• Brinde vinculado a compra de um produto: “on pack” x “in pack”

    Vamos falar um pouco de promoção de vendas e uma de suas técnicas. A adoção de brindes como estimulador da atenção e desejo de compra tem como base conceitual o aumento do valor agregado ao produto pela adição gratuíta de um outro produto ou serviço adicional, ou ainda compensação financeira. Os brindes devem ser interessantes e atrativos para o público-alvo do produto em questão e ter certa afinidade com o bem em questão. Uma forma de estabelecer o uso estratégico de brindes no ponto de venda é a promoção do tipo “on pack” ou “in pack”, que servem de incentivo visual para as vendas.

    A promoção do tipo “On pack” é quando o brinde (outro produto, por exemplo) é colocado fora da embalagem do produto, preso por uma “cinta” ou filme plastificado (shrink) ou por fixação com papel/papelão (pack – pacote), criando um apelo adicional (e visual).

    A promoção do tipo “in pack” se dá quando é inserido algum adicional dentro da embalagem do produto, como exemplo podemos citar as figurinhas dentro das embalagens de salgadinhos.

    Promoção do tipo "on pack"

    Promoção do tipo "on pack"

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  • Promo Bríndice 2012

    A feira de exposição de brindes, PDV, relacionamento e marketing digital promove sua 19ª edição, em São Paulo, entre os dias 10 a 13 de julho, no Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte. Num espaço horizontal, climatizado, de fácil acesso, com mais de 3.400 vagas de estacionamento, o endereço é um dos mais bem estruturados locais de exposições e feiras do país. A edição do ano passado foi um sucesso e as expectativas para a edição deste ano são ainda melhores, tanto para os expositores quanto para os visitantes do evento.

    Com o objetivo de apresentar as novidades do mercado e mediar a aproximação entre fornecedores e compradores, em 2011, a PROMO BRÍNDICE ampliou seu foco de atuação, incorporando três novos segmentos. Com a novidade o evento ganhou ainda mais a notoriedade junto aos profissionais de marketing, comunicação, compras, recursos humanos, eventos e tantos outros que influenciam ou tomam decisões em nome das principais empresas e agências propaganda e promoção do Brasil. Profissionais que agendam a feira no calendário anual como um compromisso pontual e imprescindível.

    Os segmentos de exposição contemplados pela PROMO BRÍNDICE também servem de parâmetro para outro evento paralelo à feira: o PROMO CONGRESSO. O objetivo é disponibilizar uma série de palestras, que abordam temas da realidade dos visitantes da feira, levando informações atualizadas, cases e tendências relevantes para esses profissionais. As palestras são ministradas por empresários, profissionais renomados da área e palestrantes com experiência em cada um dos assuntos abordados.

    A edição de 2011 gerou negócios na ordem de R$500 milhões. Mais de 9.000 visitantes passaram pela feira, que foi notícia divulgada pela imprensa em diversos meios de comunicação. O diretor da Still Promotion – empresa que participa da feira há 17 edições e que produz brindes variados em plástico injetado –, Douglas Alves, declarou que em 2011 fechou um pedido de 600 unidades de baldes de pipoca para uma importante instituição financeira. A gerente de negócios da WIT Solutions, empresa que participou pela primeira vez, Patrícia Ribeiro, também demonstrou seu entusiasmo: “Quem foi nos procurar já tinha objetivos definidos e conseguimos fazer com que alguns profissionais que nos visitaram também tivessem insights, enquanto eram atendidos, e isso gerou uma perspectiva de negócios muito boa no período pós-feira”.

    A exposição de produtos e serviços dirigidos para quem promove ações em pontos de vendas, marketing digital e marketing de relacionamento estará presente na edição 2012 com novas e modernas soluções para os visitantes do evento. O mercado está aquecido e a expectativa de aumento de geração de negócios entre fornecedores e compradores aponta para uma edição de sucesso garantido. Tudo graças à infraestrutura do evento que disponibiliza espaço para um maior número expositores e o conseqüente aumento das novidades que serão apresentadas aos visitantes. O PROMO CONGRESSO também promete a presença de importantes nomes do mercado promocional e pretende disponibilizar as mais novas tendências para este ano.

    Portanto, a partir das melhores expectativas, o Grupo Bríndice realiza mais uma edição da feira e do congresso, sempre atento aos interesses de seus públicos, promovendo e fortalecendo o relacionamento entre expositores e visitantes. Uma ocasião ideal para alimentar bancos de ideias, antecipar negócios e fazer network. Para mais informações, os interessados em visitar ou expor na feira podem acessar o site do evento www.promobrindice.com.br ou entrar em contato pelo telefone 11 2832-4066. www.brindice.com.br

    Veja fotos da edição 2011

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  • Máquina gigante de refrigerante instalada em praia do Rio de Janeiro

    Imagem: Galo Clandestino

    Como realizar uma interação com a marca em um local urbano? Pergunte para a The Coca-Cola Company.

    A referência acima se faz urgir devido a capacidade do desenvolvimento de marketing promocional da empresa, ao meu modo, uma dos melhores do mundo nesse quesito. No exemplo abaixo há uma combinação de ambiente e promoção de marca a partir da intervenção urbana em uma praia do Rio de Janeiro. Banhar-se na praia teve uma conotação diferente com a fusão de ideias entre o conceito de refrescância e a marca comunicada a partir da ação ‘Sprite Shower’. Excelente escolha do local e realização para fixação e lembrança de marca, com potencial para geração de resultado imediato. Perfeito!

    Confira o vídeo da ação de promoção de vendas:

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  • Uma Coca-Cola com seu nome

    A Coca-Cola Austrália lançou uma promoção de personalização de rótulos bem bacana. A partir de pesquisa com 150 nomes populares naquele país, várias garrafas do refrigerante de cola vieram customizados com os nomes grafados dividindo a área de rotulagem com a tipologia da marca de Atlanta. A ação faz parte da campanha de verão e ainda oferece a possibilidade para personalização de latas com outros nomes diferentes. Além disso, também é possível personalizar a imagem do seu rótulo/garrafa através do facebook para enviar para seus amigos, ou seja, a Coca-Cola está exatamente na vanguarda do marketing a partir da tendência de proporcionar experimentação (experiências) através do relacionamento consumidor-marca. Estima-se que mais de 200 milhões de garrafas personalizadas foram produzidas.

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  • Que tal investir em marketing sem botar a mão no bolso? (Parte 2/3)

    Como o fomento à cultura, ao audiovisual e ao esporte pode contribuir significativamente para a imagem e a lembrança da sua marca.  Melhor: muitas ações podem sair rigorosamente de graça, se bem utilizadas as leis de incentivo.  Vai ficar de fora, ADMINISTRADOR DE MARKETING?

    Conforme prometido eis a 2ª parte deste artigo, que dá sentido ao seu título e que ainda é, na minha opinião, a parte boa do assunto: como investir em comunicação sem gastar nada ou quase nada.  A 1º parte está em http://www.elciofernando.com.br/blog/2012/02/leis_de_incentivo_i-que-tal-investir-em-marketing-sem-botar-a-mao-no-bolso e versa sobre as questões mais conceituais das leis de incentivo, em especial as que contribuem para as ações de marketing.

    Marketing é, muito simplificadamente, criar, entregar e comunicar valor, segundo a American Marketing Association (além de “trocar ofertas que tenham valor aos públicos de interesse”, ainda de acordo com a leitura conceitual de marketing em 2007, daquela associação.  Em tempo: eu preferia a descrição anterior de 2005 que englobava o conceito de administração do relacionamento com clientes, beneficiando a organização e seu público interessado…).  Adicionalmente, podemos afirmar que sem COMUNICAÇÃO aquele triunvirato (criar, entregar e comunicar valor) não governa nenhuma ação de marketing.  E para conquistar o cliente, fidelizando-o com um bom pós-vendas e oferecendo sempre novas soluções, comunicar-se BEM é imperativo.  Segundo Kotler, marketing é identificar e satisfazer as necessidades humanas e sociais.  E, vamos combinar, sem comunicação, nem uma (a demanda!) nem outra parte (a oferta!) hão de se falar/conhecer/interagir…, enfim, c.o.m.u.n.i.c.a.r-se!!!

    E uma das maneiras de se comunicar (bem!) é a utilização da imagem da organização (marca + seus produtos/serviços oferecidos + serviços de relacionamento pré-durante-pós-venda) e as associações que os clientes fazem dela.  Chegamos aonde interessa: comunicar-se bem através das leis de incentivo à cultura, ao audiovisual e ao esporte, utilizando renúncia fiscal.  Essa comunicação será PLANEJADA na medida em que É VOCÊ quem escolherá os projetos a que quer associar sua organização.  Por outro lado, também será NÃO-PLANEJADA na medida que, dependendo do sucesso (ou não) que a ação fizer, vai ecoar por tantos outros canais, que este tiro de marketing acaba se amplificando muito mais, isto é, você vê sua imagem se multiplicando sem parar.  E melhor: sem gastar um centavo extra por esse “a mais”!

    Sempre que uma companhia se associa a uma iniciativa bacana – seja arte ou esporte – tendemos a olhar para ela com novas lentes: “Puxa, que legal, a empresa XYZ bancou esta ação…”.  Essa frase NÃO tem preço e é impossível de se mensurar (na verdade, até é, mas isso é outra história, o inovador Balanced Scorecard Social!).  Quando o seu cliente enxerga sua organização com essa admiração, não há orçamento publicitário que cause benefício comparável.  Fácil de explicar: toda atitude arquitetada para convencer o cliente através das ferramentas tradicionais de marketing (comunicação!) são reconhecidas pelo destinatário como ações promocionais e, como tais, ensina-nos a psicologia popular, com “valor descontado”, isto é, todo mundo sabe que a empresa faz o comercial de milhões para falar bem de si mesma e para tanto bastam bons marketeiros (comunicadores, publicitários etc.).  Agora, quando a atitude arquitetada é se mostrar através de terceiros, ou melhor, através de ações bacanas (responsabilidade social corporativa, cultura, meio ambiente, esportes, audiovisual etc.), o seu cliente deixa de vê-lo como top of mind para vê-lo como top of soul.  É transformar o seu cliente/consumidor em admirador, senhor ADMINISTRADOR DE MARKETING.  Aí está o tão (batido e) desejado diferencial.  Muito melhor do que falar bem de si é deixar os outros falarem bem de você, não acha?

    É claro que este texto não tem a pretensão de achar que associar a marca a projetos de qualidade será a panaceia da comunicação da sua companhia.  Afinal, antes de tudo, é necessário um mix de marketing consistente (produto, preço, praça, serviço, processos, pessoas, promoção etc.).  O que este artigo defende é “a importância da importância” da lembrança da marca (para os anglicistas de plantão: brand recall ou brand awareness).  Isso é que não tem valor: o sujeito sair encantado de um concerto musical e associar esta experiência à marca do seu empreendimento.  Se toda vez que saísse na imprensa o nome de Tony Ramos, viesse colado o meuzinho, eu não reclamaria, não, nem tampouco se fosse seguido do nome do Raí…  É um prestígio, para mim, estar próximo a personalidades relevantes em seus segmentos.  A mesma coisa o patrocínio cultural através (mas não exclusivamente) de leis de incentivo: um projeto de arte SEMPRE vai emocionar pessoas e estar associado a este sentimento é indiscutivelmente uma ação muito eficiente e eficaz.

    Ainda tem a onda poderosa do tripé da sustentabilidade (amantes do estrangeirismo: triple bottom line).  Não dá para pensar mais o desenvolvimento sem viabilizar o social, o ambiental e o econômico, sem que um favoreça o outro e um não prejudique o outro! Nesse sentido, a empresa que sai na frente e monta seu balanço social (consistente, ok, vamos combinar!), acaba valorizando suas ações (os títulos) nos balcões de negociação, como por exemplo, o “NYSE ARCA Environmental Services Index“, da Bolsa de NY, e “Índice de Sustentabilidade Empresarial”, da nossa Bovespa.  Aqui vale a palavra do indiano Amartya Sem, Nobel de Economia por suas contribuições sobre a “economia do bem-estar”, que “valoriza o desenvolvimento social para a busca da liberdade econômica”.  Isso é posicionamento.  Isso é marketing na veia.  Isso é se comunicar com seu público de interesse objetivando maximizar o valor da sua companhia.

    Soma-se isso à vantagem da força do patrocínio.  Ou melhor, do patrocinador.  É muito comum o patrocinado oferecer muito mais benefícios ao patrocinador do que aquilo então pactuado.  Isso acontece porque já é tão difícil convencer o empresário em patrocinar, que quando consegue, o beneficiário acaba (quase sempre) proporcionando um leve 2 e pague 1 (pague no sentido figurado, já que não há efetivo dispêndio por parte do patrocinador, na maior parte das vezes, quando se usa a Lei Rouanet).  Ou, minimamente, o patrocinador acaba conseguindo vantagens na contratação de outros serviços, quando não for possível ao favorecido ir além de sua musculatura e boa vontade!  Exemplo?  Imagina um espetáculo teatral patrocinado pela sua empresa.  Agora imagine que o RH da sua companhia deseja sessões internas para seu corpo de funcionários em várias cidades do país, mas que a cota de 10% do produto artístico já se esgotou, isto é, a produção não tem mais obrigação de fornecer nada pelo patrocínio.  Ora, é CLARO que esta mesma produção vai fazer de tudo para viabilizar o desejo do RH, inclusive negociando com seus artistas e técnicos o menor valor possível para atendê-lo.  Ou seja, o que sairia por 100 reais no mercado, sairá por 50, 70 reais numa ação junto ao seu patrocinado. (mais…)

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