• As marcas mais valiosas em 2011

    Publicado pela consultoria Interbrand, o relatório “Best Global Brands (Melhores Marcas Globais)” indica ranking com o valor de marca (branding) das empresas globais. Note que as 10 primeiras marcas rankeadas pela Interbrand são originárias dos EUA e nenhuma marca brasileira aparece entre as 100 mais. Outra curiosidade é com a marca Burguer King figurou entre as 100 mais em 2008  e, após ser adquirida por fundo de investimentos com capital brasileiro, desapareceu do ranking.

    • Despencaram: Kodak, Nokia, Toyota.
    • Subiram: Prada, Zara, Apple, Google.
    • Misteriosamente sumiu do ranking: Marlboro.

    Confira listagem com as 100 mais valiosas AQUI.

    Outra empresa que realiza cálculo do valor de marca é a consultoria Millward Brown. Veja o ranking da MB e compare os valores.

    Informações: Interbrand. Arte: Diogo Shiraiwa/Editoria de Arte/Folhapress. Publicado em www.folha.com.br/mercado em 18/01/2011

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  • A força do branding na propaganda

    Por Eugênio Bispo*.

    A Nissan chega ao Brasil mostrando porque a gestão da marca é um assunto extremamente importante. Não sei se foi de propósito ou intencional, o fato é que a Nissan acertou em cheio na mensagem do comercial do March. No Brasil até então não tínhamos conhecimento de algo desse porte. Nos Estados unidos é comum esse tipo de propaganda, mas no Brasil a Nissan chega para mostrar que a marca tem um objetivo fundamental, principalmente na indústria. Até agora o que tínhamos visto era apenas o produto, ou seja, formato, design, tecnologia, desempenho, durabilidade, mas o principal ainda não tínhamos visto. A Nissan mostra os processos de transformação do produto, principalmente os indicadores de qualidade. Os testes feitos pela Nissan compravam a qualidade e segurança do veiculo, fatores essenciais em qualquer produto principalmente na indústria. O consumidor não tem essas informações por isso o objetivo da marca é transmitir essas informações até porque na indústria, a marca é o único indicador de qualidade.

    E esse foi o objetivo da Nissan, transmitir informação fundamental e relevante para os consumidores. Esse é o objetivo da marca. Parabéns a Nissan pelo comercial e por mostrar que a marca significa muito mais do que a sua simples identificação. O planejamento e o desenvolvimento da marca na indústria é algo extremamente essencial. Não estamos lidando simplesmente com um produto, estamos lidando com um bem extremamente valioso e o consumidor precisa estar bem informado sobre esse bem (marca). Assim a marca vai dialogando, conversando com o público, mostrando porque o branding tem dentre outros objetivos criar diferenças, sobretudo na propaganda. Isso sim é branding e não conversa fiada (bla bla blá). Fica aqui um alerta! Muito cuidado na hora de escolher uma empresa especializada no assunto.

    *Eugênio Bispo é diretor da Global Consultoria, empresa especializada em marketing e em planejamento e desenvolvimento de marcas. Contato: globalconsultoria10@yahoo.com.br

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  • Johnnie Walker x João Andante

    Interessante “briga” sobre direitos de patentes tem agitado o mundo das marcas aqui no Brasil. Após a concessão do registro da marca “João Andante” pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) á empresa mineira de mesma razão social, a gigante do setor de bebidas Diageo impetrou ação para anulação do registro junto ao órgão competente e responsável pelo deferimento, citado acima, por considerar a marca um plágio de uma de suas marcas, a conhecida Johnnie Walker. Segundo a Diageo a marca brasileira cria associação com a JW como “um primo do interior de Johnnie Walker, que imigrou para o Brasil durante a I Guerra” (Fonte: Revista Exame).

    Evidente que a Diageo possue direitos assegurados sobre a marca e sobre qualquer tentativa de vínculo indevido com suas propriedades, afinal, todo o esforço de desenvolvimento de conceito e criação de imagem é realizado por essa, além do direito De Fato, assegurado pelo registro. Caso o INPI mantenha a decisão e deferimento do registro da marca mineira, abre-se um precedente para criações embaladas em conceitos de outros, o que pode ser um “prato cheio” para marcas que praticam táticas de canibalismo de mercado (aparentemente não é o caso da João Andante).

    Veja outra matéria sobre registro de marcas aqui.

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  • O que os olhos não vêem, o coração não sente.

    Um grande desafio das marcas atuais é comunicar ao consumidor a seu diferencial e, passar a ele a sua personalidade. Atualmente, algumas marcas vivem seu momento de agressividade propagandística, aonde bombardear a cabeça de pessoas com o seu produto, não tem feito muita diferença nos resultados.

    Martin Lindstrom, no seu livro Brand Sense, fala sobre a importância de se utilizar os cinco sentidos na comunicação entre marcas e consumidores. Essa importância é sustentada na pesquisa que originou o livro, onde empresas que investiram em uma experiência sensorial completa foram muito mais lembradas pelos clientes.

    Certamente, as empresas estão mergulhadas no desafio de estarem presentes na cabeça de seus clientes. Desafio esse que tem provocado em empresas e agências trabalhos pelos quais demonstram estar totalmente perdidos. Quando falamos de experiência sensorial completa, partimos do princípio que marcas sabem fazer o dever de casa e sabem qual é o desafio que têm pela frente. Mas, infelizmente, o dever de casa está sendo um pouco mal feito. Uma das atividades de uma empresa, ao fazer o seu plano de marketing é saber qual é o seu alvo. Quem é o cliente que a empresa quer atingir, qual é o público?

    A maior parte das respostas para essa pergunta é: TODO MUNDO. Todo mundo que compra pode comprar da gente, nosso produto é pra todos, etc. No caso de empresas B2B, a resposta é parecida: “queremos vender para micro, pequenas e grandes empresas, nosso produto atende a necessidade de TODOS”.

    Logo se percebe que não fizeram o “dever de casa”. Não segmentaram o mercado para ver aonde o seu produto se encaixa melhor e pode ser trabalhado PRIMEIRO. Eu não acho que uma marca deva se focar apenas em um tipo de cliente. Ela pode vender pra todos, como dizem querer, mas tenho certeza de que só é possível atingir a um tipo específico de cliente POR VEZ. Portanto, se você quer vender pra todo mundo, trate as pessoas diferentes conforme as suas diferenças. Estabeleça um alvo, trabalhe nele, depois estabeleça o próximo alvo, forme a equipe e a forma de comunicar com esse próximo alvo. Colocar todo mundo no mesmo bolo e, fazer uma comunicação apenas pra “geral” não vai funcionar. (mais…)

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  • 10 marcas de luxo mais valiosas

    Marcas de luxo são aquelas em que a exclusividade e preço alto são as característica mais marcantes e que proporcionam a sensação de status e poder para quem as possui(consumidores).  Muitas destas marcas estão relacionadas ao mundo da moda e perfazem um universo de glamour e desejo.

    Abaixo segue a lista elaborada pela empresa de consultoria Millward Brown Optimor com as 10 marcas de luxo mais valiosas, em 2011.

    Fonte: Lista 10

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