalhe por ai:
  • M-Commerce – uma realidade ou uma necessidade?

    Com o crescimento nada surrprendente de smartphones e tablets em todo o mundo nada mais natural do que empresas inteligentes criarem ambientes favoráveis para os visitantes de seus sites que utilizem seus gadgets para acessá-los. Por isso, o e-commerce precisa correr e criar sua versão mobile, ou seja, o m-commerce.

    Rapidez, praticidade e mobilidade. Acessar uma loja virtual em qualquer lugar e a qualquer hora realmente se torna atraente. Hoje, quando ninguém mais encontra tempo de estar em frente a um computador fora do ambiente de trabalho, é ainda mais compreensível. Mais de 200 milhões de celulares brasileiros podem hoje desfrutar de compras diretamente de seus aparelhos por alguns sites que já saíram na frente. No Mercado Livre, por exemplo, 2% das compras são feitas por dispositivos móveis. Dentre os queridinhos dos geeks estão os aplicativos para iPhone e Android, ágeis e simples.

    Muitas são as possibilidades deste modelo de negócios. Uma delas é a utilização do GPS do aparelho conectado para estimar o valor do frete, como case recente da loja Crutchfield. Já a gigante Amazon continua inovando e permite que os usuários tirem fotos de produtos que desejam e seu m-commerce apresenta resultados de busca relacionados com preço, possibilidades e muitos outros benefícios.

    Mas ainda existem desafios a serem superados. Um deles é a melhora na conexão 3G, que aqui no Brasil não atende tão bem, diferente do cenário exterior que já pode experimentar boas oportunidades com o comércio virtual móvel. De qualquer forma é hora do e-commerce investir esforços para transformar suas lojas também acessíveis por celulares e tablets. Reformular layout, deixá-lo leve e com usabilidade impecável. Esperamos ainda por outros bons exemplos tupiniquins do bom m-commerce.

    Espalhe por ai: