• Comitê Olímpico lança pictogramas para Rio 2016

    Lançado no dia 07 deste mês, o conjunto de pictogramas (a palavra pictograma vem do grego e do latim. Na sua origem, significa “palavra pintada”) oficiais criados para as Olimpíadas do Rio de Janeiro (2016) é o mais completo trabalho de comunicação gráfica já feita para uma olimpíada, na história dos jogos. Ao todo, são 64 desenhos, sendo 41 referentes as modalidades olímpicas e 23 paraolímpicas. A criação – de excelente bom gosto e que levou 16 meses para ser concluído – foi da empresa Dalton Maag com a supervisão do Comitê Olímpico Rio 2016.

    Pictogramas das modalidade olímpicas

     

    Pictogramas das modalidades Paralímpicas

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  • Zonas de Oportunidades: espaços para sua marca crescer

    Fico feliz de ver como o branding entrou no gosto popular. Desde pequenos negócios até grandes corporações entenderam que a promessa de marca é hoje o principal norte para a empresa. E o engraçado é a quantidade de variações que surgiram deste tema: endobranding, branding pessoal, branding para não-consumidores, etc.

    Porém eu quero demonstrar um pouco do meu ponto-de-vista, onde acredito que não dá para pensar em estratégias diferentes para cada público da empresa. Se ignorarmos que estes públicos se interagem e, através da troca de suas experiências, definem o real valor da marca, não construiremos um branding sólido, com valores bem definidos.

    Vamos adotar uma visão clara, com base em 3 públicos de interesse:

    1. Colaboradores: ah…. os esquecidos colaboradores. Como é difícil para o depto de marketing entender que eles não são de responsabilidade total do RH. O preparo deles e a maneira como eles interagem com os outros dois públicos são cruciais para transparecer os valores da marca. Outro detalhe: eles são os primeiros a utilizar ou indicar os produtos e serviços da empresa, por isto a sua importância.
    2. Clientes: não são tããão complicados como pensamos. Eles sempre irão colocar a marca no centro de uma balança, onde irão ponderar a respeito das promessas e o que está sendo entregue. Simples assim. E complicado assim. Desenvolver um relacionamento sólido, nas alegrias e nas tristezas, é a melhor maneira de identificar o contrapeso desta balança chamada marca.
    3. Prospects: eles já estão de olho na sua marca, principalmente na relação entre os clientes e os colaboradores. Seu julgamento, se irão ou não escolher pela sua marca, será baseado em 2 pontos: o resultado da interação entre cliente e colaboradores e na sua própria experiência de compra, onde eles interagem com os colaboradores.

    Então percebemos como a marca está no centro destes 3 públicos, pois os colaboradores interagem com clientes e prospects assim como os clientes conversam com estes prospects para mostrar sua experiência com a marca. Em qualquer situação é assim, seja para commodities até produtos de luxo.

    Agora que conseguimos entender melhor esta interação entre colaboradores, clientes e prospects, entendemos como podemos criar as Zonas de Oportunidades. Estas interações entre os públicos definem a percepção da marca, pois nestas situações que ocorrem as experiências da marca e a sua real percepção. Não é a empresa que defineas características de sua marca (se ela é moderna e inovadora, por exemplo) e sim o resultado destas experiências.

    E é possível definir este resultado? Se houver compreensão destes fatores, bem como um planejamento baseado na percepção das expectativas destes públicos, é possível sim. Requer esforço e é, de fato mais, eficiente e rentável, pois seus investimentos estarão mais focados com a real percepção de marca.

    Então. Qual o resultado que você espera da sua marca?

    Luiz Henrique Gagliardi, publicitário e sócio da AmittiBrasil| Gestão de Marcas, uma agência de gestão de marcas (www.amittibrasil.com.br). Twitter: @luiz_henriqueg

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  • Guia Prático de Pesquisa de Branding

    Fonte: Guia Prático de Pesquisa de Branding/ABA

    Bem interessante e útil, a publicação ‘Guia Prático de Pesquisa de Branding’ da ABA – Associação Brasileira de Anunciantes tem como objetivo apoiar projetos de pesquisa de branding a partir de hipótese e modelo de metodologia, não definitivo, resguardado as necessidades específicas de cada empresa.

    A pesquisa de branding auxilia o desenvolvimento dos projetos de construção do valor da marca identificando os pontos estratégicos de contato entre a marca e os membros dos stakeholders. Além disso, a criação de métricas para monitoramento constante da imagem da marca em várias dimensões (Pirâmide de Brand Equity) determina a longo prazo o valor financeiro da marca.

    Ainda, o Guia define conceitos como Pesquisa Qualitativa e Quantitativa, tamanho da amostra e briefing para pesquisa.

    Baixe o Guia aqui.

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  • Como sua marca pode gerar oportunidades

     Por Luiz Henrique Gagliardi. É impressão minha ou o termo Branding está cada dia mais inserido no contexto do marketing, quase como um mantra? Profissionais de marketing, CEOS e demais decisores bradam sobre suas marcas, mas se olharmos a fundo, este conceito está cada vez mais soterrado pelas atividades do dia-a-dia. Parece não tem mais sentido. E nem importância.

    Muito polêmico? Talvez… Mas vamos fazer um teste: Qual a missão da sua empresa? Não vale olhar no site. Hoje está cada dia mais complicado entender a diferença de como lidar com oportunismos e oportunidades dentro das empresas. Oportunista encara qualquer situação como vantagem. Oportunidades surgem para quem está pronto para elas.

    Para entendermos como surgem as oportunidades, temos que olhar o conceito mais básico do Branding: a promessa de marca.

    Promessa de marca reflete como você quer ser reconhecido pelo seu esforço. É o balizador das ações de toda a empresa, pois se sua equipe sabe sua promessa, saberá como agir e reagir às situações do dia-a-dia com muito mais agilidade e eficiência.

    Outro reflexo de sua promessa de marca é a construção da personalidade da sua empresa, que é o principal fator de aproximação entre consumidor e marca. Isto vale tanto para B2B quanto para B2C e deve ser muito bem debatida e assimilada pelos líderes da empresa.

    Influenciar o comportamento de compra através de sua personalidade

    A reputação das empresas tem três componentes importantes: sua personalidade, o valor que você oferece e o resultado das experiências que seus clientes experimentam através do envolvimento com a sua empresa, produtos e serviços. Se sua empresa está com a promessa de marca devidamente alinhada, então tem total controle da relevância de todos estes três elementos, pois sua personalidade está traçada, seu valor está bem claro e as expectativas de seus clientes estarão, a princípio, alinhadas com a experiência que será oferecida.

    As pessoas não compram somente para melhorar a sua auto-estima. Os drivers de comportamento para os clientes de hoje são: ser parte de algo, adicionar, melhorar e criar valor para fazer a diferença em suas vidas e na  sua comunidade. Não só as pessoas compram com base na entrada e as afirmações de sua própria comunidade, mas também para partilhar o valor que recebem de suas compras com outros em sua tribo. A grande ideia é que nos sentimos melhor por ter compartilhado com o outro aquilo que valorizamos. E compartilhamos principalmente aquilo que nos identificamos.

    Não quero ensinar o óbvio para você, mas esta é a base para entender como sua reputação se encaixa no contexto dos seus consumidores. Definir sua promessa de marca é definir seus valores, sua personalidade e entender como compartilhá-los com seus consumidores. Por consequência, o vínculo entre empresa e cliente será reforçado e sua marca reconhecida, dando espaço para, aí sim, surgirem às oportunidades que tornam marcas memoráveis.

    Luiz Henrique Gagliardi, formado em publicidade e propaganda pela FAAP com MBA em Marketing pela Fundace/USP. Atua como sócio da AmittiBrasil| Gestão de Marcas, uma agência de branding (www.amittibrasil.com.br). Twitter: @luiz_henriqueg

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  • Teclado Brand

    Olha que mercantil e interessante a criação do designer industrial Ignacio Pilotto. Uma troca de signos que não altera o siginificado,  também reforçada pelo estímulo anterior relativo á impressão visual e a localização no modelo ‘qwerty’.

    Para ele “A repetição dos logotipos utilizados pela publicidade no nosso dia-a-dia nos influi psicologicamente, fazendo com que nosso cérebro reconheça as marcas sistematicamente. Quando isso acontece não é necessário ter uma letra no teclado, basta ter a marca que começa com a letra respectiva a cada tecla. É o que tentei fazer com esse projeto. Apenas troquei as letras do alfabeto pelas principais marcas do mundo. Assim fica bem mais fácil do cérebro associar a cada letra.

    Marcas : Adidas – Burger king – Coca Cola – Disney – Ebay – Facebook – Google – Hp – Intel – J&b – Kodak – Lacoste – Mac donald´s – Nike – O2 – Pepsi – Quaker – Rolling stone – Shell – Twitter – Unilever – Virgin – WordPress – Xerox – You tube – Zippo.

    Fonte: Criação Criativos.

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