• Dicas do Facebook para melhorar sua timeline empresarial ou pessoal

    Quer fazer da sua timeline no Facebook um sucesso? O próprio Face tem algumas dicas para auxiliá-lo na utilização e gestão da rede social e deixá-la mais interessante. Lembre-se que, quando falamos da empresa de Zuckerberg, há em torno de 800 milhões de usuários dividindo as atenções de todos. As dicas valem para as páginas empresariais e também para as páginas pessoais, confira:

    Escolha uma foto atraente para a capa: o novo foto da capa capta a cultura e essência de uma marca e ainda pode mostrar os produtos – é o primeiro elemento que as pessoas veem quando visitam a página da marca. A Dafiti utiliza o espaço para divulgar suas novas coleções e, com isso, já registra mais de 800 mil fãs em sua página. As marcas podem mudar a foto sempre que quiserem e podem usar imagens criativas e estimulantes para motivar a audiência.

    Utilize uma foto nítida para o perfil: este é o melhor lugar para usar uma imagem que identifique visualmente a empresa. Como a imagem do perfil representa a página da marca em outras partes do Facebook – em miniatura como anúncios ou no feed de notícias – uma imagem de alta qualidade (como o logotipo) que as pessoas associam à marca pode ser uma boa escolha.

    Incorpore marcos à linha do tempo: as empresas agora podem se beneficiar de fotos maiores, videos e links para engajar visualmente os fãs. Para garantir que os internautas visualizarão as melhores publicações, posts podem ser marcados na linha do tempo, assim poderão ser vistos mesmo depois que saírem do feed de notícias. As marcações também podem ser utilizadas para definir os momentos principais na história da companhia, e permitem que os fãs conheçam e interajam com as histórias registradas no passado.

    Marque um post por semana: as empresas podem posicionar as histórias mais importantes no topo da página por até sete dias. Assim, os fãs não perdem o melhor conteúdo.

    Organize conteúdo e aplicativos: as fotos de uma marca e os aplicativos personalizados vão aparecer no topo da página e podem ser reordenados a qualquer momento. As marcas também podem criar miniaturas personalizadas para destacar o que for mais relevante – como eventos ou aplicativos para produtos específicos ou promoções.

    Gerencie a página: administradores podem agora gerenciar facilmente suas páginas por meio do painel de administração, que permite edição de conteúdo, mapeamento de atividade, respostas aos comentários e também a visualização das informações sobre a página.

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  • A privacidade nas redes sociais

    Imagem: veja.abril.com.br

    Não é de hoje que a discussão sobre a privacidade na internet inflama especialistas e entusiastas do assunto. A matéria em questão, que envolve comportamento humano, tecnologia, direito civil e comunicação, ficou mais pertinente com o aumento substancial das ferramentas digitais de relacionamento na internet, as redes sociais.

    Posto que o dilema a ser respondido é: quem entra em uma rede social abre mão do preceito da privacidade? Muitos defendem a ideia de que, a partir do momento que o indivíduo cria um perfil social, está suscetível a exposição de fatos cotidianos e de seu comportamento e, assim, diminui consideravelmente seu caráter privativo. Antes de mais nada, é necessário compreender a definição e extensão do significado da palavra privativo/privacidade. Privacidade “é a habilidade de uma pessoa em controlar a exposição e a disponibilidade de informações acerca de si” (Fonte: Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Privacidade).  Ainda, “O direito à privacidade, concebido como uma tríade de direitos – direito de não ser monitorado, direito de não ser registrado e direito de não ser reconhecido (direito de não ter registros pessoais publicados) – transcende, pois, nas sociedades informacionais, os limites de mero direito de interesse privado para se tornar um dos fundamentos do Estado Democrático de Direito” (VIANNA, Túlio. Transparência pública, opacidade privada. p. 116. 2007). Pois bem, como caracterizar o limite da privacidade em sites como o Facebook? Uma função disponível no serviço criado por Mark Zuckerberg é a marcação, ou seja, um usuário pode “marcar” e “linkar”/vincular um outro participante a qualquer fotografia ou imagem postada por si,  Ora, mas essa função não fere justamente a ideia de privacidade, conforme exposto acima? A Constituição Federal (1998) e também o Código Civil (Lei 10.406/02) assegura aos cidadãos os chamados “Direitos Pessoais”. Afirma o art. 5, X, da Constituição, que “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”.

    Ainda, mais recentemente, a mesma rede de relacionamentos disponibilizou uma nova função chamada de ‘Ticker’. Tal recurso fica acessível em uma barra lateral a direita e, com ele, todo participante da rede tem acesso, em tempo real,  as atividades dos seus amigos. Mais uma vez, não fica o direito assegurado por Lei, violado?

    Função Ticker no Facebook

    Por outro lado, o comportamento humano manifesta-se por desejos, instintos, psiquê, evolução biológica e a partir das influências do ambiente que cerca o indivíduo e de seu conhecimento. Ou, coloquialmente, em corpo e mente. Já LOCKE (280-286) atribuiu o pensamento e comportamento humano ás suas habilidades sensoriais. Já, para HUME, David (287-301), “o homem é composto por impressões e ideias”. No século XX, Skinner definiu o que ficou entendido como “Behaviorismo Radical” (1940), ao refutar alguns conceitos do behaviorismo filosófico (Watson) e estudar o conceito do ” Reflexo Condicionado” de Pavlov. Para Skinner, o homem é um ser único, indivisível entre corpo e mente e que se manifesta a partir do princípio do estímulo-estímulo, ou seja, reage conforme o ambiente. Para Freud, em resumo, as respostas estão na relação entre consciente e inconsciente e relação das fases criança-adulto, em um indivíduo. “O comportamento é definido como o conjunto de reações de um sistema dinâmico em face às interações e realimentações propiciadas pelo meio onde está inserido” (Fonte: Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Comportamento). Um dos comportamentos sociais humanos é a exposição social, desejo de ser visto e rev(f)erenciado.

    Assim, podemos afirmar que o sucesso das chamadas redes sociais está justamente alicerçada no comportamento social. Nesse contexto, o homem utiliza a percepção que possui dos outros e a percepção que os outros têm dele mesmo para a construção de seu próprio padrão, reforçado intrinsicamente pela natureza curiosa. Também, conforme termo criado por Debord, Guy (1967), vivemos em uma “sociedade do espetáculo”. “…Debord explica que o espetáculo é uma forma de sociedade em que a vida real é pobre e fragmentária, e os indivíduos são obrigados a contemplar e a consumir passivamente as imagens de tudo o que lhes falta em sua existência real.” Fonte: Disponível em http://pt.scribd.com/doc/16664247/Guy-Debord-A-sociedade-do-Espetaculo.

    Por conseguinte, a reflexão reitera a menção clara de um dilema. Sobram argumentos condizentes com a perversidade causada pela violação da privacidade e suas implicações legais, e sobre a base comportamental que propaga o crescimento das redes sociais, facilitadas pela internet. Soma-se a esses fatores o crescimento exponencial e alta frequência de acesso a sites como facebook, que escancaram outro tema, porém tampouco menos importante: a compulsão pela informação.

    Mas e você, o que pensa a respeito? Deixe um comentário com sua opinião sobre a privacidade e o facebook.

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  • O império do Facebook pode estar ameaçado?

    Qual a rede social mais famosa no mundo? Facebook, você vai responder. E realmente é. Porém, á rumores de que a rede social esteja vivendo momentos de decadência. Nada alarmante, mas pode ser um dado interessante.

    Segundo Sean Parker, um dos sócios do Facebook, a rede está perdendo usuários para outras ferramentas como Twitter e Google+ (sim, Google+). Durante o Web Summit 2.o, encontro de profissionais e companhias web, o cofundador do Napster e investidor do Spofity declarou que o Facebook não oferece boas opções de gerenciamento de excesso de informações geradas por lá, o que desistimula adeptos. Na conferência, Sean foi questionado pelo mediador do debate sobre as novas funcionalidades do Facebook e se elas poderiam ser parte da explicação sobre o desinteresse do público, já que muitos encontraram dificuldades de adaptação. A resposta foi bem singular: “O complicado de hoje pode ser a
    necessidade de amanhã”. Não existem dados oficiais, mas, se o sócio diz é bom ficar de olho.

    Agora, a pergunta é outra. Qual rede social será famosa em todo o mundo para todo o sempre? Lembrem-se,
    as ferramentas de rede social nem sempre se adaptam bem às mudanças do comportamento humano. Homens são inconstantes. Hoje gostam, amanhã não. Fica a dica.

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  • Layout do Facebook, ano a ano

    Olhe que interessante a evolução do layout do Facebook, desde 2004. Convenhamos que layout nunca foi o forte dessa rede social que sempre apresentou versões simples e nem tão funcionais assim.

    Imagens daqui.


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  • Guia Facebook para negócios

    Para quem não sabe criar uma página de negócios (e micro e pequenas empresas) no Facebook e precisa de uma mãozinha, o site possui um guia (em inglês) que auxilia as mesmas a utilizar de forma eficiente as ferramentas disponíveis, tais como: anúncios, páginas/fan pages, histórias patrocinadas

    Clique na imagem abaixo para acessar o Guia.


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