• 5 lições sobre liderança que podemos absorver com Fábio Carille, técnico do Corínthians

    5 lições sobre liderança que podemos absorver com Fábio Carille, técnico do Corínthians.

    O clube de Itaquera acabou de consagrar-se heptacampeão brasileiro. Tão expressivo quanto o tamanho e importância do clube e a ótima campanha realiza, está o desempenho do seu treinador, Fábio Carille. No cargo desde 22 de dezembro de 2016, o “professor” exibe um retrospecto de dar inveja a qualquer veterano, apesar de sua jovialidade. De lá para cá, o time possui um aproveitamento de 54% de vitórias, nos 72 jogos totais. Se somarmos os empates são praticamente 85% dos jogos sem derrotas. Impressionante! Mas, que lições podemos tirar do líder Carille?

    1. Humildade.
    Bons líderes não precisam de falatório, ou seja, se concentram no trabalho e resultado, reconhecem seus erros e labuta para corrigí-los com discrição.

    2. Confiança na equipe.
    Líderes depositam confiança na equipe e motivam seus colaboradores.

    3. Persistência.
    Os líderes nunca desistem e se mantém ativos em seus propósitos e virtudes.

    4. Conhecimento.
    Os vencedores possuem conhecimento sobre as capacidades e deficiências de sua equipe, bem como da atividade a ser realizada. Caso o conhecimento seja ameaçado, estuda e se aperfeiçoa.

    5. Tem visão de longo prazo.
    E, por fim, os líderes de sucesso tem capacidade de enxergar a longo prazo.

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  • Porquê tenho que estudar Filosofia, Antropologia e outras matérias chatas no primeiro ano de faculdade?

    Muitos estudantes universitários questionam o porquê de se estudar matérias como Filosofia, Sociologia, Antropologia e outras, normalmente no primeiro ano de faculdade. A ansiedade e a avidez por aprender assuntos específicos e ainda, a pressão para resultados rápidos no mercado de trabalho, somados a pouca idade e a ainda limitação da capacidade de enxergar a vida em 360 graus faz com que os jovens subestimem alguns aspectos pertinentes sobre a graduação superior.

    No Brasil, os cursos superiores são classificados em quatro tipos: bacharelado, licenciatura, tecnológico e sequencial. Segundo o MEC (Ministério da Educação), o bacharelado é o curso superior que “confere ao diplomado competências em determinado campo do saber para o exercício de atividade acadêmica ou profissional” e normalmente estruturada em 4 anos curriculares. Os bacharéis são os ‘produtores de conhecimento’, ou seja, os cursos com essa definição possuem uma formação orientada aos saberem gerais e específicos, conferindo ao discente a capacidade de compreender o “de onde vim e para onde vou” a partir de uma área do conhecimento científico.

    A Filosofia, mãe de todas as ciências, estuda e investiga as origens do conhecimento, a existência e a verdade a partir da argumentação lógica e do pensamento (raciocínio). Oras. E o que mais faremos dentro das empresas, senão argumentar de maneira lógica através do uso do raciocínio crítico? A Filosofia não trata das partes específicas, mas sim a partir de diversas áreas da investigação científica, como a lógica, metafísica, epistemologia, ética, política, artes. Esquecem os jovens que toda formação humana é essencialmente fruto de uma discussão filosófica, acurada pela experiência. Já a Sociologia é a ciência que estuda o comportamento do ser humano enquanto membro de grupos e dos fenômenos sociais. Oras, mais uma vez, o que é uma empresa senão o agrupamento de pessoas com determinados comportamentos que originam diversos fenômenos sociais? Do mesmo modo, a Antropologia tem como objeto o HOMEM e sua identidade formatada pelas culturas e pelas diversidades.

    Como objetivo, a formação acadêmica superior – bacharelado –  propõe-se a incutir no jovem um cunho pluralista, imerso em uma correta visão enquanto cidadão, ser humano e notório especialista em uma área específica do conhecimento com uma destacada capacidade de olhar para fora e para dentro de si mesmo com vistas para a construção do conhecimento futuro.

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  • Crowdfunding

    Já ouviu falar de Crowdfunding? A ideia carregada por trás desta palavra é bem interessante, afinal, Crowdfunding, ou crowdsource funding, são todas as ações de financiamento ($) colaborativo / coletivo. Em resumo, trata-se de investimentos coletivos (doações) em ideias de terceiros. Funciona mais ou menos assim: 1º. Você tem uma ideia de negócio, projeto de cunho social, esportivo, ambiental, site, blog ou qualquer outra coisa. 2º. Divulga essa ideia (normalmente na internet) solicitando grana para viabilização da mesma. 3º. Várias pessoas colaboram – a doação é prevista no Código Civil, nos artigos 538 a 564, devendo ser declarado para o Imposto de Renda a partir de R$ 1.000,00 –  com pequenas quantias em dinheiro, em ambiente de pagamento seguro, até você atingir seu objetivo. 4º. O autor da ideia recompensa essas pessoas de alguma forma, posteriormente.  Legal, não?

    Mas, na prática, isso existe de verdade? Sim, claro. O maior exemplo de projeto que sobrevive exclusivamente de Crowdfunding é o Wikipedia. Outro exemplo bem conhecido, porém baseado na mídia televisiva é o Criança Esperança. Os projetos colaborativos não são tão raros assim, atualmente já existem vários sites que agregam ideias na tentativa de gerar financiamento coletivo. Muitos permitem a colaboração coletiva de valores pequenos, como R$ 10,00. Alguns merecem destaque, tais como:

    Dos citados acima, o Mobilize possui uma característica peculiar, pois está totalmente baseado dentro do Facebook a partir de aplicativo, o que permite que qualquer fan page seja transformada em uma campanha de crowdfunding.

    Bem, evidente que, aos interessados em divulgar seus projetos, não basta cadastrar  seu projeto em algum agregador e aguardar “milagrosamente” o dinheiro oriundo dos finaciamentos colaborativos entrar em sua conta. Coloque-se do outro lado, afinal, você financiaria ou doaria uma quantia, pequena que seja, em ideias sem pé nem cabeça ou que geram desconfiança? É importante que sua ideia esteja muito bem escrita, se possível em um site ou blog, com um layout no mínimo organizado ou organizada em uma apresentação. Também há que se gerar mecanismos para recompensas aos investidores, com critérios claros sobre a política de ganho que os participantes terão ao colaborar com sua ideia. Outro fator é a divulgação transparente de seus dados, currículo e forma para as pessoas entrarem em contato com o projeto.

    Abaixo seguem alguns vídeos sobre o assunto:

    Via Programa Olhar Digital

    Via Recheio Agência de Conteúdo

    Mais informações podem ser obtidas no blog Crosdfunding Brasil e no iG Startups.

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  • O uso da palavra “grátis”

    Extraído de http://www.americanas.com.br/linha/267908/informatica/tablets-e-ipad?WT.mc_id=menuLateral-tablets / Acesso em 12/05/2012 as 10h51

    Em qualquer oferta de produtos ou serviços, há que se ter muito cuidado quando se inclui a palavra “grátis”. Tal promessa deve ser verdadeira e sem a criação de um embuste para o consumidor.

    O Código de Auto-Regulamentação Publicitária (Código do Conar), na seção 5 – Apresentação Verdadeira -, parágrafo 4º,  sentencia a seguinte orientação quanto ao emprego da palavra “grátis”:

    § 4º – Uso da Palavra “Grátis”

    a. O uso da palavra “grátis” ou expressão de idêntico significado só será admitido no anúncio quando não houver realmente nenhum custo para o Consumidor com relação ao prometido gratuitamente;
    b. nos casos que envolverem pagamento de qualquer quantia ou despesas postais, de frete ou de entrega ou, ainda, algum imposto, é indispensável que o Consumidor seja esclarecido.

    Ainda, o Código de Auto-Regulamentação do Marketing Direto (Código da ABEMD) diz que “Qualquer produto ou serviço oferecido ao consumidor sem custos ou obrigações pode ser apresentado como “grátis”. Quando um produto ou serviço for oferecido gratuitamente e/ou quando a oferta exigir que o consumidor compre outro produto ou serviço, todos os termos e condições devem ser apresentados junto à palavra “grátis” ou ao termo semelhante.”

    Já, corroborando as sentenças supra mencionadas, o Código de Proteção e Defesa do Consumidor – Lei nº 8.078 de 11 de setembro de 1990 – assegura ao consumidor o Direito quanto ás veracidades das informações dispostas sobre o produto/serviço acerca de quantidade, peso, preço, riscos, modo de utilizá-lo, dentre outras.  Também, essa mesma Legislação vigente, indica que toda publicidade enganosa e abusiva é considerada crime (art. 67, CPC). Propaganda enganosa é toda aquela que contém informações falsas ou que esconde ou deixa faltar informações necessárias sobre o produto/serviço (informações sobre características, quantidade, preço, origem e propriedades).

    Com base nas legislações correlatas, não posso deixar de mensionar o equívoco das Lojas Americanas na oferta do produto citado na imagem acima, onde claramente fica evidenciado que o serviço propagado como “grátis” de fato possui um ônus de R$100,00 ao consumidor, incutindo assim, ao varejista, as sanções previstas em lei.

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  • Que tal investir em marketing sem botar a mão no bolso? (Parte 3/3)

    Os vilões das leis de incentivos. A boa notícia é que estes vilões podem se transformar em mocinhos. É só ter boa vontade política.

    Como tudo que é bom dura pouco, este artigo chegou ao fim. E chegou ao fim para (tentar) responder à pergunta de um milhão de reais: “por que a lei de incentivo à cultura e ao esporte é tão pouco utilizada se é tão boa?”. A culpa não é da lei. É do homem. A boa notícia é que não tem um, mas 3 vilões! Ou seja, responsabilidade para todo mundo da cadeia produtiva… E a má notícia é que não fazemos nada para mudar. A não ser que você, ADMINISTRADOR DE MARKETING, reavalie como paga os tributos de sua organização e aproveite a oportunidade que a lei lhe oferece para fazer comunicação de qualidade com custo zerado ou muito próximo disso.
    Antes de começar sua leitura, uma pergunta: você já leu as primeira e segunda partes deste artigo? Não, então visite lá:
    1ª parte: http://www.elciofernando.com.br/blog/2012/02/leis_de_incentivo_i-que-tal-investir-em-marketing-sem-botar-a-mao-no-bolso/
    2ª parte: http://www.elciofernando.com.br/blog/2012/03/que-tal-investir-em-marketing-sem-botar-a-mao-no-bolso-parte-23/

    Voltando então ao que interessa: no final deste texto darei sugestões para que cada parte envolvida repense sua posição e busque novos caminhos para, de um lado, fomentar a cultura e esporte no nosso país, gerando empregos diretos e indiretos, e, de outro, estimular empresas a usarem os benefícios fiscais a que têm direito em prol de sua comunicação corporativa.

    O primeiro culpado é o Estado Nacional e o Governo. O Estado, como expressão de sua sociedade, não compreende a importância da cultura, educação, arte, esporte para o desenvolvimento social. Em países mais desenvolvidos, a arte é financiada – de verdade – pelo Estado, porque este entende que aquela passa por sazonalidades em consequência de ciclos de criação ou produtividade (nenhum artista, por exemplo, é capaz de criar 100% do tempo; nenhum esportista consegue competir 100% dos dias. Mas ambos precisam suprir suas necessidades básicas nos 365 dias do ano!). Este Estado Nacional, infelizmente, é o maior culpado. Infelizmente, porque ele é reflexo de seu povo. Já o Governo, entram e saem partidos do poder, não é capaz de criar políticas culturais e de esporte de LONGO PRAZO. Criam, ao contrário, entraves. A Lei Rouanet, a mais utilizada no país, por exemplo, é um emaranhado de regras que nos fazem ter certeza de que quem as cria são pessoas que odeiam a arte! Não bastassem os meandros jurídicas que qualquer procedimento fiscal exige, há uma morosidade cruel no âmbito administrativo (Ministério da Cultura) para aprovação de um projeto – o que deveria ser aprovado num rito sumário, leva (não raro) ano inteiro. Quando não chega ao plural este substantivo…: eu mesmo já tive 1 projeto que demorou 3 anos para ser aprovado porque a Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura – inacreditavelmente – perdia os documentos que (eu) havia mandado séculos atrás. Em tempo: esta secretaria e demais braços do Ministério têm gestores fantásticos, muitas vezes imobilizados pela burocracia weberiana.

    Enquanto o Estado não reavaliar sua posição frente ao futuro do país, vinculando parte considerável do nosso poderoso PIB à cultura, à educação e ao esporte, não serão as leis de incentivo a estes segmentos que darão engrenagens ao desenvolvimento social. E ao Governo compete desburocratizar o trâmite, derrubar regras absurdas (como, por exemplo, tirar de um orçamento, submetido à sua apreciação do Minc, a locação de equipamento de luz de um espetáculo teatral, argumentando que a infraestrutura do teatro deve oferecer estes equipamentos! Somente um marciano não sabe que 95% dos teatros brasileiros NÃO têm equipamento de luz próprio, cabendo à produção esta infraestrutura, até porque cada montagem tem um desenho de iluminação diferente da outra! Isso também aconteceu comigo em outro projeto.). Não basta dinheiro, são necessários programas de fomento, ensinar o povo a comprar cultura, consumir arte. O produtor sente que o sistema está contra ele: parece que todos fazem tudo para limar qualquer possibilidade de sucesso na captação de recursos.

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