• Grupo EBX estreia plataforma digital

    Fonte: http://www.eikebatista.com.br/page/index.aspx

    O Grupo EBX, do empresário Eike Batista, lança sua a nova plataforma eletrônica, multimídia e aberta a todos.  O site do empresário (www.eikebatista.com.br) traz informações sobre suas realizações nas áreas socioambientais, de educação e cultura, empreendimentos e visão de futuro. A página apresenta ainda a Visão 360⁰, trajetória pessoal, conceitos de empreendedorismo e acervo digital, com palestras e entrevistas.

    Além do site pessoal, está disponível também o “Descubra a Ebx” (www.descubraebx.com.br), com conteúdo rico sobre as cinco companhias do grupo: OGX (petróleo), MPX (energia), LLX (logística), MMX (mineração) e OSX (indústria offshore).

    E ainda, o grupo lançou dia 19 p.p um canal customizado no YouTube www.youtube.com/grupoebx com diversas entrevistas de Eike Batista e vídeos sobre os empreendimentos, além de palestras ministradas por Eike a estudantes e demais realizações ocorridas desde a criação da Ebx, na década de 1980.

    Os sites vão funcionar de modo integrado ao Twitter de Eike Batista, no endereço www.twitter.com/eikebatista, que já possui mais de 226 mil seguidores. A ideia dessas iniciativas digitais é materializar esses valores numa plataforma aberta, integrada e acessível a todos. Acesse e participe dando sua opinião.

    Fonte: Agência Ideal / Editado pelo blog avemarketing.

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  • Utilidade – Finep prorroga prazos para inscrições de subvenção econômica

    Está quase no fim o prazo para que as empresas enviem suas propostas de apoio a projetos de inovação da Finep – Financiadora de Estudos e Projetos, vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Mais detalhes no Manual de Convênios Finep, aqui.

    Divulgação  Finep / A diretoria da FINEP prorrogou para 13 de outubro o prazo para envio eletrônico de propostas por empresas candidatas à Seleção Pública de Subvenção Econômica à Inovação 01/2010. O documento em papel deve ser postado no dia 14 de outubro. O motivo foi uma paralisação nos servidores da FINEP, responsáveis pelo processamento das propostas.

    Ao todo, o edital vai disponibilizar R$ 500 milhões. Os recursos, de natureza não reembolsável, vão apoiar projetos de inovação desenvolvidos por empresas brasileiras em seis áreas estratégicas: tecnologias da informação e comunicação; energia; biotecnologia; saúde, defesa e desenvolvimento social. Na área de energia, por exemplo, o edital contemplará projetos de pesquisa voltados para o desenvolvimento do carro elétrico além de soluções para exploração e desenvolvimento em campos off-shore de petróleo.

    Poderão concorrer aos recursos empresas de qualquer porte, individualmente ou em associação com outras empresas. Não será permitido a uma determinada empresa apresentar ou participar de mais de uma proposta por tema. O menor valor a ser solicitado é R$ 500 mil, podendo o financiamento chegar ao valor máximo de R$ 10 milhões. No mínimo, 40% dos recursos serão investidos em pequenas empresas, empresas de pequeno porte e microempresas e, no mínimo 30% deverão atender empresas localizadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

    No julgamento das propostas serão considerados aspectos como, aderência ao tema, grau de inovação, viabilidade técnica e financeira do projeto, impacto no mercado e capacidade técnica da equipe executora.

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  • avemarketing entrevista #10: Sandra Turchi

    sandra-trurchi-r1Sandra Tuchi, Graduada pela FEA-USP, pós-graduada pela FGV-EAESP e MBA pela Business School São Paulo com especialização pela Toronto University e em empreendedorismo pelo Babson College em Boston. Especialista em Marketing Digital e  E-commerce.

    É superintendente de Marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) instituição que administra o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito).

    Coordena o curso “Estratégias de Marketing Digital” da ESPM, onde também lecionou “Trade Marketing” e “metodologia de pesquisa para TCC”, por mais de nove anos. Profª. de Comunicação no Varejo nos cursos do GV-PEC da FGV-EAESP.

    VP de Marketing da ABRAREC – Associação Brasileira de Relações com o cliente.

    É articulista de diversos veículos como: Revista ESPM, Revista Marketing, Revista B2B, Revista Cliente SA, Revista Carreira&Negócios, Revista Perfil Empresarial, Portal MundoMarketing, Portal Pequenas Empresas Grandes Negócios, Portal Terra , Jornal Diário do Comércio, Jornal Propaganda e Marketing , entre outros.

    Escreve e palestra sobre temas como: Estratégias de Marketing Digital, Estratégias de E-commerce, Redes Sociais, Consumidor de baixa renda, Comunicação digital, Pequenas empresas, Negócios e Varejo. É autora e coordenadora do livro “E- COMMERCE E ESTRATÉGIAS DE MARKETING DIGITAL” e Conselheira do “Doutores da Alegria”.

    Em uma conversa muito interessante com o blog avemarketing, através da internet, Sandra Turchi falou sobre Marketing, empreendedorismo,  tendências e redes sociais, com uma capacidade intelectual ímpar.

    Confira a entrevista abaixo:

    avemarketing: Comente sobre seu dia a dia como profissional de marketing.
    Coordeno uma equipe de 35 pessoas, divididas em cinco núcleos: 1-propaganda e promoção; 2-Comunicação Corporativa; 3-Eventos, 4-Inteligência de mercado e 5-Marketing de Relacionamento. Creio que o maior desafio, e o mais interessante, é lidar com pessoas com histórias e anseios diferentes e tentar alinhar todos em prol de um mesmo objetivo.

    avemarketing: Em 1969, Theodore Levitt escreveu em seu artigo “Miopia em Marketing” que as empresas concentram-se muito em seus aspectos internos e minimizam a análise de mercado. Atualmente, qual sua opinião sobre isso? É correto estabelecer um princípio de “altruísmo empresarial”?
    Creio que não seja possível generalizar, afinal, temos uma diversidade tão grande de empresas, com tamanhos, setores e problemas diferentes, que não me parece simples estabelecer um padrão único de comportamento. Vejo empresas que já estão muito evoluídas em suas análises de mercado, e outras que, por suas características próprias ainda tem muito a evoluir. Veja o caso das MPEs, que normalmente é o próprio dono que cuida do marketing da empresa, em geral eles não têm estrutura ou equipe dedicada, então como exigir que façam pesquisas ou análises profundas do mercado, se eles também estão no dia a dia da operação, para manter a empresa funcionando… não é tão simples !

    avemarketing: Normalmente as empresas desenvolvem mais a faceta pública do marketing (ferramentas estratégicas) em detrimento da análise e planejamento. Você concorda que há maior dificuldade na articulação do estudo do “ambiente de marketing”? Porquê?
    Em minha experiência trabalhando com marketing ao longo de quase vinte anos, a área mais complexa a ser estruturada nas empresas é, sem dúvida, a área de inteligência de mercado, pois em geral não há muitos profissionais com expertise nessa área e as escolas simplesmente não desenvolvem profissionais desse tipo, ele tem que ser “criado” no trabalho, diferentemente de profissionais de criação, ou de comunicação, por exemplo. Então, o que observamos é isso mesmo, em geral há uma maior exposição da empresa na mídia do que um planejamento estruturado que sustente suas estratégias. Esse é um tema que merece muito mais cuidado e atenção por parte das empresas.

    avemarketing: Musandra-turchi1itas pessoas e empresários possuem uma visão deturpada do marketing. Você já conviveu com tal erro de percepção em sua trajetória profissional?
    Sempre. Em geral, a principal confusão que se faz é achar que marketing é igual a propaganda e promoção. Muitos empresários não conhecem a totalidade da atuação do marketing. Veja, no meu caso, eu tenho cinco áreas, ou seja, não é só propaganda e promoção. Essa confusão é muito comum, pois as pessoas confundem inclusive a questão da formação, entre marketing e publicidade. Muita gente acha que é tudo a mesma coisa. Acredito que as mídias especializadas pecam ao não esclarecer melhor o que faz cada tipo de profissional.

    avemarketing: Qual sua opinião sobre as tendências e o futuro do marketing?
    Bem, estamos no meio de um furacão agora, pois creio que nesses aproximadamente 50, 60 anos dessa disciplina nunca houve uma mudança tão grandiosa como essa que estamos presenciando com o surgimento da internet. Essas mudanças impactaram de forma radical o comportamento do consumidor, e por conseguinte, como se deve fazer marketing. E os profissionais que não estiverem se atentando para isso estão com sérios problemas em suas carreiras.

    avemarketing: Mais de 98% das empresas brasileiras são micro e pequenas empresas, conforme dados do Sebrae (2007). Como você vê o desenvolvimento e prática do marketing no Brasil?
    Como apontei acima, as MPEs tem como principal peculiaridade a falta de estrutura dedicada ao marketing, o que dificulta bastante a compreensão do todo, o planejamento das ações, enfim, uma execução adequada. Além disso há a questão dos orçamentos limitados e de certa resistência por parte dos empresários em divulgar-se em novas mídias. Com isso, a prática do marketing no Brasil real, ou seja, nas MPEs, torna-se um grande desafio. A internet surge como ótima opção nesses casos, pois se bem utilizada, pode viabilizar a localização da empresa, a busca por novos clientes, o foco em seu segmento de mercado, e isso tudo a preços muito mais acessíveis do que a mídia tradicional. Antes, para uma empresa ser localizada ela tinha que investir muito mais.

    avemarketing: Philip Kotler afirmou, em entrevista à HSM Management (edição nº 75 de julho – agosto de 2009, p. 122 ), que as pessoas passam mais tempo conversando com amigos em telefones e computadores (através de redes sociais como Facebook, MySpace e Twitter) e menos tempo assistindo TV. Vivemos um período de mudança comportamental veloz e impactante. Devemos mergulhar de vez nas redes sociais?
    Como mencionado anteriormente, estamos passando por uma grande transformação no comportamento das pessoas, trazida pela internet, e isso impacta praticamente tudo. Não digo que temos que mergulhar nas redes sociais, mas a empresa tem que procurar conhecer do que se trata, como funciona, até mesmo para não ser pega de surpresa, pois mesmo que ela não esteja fazendo nada nesse sentido, alguém pode estar fazendo por ela: seus clientes, seus concorrentes, etc. Com isso, sua marca já pode estar sendo impactada e ela nem se deu conta disso! E tenho visto com perplexidade que há um número enorme de empresas que ainda não se deu conta disso, que está deixando pra ver isso amanhã.

    avemarketing: Para finalizar, quais são suas recomendações para os futuros profissionais de marketing?
    Em primeiro lugar, vejam menos novelas!! Vocês vão precisar desse tempo para se manter atualizados, pois as mudanças têm ocorrido numa velocidade alucinante, e quem acreditar que pode depender apenas de sua formação, com graduação, MBAs, etc… estará correndo sérios riscos. A atualização deve ser freqüente, quero dizer, diária mesmo, não dá para esperar o próximo curso.

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  • avemarketing entrevista #8: Fernando Monção

    Crédito: Hudson Braga/Jornal O Globo

    Crédito: Hudson Braga/Jornal O Globo

    Fernando Monção é um empreendedor que investe em seu sonho. É chefe de cozinha (cozinheiro, como ele mesmo diz), proprietário do restaurante ‘Rango do Compadre’ em Valença, no Rio de Janeiro, pai de 5 filhos e idealizador do Projeto Livro Sem Fronteiras que almeja transformar a cidade em que vive em uma grande “Cidade da Leitura“.

    E é justamente sobre este sonho belíssimo que está se transformando em realidade  que pautamos o bate papo entre o blog avemarketing e Fernando Monção.

    avemarketing: Fernando, como é sua relação com o trabalho?

    Sempre acreditei que se deve trabalhar com o que se gosta e tive essa alegria em minha vida profissional. Outra característica que possuo é que, como convicto workaholic, atuo em várias atividades paralelas em conformidade com ditado popular que diz “enquanto descanso de carregar pedras, carrego areia”, que prefiro adaptar para “quando canso de colher frutas, colho as flores”.

    avemarketing: Você é o idealizador do projeto “Livro sem Fronteiras”, certo? Fale um pouco sobre esta idéia.

    O Livro Sem Fronteira vai levar a população de Valença e seus visitantes o acesso total e irrestrito aos livros e oficinas culturais. Fruto de um conjunto de esforços entre muitos parceiros da Iniciativa Privada, de Entidades de Classe, do Poder Público e da sociedade como um todo. O Projeto consiste em conscientizar a população sobre o bem comum e a importância do zelogo-cidade-da-leitura1lo de todos. Estarão disponíveis em média 800 exemplares na biblioteca, que vai funcionar como um ponto de troca, onde as pessoas pegarão o livro de seu interesse sem nenhum tipo de cadastro ou controle, e ao término da leitura irão voltar com o mesmo para que outra pessoa tenha acesso à obra. Para manter essa unidade, já dispomos de mais de 5.000 livros, frutos de doações. A proposta pretende reunir vários projetos culturais e criar a identidade de Valença, a Cidade da Leitura.

    avemarketing: Qual a importância do apoio da sociedade no “Livro sem Fronteiras”?

    Importância total! Sem a sociedade eu não teria dado o primeiro passo. Além disso, tão importante como foi o apoio da sociedade, é a comunidade de amigos virtuais, o projeto ficou muito grande de fora pra dentro, se alguém, algum dia teve algo a se opor, faltou-lhe até a coragem de ir contra a toda uma enorme repercussão pela história que construímos na blogosfera. Costumo dizer sempre e aqui cabe bem isso: Tenho amigos maravilhosos e eu só tento fazer eco!

    avemarketing: Você tem concedido algumas entrevistas para importantes meios de comunicação. A última foi para a TV Globo (Rio Sul). Como você analisa os espaços concedidos pelos diversos meios de comunicação?

    Existem muitos caminhos legais e sempre conseguimos espaço entre as pessoas que realmente estão envolvidas no próximo, na notícia bacana. Estar aqui no AVEMARKETING é prova disso. Sempre agradeço aos meios de comunicação pelos espaços concedidos.

    avemarketing: A internet é um importante canal de divulgação do seu trabalho social. Como conciliar a internet e a leitura dentro das instalações da casa na árvore, para que ela (internet) não seja uma “concorrente” e sim uma aliada do “Livro sem Fronteiras”?

    Desde quando o Projeto nasceu a ideia é criar um círculo de leitura, ou seja, propor que as pessoas façam com que seus livros das estantes estejam ao alcance de outras pessoas. No início não pensamos e nem tínhamos a pretensão de uma biblioteca on line, mas, entretanto, com o desenrolar das parcerias algumas possibilidades de utilizar a internet para incentivar a leitura começa a tornar-se real, porém, não no mesmo espaço físico.

    avemarketing: Nossa população ainda lê muito pouco. A que atribui este fato?

    Olha Elcio, há muitos motivos para discorrer sobre este assunto. Posso culpar o custo alto dos livros, a falta de políticas de incentivo, o desinteresse dos jovens e etc. Sabe aquela coisa de arrumar culpa ou culpados? Porém não acho que o caminho seja por aí, mas sim executar ações práticas para fomentar o acesso à leitura. Desta forma foquei em facilitar o acesso e criar o hábito. Vamos levar os livros para as praças, vamos emprestá-los confiando completamente no cidadão e disponibilizar um espaço agradável, com a possibilidade dos parceiros promover atividades culturais diversas. Outra característica é unir amigos e os amigos dos amigos em torno do projeto. Quando um parceiro (apoiador cultural) pergunta em que mais pode ajudar, sempre incluímos o pedido para que o mesmo utilize a biblioteca, pois entendo que as pessoas precisam ver e conviver com todos os participantes.

    avemarketing: Todo empreendedor precisa alimentar o sonho. Você realmente acredita neste sonho?

    Com certeza, e inclusive há alguns projetos que já vem funcionando maravilhosamente bem, em Brasília com o Luiz Amorim no Açougue Cultural há 20 anos e com o Livro Errante da Regina Porto Valença, a quem, aliás, devo muito.

    avemarketing: Uma sugestão para o projeto é a criação de uma Organização Não Governamental – ONG, para viabilizar a captação de recursos financeiros.

    Já somos uma entidade de utilidade pública. Esta associação é nosso alicerce legal e recentemente foi contemplada como Ponto de Cultura pela Secretaria de Cultura do Estado Do Rio de Janeiro.

    avemarketing: Comente sobre responsabilidade social e deixe uma mensagem aos leitores do blog.

    Não sinto que minha responsabilidade social seja maior ou menor que a de ninguém e penso que cada um pode fazer o que estiver ao alcance. Não existe uma medida numérica para ser ou não responsável socialmente. Ter bolado a campanha pela doação dos livros para o projeto, como já disse, foi uma necessidade em decorrência do meu trabalho, tudo o que veio, de doações a ideias, de contatos e a amizades fiéis, de todo o acervo, enfim, tudo mesmo, inclusive a estrutura do Projeto como é hoje devo a esses amigos todos, gente de todo o canto que doaram um ou muitos livros e que possibilitam o estreitamento de laços com investidores e veículos de imprensa. Devo muito também a sensibilidade do empresariado e Poder Público da minha cidade que aceitaram e  se engajaram nessa proposta. Em breve inauguraremos a casa na árvore que abrigará o acervo do Projeto Livro sem Fronteiras em Valença, a Cidade da leitura.

    Aos leitores do blog: acreditem em seus sonhos e executem ações para transformá-lo em realidade. Agradeço por você ter chegado até aqui. Forte abraço, do compadre, Fernando.

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  • Como iniciar um novo negócio

    negocioAo iniciar um novo negócio, alguns aspectos devem ou deveriam ser analisados pelos empreendedores. Afinal, o que é um “negócio”? Negócios são todas as atividades que visam alcançar objetivos dentro de um contexto da economia. As bases iniciais para a abertura de um negócio estão concentradas nas oportunidades de marketing ou de mercado. Uma oportunidade de marketing é “uma área de necessidade do comprador em que a empresa pode atuar rentavelmente” (KOTLER, 1995, p. 87).  Ainda de acordo com Kotler (1995),  um negócio é considerado ideal quando apresenta alta incidência de oportunidades e baixa incidência de ameaças. Logicamente, a situação inversa apresenta uma condição de negócio de alto risco. Desta forma, o passo inicial para  a abertura de um empreendimento consiste em encontrar as reais oportunidades de marketing, que podem ser originadas da escassez, inovação ou melhoria de processos sempre focados nas necessidades humanas não atendidas ou mal atendidas. Há ainda a possibilidade de abertura de um negócio com objetivo de ocupar o espaço de um concorrente.

    O estudo que viabiliza o entendimento das oportunidades de mercado é a análise de mercado, que determina, além das situações favoráveis, o potencial de tamanho de mercado e as influências externas que afetam positivamente ou negativamente uma empresa. É necessário que, ao estudar o mercado, o empreendedor obtenha respostas relacionadas aos objetivos (missão) do empreendimento, tamanho do mercado, pontos fortes e fracos, recursos disponíveis, oportunidades e ameaças, estratégias dos concorrentes, entre outras.

    Para facilitar o entendimento, podemos resumir os estudos em  dimensões  chamadas (Oportunidades; Tamanho do mercado; Perfil do consumidor/ comprador; Estrutura organizacional; Concorrentes e Fatores de influência). Estes itens formam a base intelectual do marketing que, devidamente desenvolvidos principiam a segunda parte importante para a abertura de um negócio, que é a definição coerente das estratégias de marketing, seguidas dos mecanismos de controle(relatórios e desempenho planejado) e análise financeira/orçamentos.

    Com a compreensão destes fatores, definidos teoricamente como a “Dinâmica ou Processo do Marketing“, tornam-se naturais as informações qualitativas sobre os motivos que levam os negócios brasileiros à falência, principalmente as Micro e  Pequenas Empresas – MPEs. Desta forma, é essencial disseminar a educação do empreendedorismo e do marketing como áreas que alavancam a criação de negócios solidificados no estudo do mercado e na determinação de oportunidades claras e rentáveis. Aos novos empreendedores, além da prática correta da “Dinâmica do Marketing” e articulação estratégica, várias dicas úteis são listadas abaixo.  Aproveite e sucesso!

    • Consulte um contador ou advogado sobre os encargos(impostos) que incidem sobre seu negócio;
    • Cuide bem das finanças. Aprenda a executar fluxo de caixa e análise de lucratividade e rentabilidade; Calcule o investimento necessário e reserva de capital de giro;
    • Não confie somente na memória. Crie relatórios eficientes para controlar as ações e resultados;
    • Planeje todas as ações;
    • Separe pessoa física de pessoa jurídica.
    • Estude os fatores de influência detalhadamente;
    • Sempre tenha um diferencial(para a empresa e para o(s) produto(s) / serviço(s)). É importante que este diferencial seja percebido como tal, pelo mercado (consumidores/compradores).

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