• Igreja Universal inova ao criar aplicativo para receber dízimo através do Facebook

    Imagem: Reprodução/Facebook

    É natural que algumas pessoas vejam com desconfiança e formem uma opinião negativa sobre o fato da Igreja Universal do Reino de Deus desenvolver um aplicativo para o Facebook afim de receber ofertas e os dízimos dos fiéis, através da rede social, e com utilização de cartão de crédito, a partir de R$20,00 – o app também tem a opção de doações no sistema 1-clique. A novidade, informada em vários sites e blogs (veja aqui, aqui, aqui e aqui), conta com uma enxurrada de comentários negativos e críticas a entidade e a forma de recebimento. Sem entrar no mérito religioso, o meio utilizado para recebimento da “parte que lhes cabe” é apenas instrumento do conceito da décima parte ora propagado na crença cristã.

    Afinal, qual a diferença existente no fato do indivíduo fazer a doação em dinheiro, cheque, bens, cartão de crédito ou outro meio? Algumas pessoas podem argumentar que o mecanismo é apenas uma forma de aumentar a arrecadação. Pois bem, mas qual Organização em nossa sociedade capitalista consegue sobreviver sem a troca financeira? O dinheiro é objeto necessário para que se realizem coisas simples do nosso cotidiano e, no caso de uma Igreja, seja ela qual for, o dinheiro é recebido como forma de “compensação voluntária” pelos serviços religiosos prestados, tais como a propagação da fé e palavra do Divino, benções ou confortos espirituais ou qualquer outro nome atribuído a coisas do gênero.

    Voltando ao meio utilizado, a inovação recai sobre o fato de ser a primeira instituição a realizar a operação através do Facebook, mérito para a denominação neopentecostal que, além de demonstrar que acompanha o progresso do mundo ao seu redor, estipula canais para que os fiéis manifestem o amor pelo cunho central. O maior problema, em si, é o conceito acerca da bonificação mensal e o momento em que vincularam-na ao dinheiro, e somente a ele.  Entretanto, tal discussão pode ser mais difícil, afinal, a hipotética regra está “escrita” e possui a salvaguarda do TodoPoderoso.

    Ademais, não é de hoje que as religiões utilizam conceitos mercadológicos e de comunicação publicitária. Como qualquer constituição humana, gozam de livre direito para exercerem suas estratégias (desde que sob a ótica da Lei e bons costumes) afim de que os objetivos propostos sejam alcançados e cabem aos seres humanos a capacidade e discernimento sobre o que é certo e errado, além daa resposabilidade sobre seus atos e efeitos sobre a sociedade.

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  • Página nostálgica vira febre na internet e leva seus seguidores para uma viagem no tempo

    Em pouco mais de cinco meses, a página do Facebook Coisa Velha (https://www.facebook.com/CoisaVelha) atraiu mais de 90 mil seguidores em busca de lembranças vividas em suas infâncias nas décadas de 60, 70, 80 e 90. A página se transformou em uma grande febre e diariamente os visitantes trocam informações e sugerem imagens para serem compartilhadas.

    Na página é possível encontrar imagens, objetos, games, filmes, seriados, desenhos, qualquer “coisa velha” que remeta a décadas passadas. Entre as publicações que fizeram mais sucesso, estão um tubo que guardava filmes fotográficos, fotos de carros antigos e até mesmo latas de óleo preferidas que a molecada enrolava linha para empinar pipa. O post com maior repercussão foi do seriado “Jeannie é um gênio”, que atualmente está com mais de 15 mil compartilhamentos, 93 mil curtir e 28 mil comentários, com mais de 3 milhões de views.

    A página é administrada pelo diretor da Dália Comunicação Marcel Agarie, que começou tudo como um passatempo. “Tive uma operação no pé que me deixou alguns meses imobilizado na cama. Para passar o tempo, montei uma página com imagens que fizeram parte da minha infância para compartilhar com meus amigos, mas o Coisa Velha cresceu e hoje tem pessoas de toda rede”, explica.

    A página é atualizada diariamente, de domingo a domingo, sempre com “velhas novidades” que fazem os seguidores do Coisa Velha viajarem no tempo. Para curtir o Coisa Velha, acesse: https://www.facebook.com/CoisaVelha

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  • “Dieta do Sexo” causa polêmica na internet

    "Dieta do Sexo" causou polêmica na internet

    Uma veiculação no Facebook da Prudence – marca de preservativos – causou grande polêmica na internet. A “Dieta do Sexo” foi considerada abusiva por algumas pessoas e organizações não governamentais por, segundo os reclamantes, estimular ou fazer apologia ao estupro. A repercussão foi tamanha que o Conar – Conselho Nacional de Autoregulamentação Publicitária se prontificou a analisar a comunicação.

    "Dieta do Sexo" gerou várias reclamações no Facebook da empresa

    De qualquer modo, a empresa rapidamente atendeu aos pedidos e retirou a postagem ontem, lamentando o ocorrido em nota oficial (reproduzida abaixo).

    “A Prudence, marca de preservativos da DKT do Brasil, comunica que retirou do ar o conteúdo postado na página do seu Facebook, em 16 de julho, intitulado “Dieta do Sexo”.

    O conteúdo publicado não é de autoria da Prudence e vem sendo divulgado de forma viral na rede desde 2007. A empresa utilizou o material divulgado e desenvolveu a arte com base no conteúdo, veiculando-a no Facebook. Apesar de não ser a criadora do texto, a empresa não se isenta da responsabilidade de avaliar os conteúdos publicados em sua página na rede social, e por isso lamenta a não percepção de possíveis ofensas originadas pelo material.

    A marca reforça que a intenção era contar, de forma divertida, quantas calorias um casal pode perder durante a relação sexual e preliminares, sem jamais fazer alusão a qualquer forma de violência. As frases que foram consideradas ofensivas remetiam a uma brincadeira entre casais, e deveriam retratar uma insistência inofensiva do parceiro. Lamentavelmente, esses trechos permitiam dupla interpretação, o que não foi previamente percebido pela empresa.

    De forma alguma a Prudence estimularia qualquer tipo de abuso, principalmente sendo a marca de preservativos ligada à DKT do Brasil, subsidiária da DKT Internacional, empresa sem fins lucrativos e que atua em diversos países em desenvolvimento com o objetivo de combater a disseminação de DST’s (doenças sexualmente transmissíveis) e estimular o planejamento familiar. A atuação mundial da entidade permite a aquisição de preservativos a preços mais acessíveis e, no Brasil, fornece produtos, gratuitamente, para diversas ONG’s de combate à AIDS.

    A empresa lamenta o ocorrido e reforça seu compromisso em defesa da saúde pública e do desenvolvimento social.”

    Sinceramente, não vejo apologia em tal veiculação, afinal, fica claro o caráter de humor atribuído ao texto. Tais conteúdos circulam normalmente pela mesma mídia utilizada e, apesar do vínculo com a marca, entendo que ficou bem notório que o conteúdo publicado tratava-se de uma brincadeira. De qualquer forma, parabéns à Prudence pela nota e rapidez na resposta aos interessados, prevenindo assim uma maior polemização desnecessária e de tamanho incontrolável.

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  • Ministério da Saúde e Facebook se unem para incentivar doação de órgãos

    Em uma bela iniciativa de solidariedade e comunicação social, o Ministério da Saúde e a rede social Facebook se unem para incentivar a doação de órgãos. Lançada hoje, a página “Doação de Órgãos” no Facebook tem por finalidade incentivar os usuários a divulgarem sua opção pela doação de órgãos.  Segundo o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, “esta é mais uma ferramenta que contribuirá para a nossa campanha de incentivo, temos que usar as redes sociais para mobilizar e engajar pessoas que apoiam a causa. Precisamos fazer com que esta ideia seja multiplicada e alcance o maior número de pessoas”.

    Com a função, cada usuário pode adicionar em sua linha do tempo e na descrição pessoal a opção de “doador de órgãos”. Para ativar a função, siga os passos descritos na imagem abaixo:

    Fonte: Blog da saúde. http://www.blog.saude.gov.br/saude-e-facebook-unem-esforcos-para-incentivar-a-doacao-de-orgaos/

    Eu curti, e você?

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  • A Orkutização do comportamento coletivo nas redes sociais

    "Os indivíduos pensam que pensam..."

    O ser humano possui uma grande necessidade de consumir informação, principalmente quando se trata de deglutir e estabelecer as opiniões formadas a partir da chamada mass media. Queremos e precisamos estar por dentro dos assuntos do cotidiano. Por exemplo, se o assunto da vez é a novela, os indivíduos buscam referências para debaterem o conteúdo.

    As pessoas temem o isolamento, buscam a integração social e gostam de ser po pulares; por isso […] têm de permanecer atentas às opiniões e aos comportamentos majoritários e procuram expressar-se dentro dos parâmetros da maioria. (SOUSA, 2002, p. 170).

    Essa necessidade quase que compulsiva impele às chamadas redes sociais um crescimento exponencial, a medida que a internet migra para a massificação.  Tal comportamento, que ficou conhecido como “orkutização”, tende a repetir-se em qualquer meio de comunicação de massa que possibilita o feedback on line. O receptor também é emissor e isso cria uma falsa ideia de “eu possuo o poder” ao indivíduo. Na verdade, mesmo com a possibilidade da desconstrução da informação, a massa receptora só retroage com o que recebe via imposição da cultura de massa.  Os indivíduos pensam que pensam e, a medida que preenchem seu cérebro com o fútil (maior parte dos conteúdos trocados em redes sociais como Facebook tendem para a(s) futilidade(s)) emburrecem a própria coletividade na qual estão inseridos. É um paradoxo!

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