• Marcas brasileiras têm crescimento no Facebook

    Olha que interessante. Segundo dados da empresa Socialbakers – organização que mede estatístcas em redes sociais – , 5 das 10 páginas de marcas que mais cresceram em termos de Likes, de janeiro de 2011 a abril de 2012, sao brasileiras.

    Marcas que mais cresceram no Facebook

     

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  • Máquina gigante de refrigerante instalada em praia do Rio de Janeiro

    Imagem: Galo Clandestino

    Como realizar uma interação com a marca em um local urbano? Pergunte para a The Coca-Cola Company.

    A referência acima se faz urgir devido a capacidade do desenvolvimento de marketing promocional da empresa, ao meu modo, uma dos melhores do mundo nesse quesito. No exemplo abaixo há uma combinação de ambiente e promoção de marca a partir da intervenção urbana em uma praia do Rio de Janeiro. Banhar-se na praia teve uma conotação diferente com a fusão de ideias entre o conceito de refrescância e a marca comunicada a partir da ação ‘Sprite Shower’. Excelente escolha do local e realização para fixação e lembrança de marca, com potencial para geração de resultado imediato. Perfeito!

    Confira o vídeo da ação de promoção de vendas:

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  • Branding para B2B, além do produto

    Caros Novos Amigos,

    Gostaria de realizar esta minha estreia no avemarketing agradecendo pela oportunidade de fazer parte deste time de colaboradores que se envolvem apaixonadamente com o tema marketing e tudo que estiver relacionado a comunicação. Minha contribuição será na parte de Branding, mas não abordarei tanto o aspecto do design, mas sim a parte estratégica da construção de marcas fortes. Neste primeiro artigo, abordaremos um tema que é pode gerar questionamentos: a construção de marcas para o mercado B2B.

    Enquanto no mercado Business-to-Consumer (B2C) a gestão de marcas encontra-se bem desenvolvida, onde os profissionais elaboram estratégias cada vez mais sofisticadas e ousadas para divulgar com valores tangíveis e intangíveis da marca, o mesmo não podemos dizer do mercado B2B, onde esta filosofia ainda encontra barreiras para sua aceitação.

    Algumas vezes estas empresas agem realizando atividades opostas ao branding, não entendendo as reais demandas de seus clientes e sim focando em produtos, jargões técnicos ou, muitas vezes, no custo interno para se tornar “competitiva”.

    Outro ponto negativo destas empresas é dar pouco valor à sua comunicação, tanto on-line quanto off-line. É muito comum observarmos catálogos de empresas B2B com excesso de informação, que poderiam ser melhor aproveitada se houvesse uma análise aprofundada de cada perfil de profissional que a empresa queira impactar em seus clientes, mas parece que querem atingir a todos com a ilusão de ter a mesma eficácia.

    Dentro de cada cliente existem influenciadores e tomadores de decisões internos, com perfis e formações bem distintos. Entender a participação de cada um deles na contratação de seus produtos ou serviços é importante para fortalecer a marca junto a esta empresa. Tanto os materiais on-lines (newsletters, hotsites, websites) quanto off-lines (catálogos, brindes, mala diretas) podem estar alinhados para que seu prospect tenha segurança em contratar seus serviços ou seu cliente renove seu contrato, evitando o assédio da concorrência.

    Para darmos os primeiros passos no processo de gestão de marcas para B2B, devemos:

    1 – Reconheça a importância de seu cliente, pois este é constantemente assediado pelos seus concorrentes;

    2 – Entender o cliente, seus processos e pessoas envolvidas antes de apresentar soluções. Escute antes de agir;

    3 – Reforce a sua reputação através de sua história e de seus clientes atendidos, e não somente através de seus produtos ou serviços;

    4- Seja presença constante no dia-a-dia de seu cliente, através ações de comunicação de diversos portes, desde um telefonema para ver se estão satisfeitos com a qualidade, brindes de acordo com o perfil do profissional até mesmo eventos e publicidade. Quem é visto é sempre lembrado;

    5- Vença por suas atitudes. Seja sempre prestativo e dinâmico. Venha com soluções e não com enrolações;

    Obviamente, existem outros pontos que podem ser observados, pois se trata de um projeto de longo prazo. Mas, para começar e dar o primeiro passo, estes cinco que apontei são essenciais. Mãos à obra!

    Luiz Henrique Gagliardi, formado em publicidade e propaganda pela FAAP com MBA em Marketing pela Fundace/USP. Atua como sócio da AmittiBrasil| Gestão de Marcas, uma agência de branding (www.amittibrasil.com.br)

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  • Verás que um filho seu não foge à luta. E você?

    Você sabe se as pessoas estão enxergando a sua marca da mesma maneira que você?

    As pesquisas dizem que sim?

    Bem, a verdade é que muitos clientes – às vezes a maioria deles – mente quando respondem à uma pesquisa. E se você duvida merece ler “A lógica do consumo” de Martin Lindstrom. A verdade é que os consumidores mentem.

    Dizem que as propagandas conta o tabagismo os incentivam a parar de fumar quando na verdade apenas os estimulam. Dizem ainda que os filmes de criancinhas sendo arremessadas para fora dos carros os influenciam a colocar os filhos na cadeirinha. Dizem que a lei de tolerância zero os estimula a beber e não dirigir. Pura balela! Os clientes que dizem que entendem o contexto do seu posicionamento são os mesmos clientes que aprovaram a NewCoke. Ou os mesmos clientes que no teste cego preferem a Pepsi que a Coca-Cola. Aqui caímos em uma faca de dois gumes. Será que o cliente mente, ou será que ele não entende o contexto em que a sua marca está inserida? Uma outra verdade é que os empreendedores e marqueteiros também mentem. Mentem primeiro pra si mesmos.

    Porque eles não querem apenas vender para o seu foco, o seu “cliente ideal”. No fundo, o sonho de todo empreendedor é ser a coca-cola de alguma coisa. O cara não está satisfeito em vender só pra alguns. Ele quer acabar atingindo todo mundo. E ao invés de focar, acaba generalizando. E quanto mais uma empresa, uma estratégia, um plano quer generalizar, pior a coisa fica. Porque o discurso começa a ser chulo, ser indecifrável. As coisas que são pra todo mundo não se transformam em objetos de desejo. As coisas que pode se encontrar em todos os lugares não são objetos de desejo. Coisas que oferecem muito por um preço pequeno não são objetos de desejo.

    Primeiro, as pessoas querem aquilo que elas NÃO podem ter. Portanto, se você quer vender pra todo mundo, vai acabar não vendendo pra ninguém. Se você não disser que a sua marca é pra pessoa com tal estilo e comportamento e focar – ou seja, dizer não a todo resto – nisso, o “troço” não vai virar.

    A sua marca precisa ser inserida em um contexto. Precisa ser focada em um estilo. E precisa RESPEITAR esse estilo.

    A sua marca precisa ser coerente. O comportamento precisa ser complemento do discurso e vice-versa. E quem precisa criar um contexto para ela é você. Você precisa saber que, por contexto, entenda-se PERSONALIDADE. (mais…)

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  • Que tal investir em marketing sem botar a mão no bolso? (Parte 1/3)

    A utilização de leis de incentivo à cultura e ao esporte – através de renúncia fiscal – são excelentes ferramentas de comunicação que podem sair de graça à empresa.

    Este artigo será dividido em 3 partes e a primeira abordará o lado mais pesado do tema: conceitos legais, números, trâmite e leis (será no início para que a parte boa fique para o final!).  A segunda, objeto do título deste artigo, versará sobre os benefícios para a imagem da organização em investir em comunicação, ainda que sem gastar um tostão, associando sua marca a iniciativas de marketing com alto padrão de qualidade e, melhor ainda, com profundo reconhecimento da marca.  E quem não quer ser reconhecido por algo bom?

    Finalmente, a última porção do texto explicará (alguns) dos porquês das leis de incentivo à cultura, ao audiovisual e ao esporte ainda serem tão negligenciadas, mesmo a despeito do investimento ser fruto da renúncia fiscal, isto é, o patrocinador não precisa desembolsar um único centavo a mais do que já pagaria em tributos.

    Comecemos pedindo desculpas pelo tamanho desta primeira parte, que vai se estender mais do que eu gostaria, dada a importância de algumas ideias que se confundem bastante.  É importante que se diferencie conceitos para que, com os dados certos, façamos a melhor uso das informações:

    1. anistia fiscal: refere-se exclusivamente às infrações cometidas anteriormente à vigência da lei que a concede, não se aplicando em vários casos, contudo.  Nem vamos gastar mais tempo com isso, porque está claro que não é do nosso interesse para cá;

    2. benefício fiscal: todo incentivo é benefício, mas nem todo benefício é incentivo e resumo por quê – o primeiro estimula atividades econômicas em troca de contrapartidas de ordem social e o segundo concede anistia, remissão, subsídio, crédito presumido, alteração de alíquota ou modificação de base de cálculo que implique redução discriminada de tributos que correspondam a um tratamento diferenciado, sem necessariamente haver alguma contrapartida social.  Geralmente é concedido à vista de um fato já consumado, que visa a amenizar uma situação gravosa do contribuinte, enquanto o incentivo “visa” ao “bem comum”.  É o caso que vamos passar a discutir aqui;

    3. imunidade tributária: é a retirada de um fato da área de incidência do tributo, ou seja, existe a concretização do fato gerador, mas não será cobrado o tributo devido – o contribuinte está dispensado do pagamento do um tributo devido.  Na isenção fiscal, a obrigação de pagar o tributo existe, mas foi dispensada, e na imunidade tributária essa obrigação inexiste (embora tenha existido o fato gerador).  São agraciados pela Constituição Federal com este favor fiscal entes federativos (patrimônio, renda e serviços), templos, partidos políticos (sempre…), sindicatos de trabalhadores, instituições de educação e assistência social sem fins lucrativos, livros, jornais, periódicos (e papel destinado à sua impressão), produtos para o exterior (IPI), pequenas glebas de subsistências (ITR), bens e serviços para exportação (ICMS), entre outros.  Logo, não é o nosso caso!;

    4. incentivo fiscal: alcançam as obrigações tributárias (ou seja, existe a necessidade do pagamento do imposto!), visam a reduzir a prestação tributária (o pagamento em si do tributo) objetivando fomento geral, regional ou setorial, mas sempre em busca do bem comum.  Portanto, o incentivo fiscal – que é nossa história aqui – exige uma promoção do bem comum, ou seja, o contribuinte está obrigado junto ao Estado (com “e” maiúsculo mesmo!) a dar uma contrapartida em favor da sociedade (gerar empregos, ampliar a produção, o comércio internacional e a prestação de serviços, incentivar atividades sociais ou culturais etc.).  Atribuído por Lei Ordinária, o incentivo fiscal libera o contribuinte de pagar parte ou totalmente um tributo devido.  Alguns exemplos de incentivos fiscais: desenvolvimento da indústria petrolífera das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste; licença-maternidade; exportações; TI; indústria automotiva; TV Digital; computadores para todos os alunos brasileiros; pesquisas científicas e tecnológicas; programas de ensino; fundos dos direitos da criança e do adolescente; da cultura, audiovisual e esportes, que é o que nos interesse nesse artigo e

    5. renúncia fiscal: é quando um agente com competência tributária (União, estado, DF ou município) renuncia, abre mão, de parte ou da totalidade de um tributo a que tem direito.  Também é evidente que esse é o objeto de nossa reflexão neste texto! (mais…)

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