• 10 grandes empresas controlam o mercado de alimentos

    O mercado consumidor de alimentos mundiais está nas mãos de 10 multinacionais que, através de estratégia multimarcas, protege seus negócios contra o crescimento de concorrentes. O que resta? Empresas regionais atuando em mercados locais e propostas de fusões para aumentar o poder de fogo, na competição oligopólica.

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  • Empresário anuncia projeto de construção de shopping center na cidade de Penápolis

    Apostando no mercado regional, o grupo Ferreira, do empresário Rafael Ferreira, anunciou no mês de julho a pretensão de investimentos de R$ 45 milhões na construção do Garden Shopping Penápolis, na cidade que leva o mesmo nome (Penápolis/SP). O projeto prevê 57 lojas, uma loja âncora, quatro semi-âncoras, duas salas de cinema, um boliche, praça de alimentação e estacionamento para 623 vagas, conforme reportagem publicada no jornal Folha da Região, de Araçatuba/SP.  A informação inicial é de que a área já está sendo terraplanada, para o início das obras.

    A tendência converge para o investimento em centros de compras no interior de São Paulo e fora dos grandes centros, como indica postagem publicada aqui. Atualmente existem 438 shopping centers em operação em todo o território brasileiro.

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  • O crescimento do Canal Farma

    Por @nielsenbr. Há algum tempo os leitores encontram notícias positivas nos jornais sobre o atual cenário de consumo no Brasil. Não é a toa que o país ocupa o sétimo lugar no ranking mundial sobre Confiança do Consumidor, segundo pesquisas realizadas pela Nielsen. Alguns fatores impulsionam essa ascensão como o incentivo do governo ao consumo interno, aumento da oferta de emprego formal, crescimento da expectativa de vida e maior presença da mulher no mercado de trabalho.

    Esses mesmos fatores estimularam o bom desempenho dos canais de venda. Em 2011, a Nielsen Brasil apurou que as Drogarias venderam três vezes mais do que a média de todos os canais auditados. O crescimento desse canal se deve a convergência de vários impulsionadores que estão transformando o comportamento de compra do brasileiro.

    Vale lembrar que esses impulsionadores que regem a conduta do consumidor são: bem estar, praticidade, sofisticação e indulgência. Essas quatro forças são válidas nas Drogarias, especialmente para o público feminino. “A maior presença das mulheres no mercado de trabalho, mais informadas, exigentes e com o tempo cada vez mais reduzido, leva ao aumento de nível de exigência”, relata Olegário Araújo, diretor de atendimento ao varejo na Nielsen Brasil.

    As principais forças atuantes na conduta do consumidor (citadas anteriormente) têm papéis específicos nas drogarias. O primeiro fator está relacionado à saúde e à estética; o segundo apresenta um leque de produtos dentro do canal que tornem a vida do consumidor mais prática, assim como a conveniência para realizar suas compras; a sofisticação tem relação com o fato de apresentar itens com valor agregado; e por último, a indulgência, permite que o shopper se presenteie com produtos diferentes.

    Segundo Araújo, a tendência deve se manter nos próximos anos. “Uma vez que as forças que impulsionam transformações no comportamento do consumidor continuarão nos anos seguintes, o crescimento das Drogarias também se manterá”, afirma o executivo. Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • O disparo do Nordeste

    Por @nielsenbr. O Brasil está em ascensão, #fato. O crescimento positivo da nação pode ser notado tanto na estabilidade econômica (comparada aos outros Países), quanto na melhoria da condição das classes baixas. Não tem sido diferente com a região Nordeste do País, que tem sido a região que mais contribui para esse cenário.

    O avanço da região começou há cerca de quatro anos, com o boom da classe C. O movimento é fruto da melhoria da renda no Nordeste, impulsionada por ações de investimento de caráter privado e público, como aumento do salário mínimo, programas de inclusão social, crescimento de empregos formais criados pelos diversos investimentos de empresas de grande porte, que instalaram suas fábricas na região, entre outros.

    Todo esse crescimento pode ser observado na prática com os dados sobre as vendas do varejo. Um dos itens que se destacou em 2011 na região foi o leite fermentado, que vendeu 15,6% a mais, comparado a 2010.

    Outra bebida que disparou foi o uísque: no último ano a região representou 37% das vendas da categoria. “Os números apontam que historicamente a população nordestina é um destaque no consumo do destilado”, conta Thais Castro, coordenadora de atendimento a clientes do Nordeste da Nielsen Brasil. O disparo do consumo se deve a uma questão cultural, pois é comum apreciar o uísque junto com a água de coco, que é muito comum na região, principalmente no Recife.

    O momento é favorável para investimentos no Nordeste! “Os varejistas têm potencial de crescimento na região sim”, afirma Thais. Uma análise realizada pela Nielsen apurou que para cada mil habitantes desta região estão disponíveis 5,5 lojas, enquanto que para todo o País a média é de seis lojas. A pesquisa também concluiu que o tipo de canal de vendas que tem mais potencial de crescimento são os Autosserviços com 5 ou mais check-outs, ou seja, supermercados com 5 ou mais caixas.

    A coordenadora dá outras dicas para se dar bem com a ascensão nordestina. “Direcione produtos ao consumidor desta região, conheça melhor o público e lance itens adequados às necessidades deles”, sugere. Estratégias como adaptar o alimento ao paladar regional e oferecer uma embalagem que permita a experimentação, com menor desembolso, facilitam o processo de aceitação e sucesso a inovação lançada na região.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • Dá pra lucrar com esportes?

     

    Por @nielsenbr. Os eventos esportivos mundiais estão chegando! Apesar de ainda faltarem dois anos para a Copa do Mundo que acontecerá no Brasil, já é tempo de começar a pensar em como lucrar com essas oportunidades.

    O primeiro passo é conhecer profundamente o mercado de esportes. A estratégia pode parecer simples, mas o resultado será positivo – nós garantimos! De acordo com análises realizadas pela Nielsen Brasil, em épocas de eventos esportivos, comparado a anos anteriores, os fabricantes que tinham vasto conhecimento sobre seu consumidor e sobre o mercado esportivo foram os que mais venderam.

    “Quem se prepara com antecedência para o evento se destaca por ter informações que chamam a atenção do seu público”, conta Sérgio Pupo Filho, gerente de Nielsen Sports. Além do conhecimento, também saiu na frente quem tinha planejamento e velocidade na execução das ações.

    Uma dica válida para as Olimpíadas de 2016 é explorar diversos esportes nos produtos. “Para cada modalidade estão atrelados valores diferentes, para públicos diferentes”, comenta. Portanto, a marca deve saber qual perfil de consumidor quer atingir para descobrir em quais esportes deve focar sua tática.

    Variar o investimento aumenta as chances de atingir mais pessoas. Segundo o gerente, a vantagem de diversificar a abordagem é a diminuição do risco de falha, diferente de quem aposta em apenas uma modalidade.

    Agora, uma curiosidade: um estudo realizado pela Nielsen em 2010, em 55 países, descobriu que na época da última Copa do Mundo o Brasil era o preferido para levar o título. Confira:

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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