• Perdi meu amor na balada era viral, papagaiada

    Posso até estar sendo muito crítico, mas sinceramente não consigo ver com exatidão os benefícios de algumas ações baseadas nas mídias sociais. Alguns virais, apesar de cumprirem o objetivo de disseminação rápida, não possuem conceitos para se tornarem grandes cases de sucesso de ação comunicacional ou de marketing. Ainda vejo que, muitas empresas, e mesmo usuários, estão presos aos modismos atuais e acham que todos que os criticam são hipsters e que qualquer açãozinha no Facebook resolve todos os problemas. Pra começo de conversa, queiram ou não, os relacionamentos baseados no Facebook são superficiais. O Facebook é superficial! Com quantas pessoas da rede social cada um interage, realmente? 10%? Nem isso! Qtas pessoas que curtem um link ou outra postagem realmente leem e refletem sobre o assunto? E se alguém postar algo com conteúdo mais aprofundado, quantas pessoas realmente vão ler?

    No dia 10 de julho, um vídeo atribuído a um jovem (Daniel Alcântara) desiludido por ter perdido o contato de uma paixão arrebatadora, tomou grandes proporções nas redes sociais. Nele, o referido rapaz solicitava ajuda dos internautas para encontrar a garota misteriosa de nome Fernanda. Apesar de alguns errinhos de português, a fala apresentou uma pontuação e espaçamentos precisos demais, além de boa angulação e foco frontal, da câmera, o que demonstrava ser um texto decorado.

    Vídeo 1 – Perdi meu amor na balada

    Agora, uma semana depois, vem a verdade. O vídeo (foram duas peças/publicações) foi uma produção viral da Nokia (repercussão negativa) para promover o smartphone 808 Pure View da empresa. A partir daqui volto novamente á minha crítica. Como uma empresa promove um produto a partir de uma falsa comunicação? Que mania é essa de que vídeos viraizinhos como esse são elementos de comunicação mercadológica? Não seria muito mais honesto uma comunicação direta, na internet, junto aos formadores de opinião? E as pessoas (milhares) que se engajaram com a (hi)stória do Daniel? Muitos podem pensar: “-Ah, mas foi só uma brincadeira!”, ou “-Foi uma jogada de Marketing!”. Oras, mas agora vamos conviver com publicidades disfarçadas de brincadeirinhas? Em pleno período de discussão sobre a ética, informação clara sobre publieditoriais e outras interferências mercadológicas, não dá para associar tal tática com marketing (Leia: Desmistifique o Marketing). E até quando nós vamos ser meros repetidores, assim como papagaios, sem considerar senso crítico e sem acrescentar nada? Não é assim que agimos em muitas redes sociais, como o Facebook, por exemplo? Replicamos conteúdos (piadinhas, correntes, etc), aumentando ainda mais a superficialidade da própria rede. Recentemente, vários blogs e sites replicaram uma informação sobre uma suposta embalagem da Coca-Cola em El Salvador, quando na verdade, era um hoax (boato, mentira). Veja a excelente análise sobre o caso, no Coluna Zero.

    Vídeo 2 – Perdi meu amor na balada

    Veja o vídeo com a informação sobre a campanha da empresa, com um “final feliz” para a estória de amor.

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  • Participação de homens e mulheres em várias redes sociais

    Você sabe se o Facebook é mais acessado por homens ou por mulheres? E o Twitter? Bem, essas informações foram compiladas por David McCandless e alimentam o infográfico abaixo. É uma boa dica para basear estratégias com segmentação por gênero, nas redes sociais. Como exemplo, as duas citadas acima – Facebook e Twitter – tem a maioria de visitação feita por mulheres.

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  • Marcas brasileiras têm crescimento no Facebook

    Olha que interessante. Segundo dados da empresa Socialbakers – organização que mede estatístcas em redes sociais – , 5 das 10 páginas de marcas que mais cresceram em termos de Likes, de janeiro de 2011 a abril de 2012, sao brasileiras.

    Marcas que mais cresceram no Facebook

     

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  • Outdoor interativo tem barba que “cresce”

    A cada “curtir” clicado na fanpage da empresa Bronx Men’s Shoes, a barba do garoto propaganda no outdoor “cresce”. Essa ação interativa e diferente foi veiculada na Cidado do Cabo, na África do Sul, e teve como recurso alguns motores interligados ao Facebook que, a cada clique no botão curtir, acionava o mecanismo para liberação de cordas que fazem o papel da barba, soltando-as para fora do outdoor.

    A publicidade em questão possibilita o desenvolvimento de ideias para outras criações também com mediação de recursos interativos ao integrar internet, redes sociais e mídias tradicionais. Bem interessante!

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  • A importância das redes sociais para as empresas

    Por Luciana Maryllac*.  Atualmente as redes sociais fazem parte do dia-a-dia das pessoas e das empresas de todo o planeta. Desde a chegada do Orkut e com o crescimento do Facebook e Twitter com acessos por computadores e também por tecnologias móveis como celulares e tablets, as mídias sociais se transformaram em uma febre mundial.

    Muitas empresas, de olho no grande número de pessoas que interagem diariamente por meio das redes sociais, passaram a expor as suas marcas e seus produtos de forma desenfreada, em busca de oportunidades para alavancar seus negócios. Mas será que estão fazendo isto da forma correta?

    Como todo projeto de crescimento é preciso investir. E diante da novidade que as redes sociais ainda são para muitos empresários, a maioria deles iniciam um trabalho nas redes sociais de forma amadora, sem planejamento, verba ou profissionais especializados para administrar seus perfis.

    Segundo Luciana Maryllac, gerente de marketing digital da Agência RS, muitos empresários não querem investir em um serviço especializado em redes sociais, pois antes de iniciarem já querem saber o retorno sobre investimento (ROI), o que muitas vezes só é possível após um período de teste e execução do trabalho. “É preciso direcionar uma verba para adsense, investir na divulgação das mídias sociais da marca/produto. Não há como prever o ROI exato antes de começar um projeto. O mais interessante é testar por um período e analisar o desempenho dos seus perfis e dessa forma criar um histórico de dados para aumentar o investimento direcionados nos resultados positivos e na experiência (know-how) obtido”, explica.

    Outro detalhe importante é planejar a produção de conteúdos que explore ao máximo cada ferramenta das redes sociais (textos, fotos, vídeos, notas e aplicativos) para que o perfil não se torne monótono e irrelevante. Com um bom trabalho de conteúdo se conquista o interesse e fidelidade dos seguidores.

    Este estreitamento da relação entre público e marca através das mídias sociais, explica Maryllac, ajuda o empresário identificar pontos importantes da sua empresa. “Nas redes sociais digitais as pessoas desenvolvem uma capacidade de relacionamento maior que por um email ou telefone. Muitos preferem buscar e receber dicas dentro das mídias sociais pela facilidade e comodidade que esse meio oferece. É por meio dessa troca que a empresa pode identificar pontos fortes e fracos de sua marca. Sendo assim, obtém um feedback em tempo real do público e consegue traçar perfis e definir novas estratégias”, analisa.

    É possível afirmar que as mídias sociais se posicionam como mais um importante canal de comunicação, formando uma rede de relacionamento direto entre a empresa e seus consumidores. Ficar de fora delas é deixar de lado opiniões importantes que podem colaborar para crescimento da marca/empresa. Estar inserido no ambiente digital, sem um planejamento adequado, poderá deixar os seguidores, fãs e possíveis novos clientes entediados e com uma percepção negativa sobre a empresa.

    Luciana Maryllac. Gerente de Marketing Digital na Agência RS. Graduada em Jornalismo e pós-graduanda em Gestão e Marketing Digital. Especialista em Links Patrocinados Google Adwords (GAP), admiradora de Análise de Negócios – International Institute of Business Analysis (IIBA) e estudante do Google Analytics em busca do GAIQ.

    A Agência RS é especializada em comunicação digital. Atende todas as áreas de comunicação on-line, desde criação e divulgação de sites e redes sociais, até e-mail marketing, SEO e links patrocinados. Um de seus diferenciais é a criação de sites e-commerce, com sistema de conteúdo e operação personalizados e exclusivos. Entre seus principais cases estão a comunicação on-line da Ofner, Óticas Carol, Café Cabloclo, Champion, Açaí Frooty, Lojão do Brás, Textil Abril, entre outros. Também faz parte do portfólio da agência a criação de campanhas da Petrobrás, Sky e Mackenzie. Os profissionais da agência são formados em diferentes áreas de atuação, como ciências da computação, modelagem de dados, administração de dados, engenharia de software, design, semiótica, marketing, jornalismo, entre outros. https://twitter.com/#!/rsdesignweb

    Luciana Maryllac / Agência RS

    Luciana Maryllac / Agência RS

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