• O que é o fluxo de caixa?

    Administrar corretamente o fluxo de caixa é uma das rotinas administrativas mais importantes no dia a dia de uma empresa. Uma boa gestão financeira só é eficaz se o empresário ou empreendedor utilizar corretamente as ferramentas apropriadas e de maneira acertada. Uma destas ferramentas é o Fluxo de Caixa.  O fluxo de caixa é um controle que auxilia e organiza a movimentação financeira de modo a prever as entradas e saídas (pagamentos) de dinheiro,  para um melhor planejamento das sobras ou faltas de caixa.  Em resumo, o fluxo de caixa é um relatório que indica as entradas e saídas de dinheiro da empresa. Para melhor executá-lo, utilize uma planilha (pode ser informatizada – ou seja, dentro do sistema da empresa – ou criada em editores de planilhas) e atualize-e diariamente, extraindo da mesma informações para as tomadas de decisões futuras, tais com a capacidade para constrair dívidas a partir da projeção de pagamentos e recebimentos.

    No link abaixo, segue uma planilha feita no programa Excel, para que você exercite e administre seu fluxo de caixa.
    fluxo_caixa_modelo_branco

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  • A união de empreendedorismo, negócios, marketing e cinema

    Espalhar ideias empreendedoras e criativas por meio de análises de filmes e embasadas em conceitos corporativos contemporâneos.

    Este é o principal objetivo do CINEBusiness, um site que procurar aliar negócios, cultura e empreendedorismo em artigos escritos (ou falados) por profissionais de várias áreas de atuação.

    No ar desde 2010, o CINEBusiness passa atualmente por sua maior reformulação. Com nova logomarca, layout moderno, imagens maiores e mais atraentes e com gestão profissional, o site mostra que pretende, de fato, conquistar seu espaço no universo digital e ampliar sua base de leitores.

    O projeto surgiu no final de 2009 quando Enrico Cardoso, profissional de marketing natural de Volta Redonda, pensou em transmitir às pessoas que empreendedorismo não é um dom, mas sim uma questão de iniciativa aliada a técnicas empreendedoras que poderiam ser ensinadas, aprendidas e difundidas.

    Enrico sempre acreditou que a cultura era o melhor canal para crescimento pessoal: “temos que focar na cultura como ponto de aprendizado”, afirma o jovem empreendedor. Pensando nisto, deduziu que a melhor maneira de espalhar suas ideias era por meio de um blog que usasse o cinema como meio de divulgação e ensinamento. “O cinema é um canal para que possamos ampliar a bagagem cultural das pessoas e, com isso mudar suas ideias”, acredita.

    Foi com este foco que, em janeiro de 2010, ele se juntou com Alexandre Viveiros, Marcus Vinicius Paiva e Wendell Carvalho e fundaram o CINEBusiness, cujo primeiro artigo foi uma análise sobre a ganância corporativa tendo como referência cinematográfica o megassucesso Avatar.

    A iniciativa prosperou e o CINEBusiness cresceu.

    Inicialmente com apenas quatro colaboradores, hoje o site conta com 15 profissionais das mais diversas formações e experiências. Todos têm o compromisso de postar um artigo por mês e contam com liberdade para escolher o tema a ser abordado e, claro, o filme em questão. Porém, agora, eles devem seguir o Manual do Autor, um conjunto de padrões e regras que aborda desde a forma e limite dos textos até questões de autoria e pontualidade na entrega dos artigos.

    O CINEBusiness está em busca de novos leitores.  Para isto, está orientando suas luzes para o público jovem, normalmente universitários, que adoram cinema, são ávidos consumidores de filmes, “heavy users” em internet e antenados com as novas tecnologias.

    Desta forma, os administradores do CINEBusiness se preocuparam com a posição do site na busca orgânica do Google. Técnicas de SEO foram implementadas e os artigos têm estrutura aprovada pelo W3C para melhor performance nos navegadores.

    Além disso, o CINEBusiness da agora, início a uma versão mobile do site.

    Todas estas preocupações apontam para uma maturidade do site e também de seus gestores.

    Seu fundador, Enrico Cardoso, aplica na prática tudo aquilo que prega em suas palestras e cursos de gestão de marcas, branding e marketing: ideias e atitude. “Olhando o primeiro site, que ainda está no ar, é possível ver que demos um salto gigantesco em qualidade”, orgulha-se.

    E não é para menos. O CINEBusiness mostra que está no caminho certo!

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  • A força do interior

    A força do interior. Crescimento interior x capital. Fonte: Nielsen Brasil

    Por @nielsenbr. Quando você pensa no morador das cidades do interior, o que te vem à mente? Se você pensa em um homem de calças curtas e camisa xadrez, chapéu de palha e mastigando um capim, seu pensamento está ultrapassado! O morador das cidades pequenas e médias não corresponde mais a esse estereótipo. Atualmente esse habitante tem impulsionado o varejo na região – que já ultrapassou o crescimento nas capitais.

    Um levantamento da Nielsen Brasil apurou que no último ano houve avanço de 13% no número de novos supermercados no interior paulista, diante da expansão de 8% na capital. Em Minas Gerais, a capital cresceu 10% nesse aspecto, enquanto no interior cresceu 36%. Nos estados do Rio de Janeiro e Paraná a tendência é a mesma.

    “Esse fenômeno já vinha ocorrendo, mas ficou mais evidente no ano passado”, afirma Mariana Andrade, analista de mercado da Nielsen Brasil. O desenvolvimento se deve especialmente ao crescimento demográfico das cidades. O processo de urbanização dessas regiões, que começou há mais de 50 anos, atraiu a população de cidades pequenas em busca de oportunidades. Portanto, grande parte desse crescimento se deve ao impacto da migração.

    Além do crescimento da população, o desenvolvimento da economia no interior do Brasil tem propiciado melhor distribuição de renda, o que gera a desconcentração do consumo.

    Vale ressaltar que esse crescimento não foi apenas no número de Autosserviços; 48% do crescimento em valor dessas lojas veio das cidades do interior, o que indica que os consumidores estão gastando mais e qualificando o seu consumo. Mariana conta que as categorias mais vendidas estão relacionadas à sofisticação, indulgência, praticidade e saudabilidade.

    Atentos a esse panorama, varejistas têm investido na abertura de lojas nas cidades pequenas e médias. “A indústria ainda tem grandes desafios relacionados à logística e ao entendimento do perfil do consumidor de cada região para entregar soluções compatíveis”, explica a analista.

    Além do varejo, outras atividades impulsionam diversas regiões: agronegócio, mineração e energia impulsionam algumas cidades e evidenciam a vocação do Brasil para commodities. A atividade industrial e tecnologia são outras atividades que impulsionam as cidades de Sorocaba, São José dos Campos, São José do Rio Preto e Londrina.

    Tudo isso mostra que o consumidor do interior também gosta, e agora pode, de consumir produtos de maior valor agregado e tem um estilo de vida cada vez mais parecido ao consumidor das grandes cidades.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • Não importa o tamanho que você tem, mas sim o que você parece ter

    “Davi derrotou Golias porque para ele não existia diferença de tamanho – leia-se competência – entre ele e o gigante. Ele se viu como igual e, como tal agiu, enfrentando e vencendo o monstrengo.”

    Todo empreendedor acredita que tem o melhor negócio do mundo. E, em meio a isso, muitas vezes eles realmente têm, mas a mentalidade de empreendedor, de ser pequeno acaba o afastando de ser grande, de crescer e de realmente ter o melhor negócio do mundo.

    Eu conheço algumas dezenas de empreendedores que são micro no tamanho e têm sobre suas costas a maior parte da operação de uma empresa – que muitas vezes é dividida apenas com um assistente. No meio dessa brincadeira toda, por estar atarefado demais dando conta de todas as áreas do mundo, algumas coisas acabam ficando esquecidas.

    Na semana passada eu visitei um cliente que me confessou que o marketing de suas três empresas fica todo com ele. E que agora, trabalhando na abertura da quarta, nem tem tido tempo pra fazer marketing. Ele me confessou ainda que, tem muitas coisas para fazer, além de apenas marketing e trabalhar na abertura de sua nova empresa, uma vez que movimentam algo em torno de dez milhões de reais em aplicações.

    Eu conheci uma pessoa que dizia que o empreendedor precisa focar no lado estratégico. E, enquanto isso precisa encontrar pessoas para que possa confiar a elas o lado operacional.

    É aquela velha história de pensamento no céu e pés no chão. Se a pessoa tiver que pensar no crescimento da empresa, pensar nos investimentos, na sede nova que tá ficando pronta e, ao mesmo tempo ter que levar sozinha o dia-a-dia do negócio, em algum momento, alguma coisa vai dar errado.

    O segredo número um para o sucesso de uma pequena empresa é: parecer grande. Eu não estou dizendo que você tem que ser grande. Mas sim parecer.

    Se você não tá dando conta do recado, contrate alguém pra dar. No caso do meu amigo, eu disse a ele que, se ele não tava dando conta do recado do marketing, deveria arrumar alguém pra fazer isso. E, junto com isso, aliviar outras áreas relacionadas que também o estavam sobrecarregando, como: atendimento, comercial, etc.

    A empresa precisa parecer grande.

    Ela não precisa de um organograma gigantesco com um gerente para cada área, mas o empreendedor não pode ficar responsável por todas as áreas da empresa. Quando o empreendedor é o responsável por todas as áreas da empresa a impressão que da pra clientes, concorrentes e fornecedores é que ele não é PROFISSIONAL.

    Profissionalizar uma empresa passa pela etapa de delegar funções às pessoas. E, obviamente, antes disso, encontrar pessoas de confiança para ajudar no operacional.

    A primeira estratégia de marca que uma empresa precisa ter é essa: parecer maior do que é. (mais…)

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  • Pens for College. O belo exemplo de empreendedorismo do jovem Alex Lesniak

    Fonte: Alex Lesniak / http://pensforcollege.shopping.officelive.com

    Um belo exemplo de empreendedorismo, criatividade e habilidade pessoal! Motivado por um trabalho escolar e decepcionado com os produtos já existentes, o pré-adolescente Alex Lesniak, de 11 anos, produziu uma caneta de madeira na marcenaria de seu pai. Só que o menino não parou por aí, transformou a atividade acadêmica em uma forma de arrecadar dinheiro para seus estudos com a venda das canetas e hoje (atualmente com 14 anos) é um negócio próprio com informações e vendas através do site Pens for College e conhecido em várias partes dos EUA, inclusive já tendo recebido algumas premiações.

    Assista o vídeo abaixo com a demonstração da produção de uma de suas canetas de madeira. Juro que fiquei surpreso com o resultado.

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