• Que tal investir em marketing sem botar a mão no bolso? (Parte 3/3)

    Os vilões das leis de incentivos. A boa notícia é que estes vilões podem se transformar em mocinhos. É só ter boa vontade política.

    Como tudo que é bom dura pouco, este artigo chegou ao fim. E chegou ao fim para (tentar) responder à pergunta de um milhão de reais: “por que a lei de incentivo à cultura e ao esporte é tão pouco utilizada se é tão boa?”. A culpa não é da lei. É do homem. A boa notícia é que não tem um, mas 3 vilões! Ou seja, responsabilidade para todo mundo da cadeia produtiva… E a má notícia é que não fazemos nada para mudar. A não ser que você, ADMINISTRADOR DE MARKETING, reavalie como paga os tributos de sua organização e aproveite a oportunidade que a lei lhe oferece para fazer comunicação de qualidade com custo zerado ou muito próximo disso.
    Antes de começar sua leitura, uma pergunta: você já leu as primeira e segunda partes deste artigo? Não, então visite lá:
    1ª parte: http://www.elciofernando.com.br/blog/2012/02/leis_de_incentivo_i-que-tal-investir-em-marketing-sem-botar-a-mao-no-bolso/
    2ª parte: http://www.elciofernando.com.br/blog/2012/03/que-tal-investir-em-marketing-sem-botar-a-mao-no-bolso-parte-23/

    Voltando então ao que interessa: no final deste texto darei sugestões para que cada parte envolvida repense sua posição e busque novos caminhos para, de um lado, fomentar a cultura e esporte no nosso país, gerando empregos diretos e indiretos, e, de outro, estimular empresas a usarem os benefícios fiscais a que têm direito em prol de sua comunicação corporativa.

    O primeiro culpado é o Estado Nacional e o Governo. O Estado, como expressão de sua sociedade, não compreende a importância da cultura, educação, arte, esporte para o desenvolvimento social. Em países mais desenvolvidos, a arte é financiada – de verdade – pelo Estado, porque este entende que aquela passa por sazonalidades em consequência de ciclos de criação ou produtividade (nenhum artista, por exemplo, é capaz de criar 100% do tempo; nenhum esportista consegue competir 100% dos dias. Mas ambos precisam suprir suas necessidades básicas nos 365 dias do ano!). Este Estado Nacional, infelizmente, é o maior culpado. Infelizmente, porque ele é reflexo de seu povo. Já o Governo, entram e saem partidos do poder, não é capaz de criar políticas culturais e de esporte de LONGO PRAZO. Criam, ao contrário, entraves. A Lei Rouanet, a mais utilizada no país, por exemplo, é um emaranhado de regras que nos fazem ter certeza de que quem as cria são pessoas que odeiam a arte! Não bastassem os meandros jurídicas que qualquer procedimento fiscal exige, há uma morosidade cruel no âmbito administrativo (Ministério da Cultura) para aprovação de um projeto – o que deveria ser aprovado num rito sumário, leva (não raro) ano inteiro. Quando não chega ao plural este substantivo…: eu mesmo já tive 1 projeto que demorou 3 anos para ser aprovado porque a Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura – inacreditavelmente – perdia os documentos que (eu) havia mandado séculos atrás. Em tempo: esta secretaria e demais braços do Ministério têm gestores fantásticos, muitas vezes imobilizados pela burocracia weberiana.

    Enquanto o Estado não reavaliar sua posição frente ao futuro do país, vinculando parte considerável do nosso poderoso PIB à cultura, à educação e ao esporte, não serão as leis de incentivo a estes segmentos que darão engrenagens ao desenvolvimento social. E ao Governo compete desburocratizar o trâmite, derrubar regras absurdas (como, por exemplo, tirar de um orçamento, submetido à sua apreciação do Minc, a locação de equipamento de luz de um espetáculo teatral, argumentando que a infraestrutura do teatro deve oferecer estes equipamentos! Somente um marciano não sabe que 95% dos teatros brasileiros NÃO têm equipamento de luz próprio, cabendo à produção esta infraestrutura, até porque cada montagem tem um desenho de iluminação diferente da outra! Isso também aconteceu comigo em outro projeto.). Não basta dinheiro, são necessários programas de fomento, ensinar o povo a comprar cultura, consumir arte. O produtor sente que o sistema está contra ele: parece que todos fazem tudo para limar qualquer possibilidade de sucesso na captação de recursos.

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  • Dicas do Facebook para melhorar sua timeline empresarial ou pessoal

    Quer fazer da sua timeline no Facebook um sucesso? O próprio Face tem algumas dicas para auxiliá-lo na utilização e gestão da rede social e deixá-la mais interessante. Lembre-se que, quando falamos da empresa de Zuckerberg, há em torno de 800 milhões de usuários dividindo as atenções de todos. As dicas valem para as páginas empresariais e também para as páginas pessoais, confira:

    Escolha uma foto atraente para a capa: o novo foto da capa capta a cultura e essência de uma marca e ainda pode mostrar os produtos – é o primeiro elemento que as pessoas veem quando visitam a página da marca. A Dafiti utiliza o espaço para divulgar suas novas coleções e, com isso, já registra mais de 800 mil fãs em sua página. As marcas podem mudar a foto sempre que quiserem e podem usar imagens criativas e estimulantes para motivar a audiência.

    Utilize uma foto nítida para o perfil: este é o melhor lugar para usar uma imagem que identifique visualmente a empresa. Como a imagem do perfil representa a página da marca em outras partes do Facebook – em miniatura como anúncios ou no feed de notícias – uma imagem de alta qualidade (como o logotipo) que as pessoas associam à marca pode ser uma boa escolha.

    Incorpore marcos à linha do tempo: as empresas agora podem se beneficiar de fotos maiores, videos e links para engajar visualmente os fãs. Para garantir que os internautas visualizarão as melhores publicações, posts podem ser marcados na linha do tempo, assim poderão ser vistos mesmo depois que saírem do feed de notícias. As marcações também podem ser utilizadas para definir os momentos principais na história da companhia, e permitem que os fãs conheçam e interajam com as histórias registradas no passado.

    Marque um post por semana: as empresas podem posicionar as histórias mais importantes no topo da página por até sete dias. Assim, os fãs não perdem o melhor conteúdo.

    Organize conteúdo e aplicativos: as fotos de uma marca e os aplicativos personalizados vão aparecer no topo da página e podem ser reordenados a qualquer momento. As marcas também podem criar miniaturas personalizadas para destacar o que for mais relevante – como eventos ou aplicativos para produtos específicos ou promoções.

    Gerencie a página: administradores podem agora gerenciar facilmente suas páginas por meio do painel de administração, que permite edição de conteúdo, mapeamento de atividade, respostas aos comentários e também a visualização das informações sobre a página.

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  • Skates quebrados viram bancos estilosos

    Olha que ideia bacana.  Skates quebrados ou inutilizados se transformam em bancos estilosos e ainda por cima são economicamente sustentáveis, por reaproveitar produtos que antes seriam descartados em lixões. Estas ideias mostram como é possível desenvolver produtos diferentes reaproveitando “lixos” . O projeto Deckstool pode ser conferido aqui.

    Vi aqui

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  • 7 erros na dinâmica de grupo

    Saiba quais são os principais fatores que prejudicam o candidato nesta fase do processo seletivo.

    Por Rômulo Martins – Empregos.com

    A dinâmica de grupo é a maneira mais eficaz de avaliar comportamentos e atitudes do candidato frente a circunstâncias às quais se está sujeito no ambiente corporativo, afirmam especialistas. Argumento forte o suficiente para que qualquer deslize prejudique o aspirante à vaga de emprego e, mais tarde, seja fator de eliminação no processo seletivo. Para você acertar, o Empregos.com.br listou sete situações que podem desclassificar o profissional durante esta etapa.

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  • 6 dicas para elaborar um currículo atraente e eficaz

    Na era digital vale inovar no documento. Um layout diferente ou um documento interativo pode surpreender o recrutador.

    Por Rômulo Martins / Fonte: Empregos.com

    Entre uma pilha de currículos fica difícil chamar a atenção do recrutador. Mas se você dedicar um pouco mais de tempo no aprendizado de ferramentas on-line e na criação do seu documento profissional pode se destacar dentre os concorrentes.

    Há quem aproveite o layout de redes sociais como Facebook e Twitter para elaborar um currículo diferente e criativo. Mas não é só. Você pode aproveitar a internet e criar seu documento na própria rede, à disposição de quem quiser consultar. Inclusive pode disponibilizar seus melhores trabalhos no ambiente digital e, assim, obter mais chances de atrair o recrutador.

    Com um pouco mais de talento e criatividade é possível elaborar um currículo interativo, fazendo com que os profissionais de recursos humanos passeiem pela sua trajetória profissional de maneira simples e divertida. Ou que tal preparar um currículo no formato de infográfico ou até mesmo um videocurrículo no YouTube?

    Você só não pode esquecer de colocar as informações de forma estratégica. Afinal, o formato diferenciado do seu currículo não pode atrapalhar na análise do conteúdo. “Escreva de uma forma que o recrutador consiga visualizar as informações principais e sinta vontade de comprar o produto”, recomenda Bruna Dias, gerente da Cia de Talentos.

    Confira as dicas da especialista para você fisgar o recrutador através do formato e conteúdo do seu currículo.

    1. Identifique-se
    Não se esqueça de informar os dados pessoais por meio dos quais o recrutador vai entrar em contato com você. Tenha atenção especial ao e-mail e telefone. Se julgar interessante, informe as redes sociais que mais utiliza.

    2. Seja claro e objetivo
    Diga de cara qual é o seu objetivo. Você quer atuar em qual área? Tem competência para assumir qual posição? Da mesma maneira, cite as experiências profissionais que possam ser interessantes à vaga de emprego disponível. Não precisa mencionar uma série de cursos fora de sua área de atuação.

    3. Destaque sua formação e idiomas
    Informe os cursos de graduação ou especialização condizentes à sua área, bem como instituição de ensino e ano de conclusão. Coloque em destaque os idiomas estrangeiros e o nível de fluência neles. Pode ser um diferencial.

    4. Fale sobre suas atividades
    É importante mencionar em tópicos, de forma resumida, suas principais atividades nos empregos anteriores ou atual. Se você conquistou uma promoção, não se esqueça de informar no currículo.

    Caso você não tenha experiência e busca uma vaga de estágio ou trainee, fale sobre atividades complementares no meio acadêmico, projetos de iniciação científica, trabalhos voluntários. Vale até citar o projeto desenvolvido no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ou suas preferências e interesses pessoais e profissionais.

    5. Dê ênfase às suas qualificações
    Resuma suas principais competências ou qualificações para o recrutador. Mas não carregue o seu currículo de adjetivos. Diga qual sua área de atuação, principais conhecimentos e certificações, domínio de línguas estrangeiras.

    6. Divulgue os seus trabalhos
    Você pode disponibilizar um link em seu currículo através do qual o recrutador terá acesso aos seus principais trabalhos. Assim, ele poderá ter uma prévia do seu estilo profissional, do que você sabe fazer e como será útil na companhia que está recrutando.


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