• Sony e as 200 telas

    Excelente comercial da Sony que mostra a “história das telas” contando, metaforicamente, o nascimento e vida de um indivíduo (uma garota). O vídeo é produzido em uma tomada (take) único e 200 telas foram utilizadas durante a produção. O resultado é muito interessante. A ação faz parte da campanha mundial Make. Believe, da empesa japonesa.

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  • Ator Fábio Assunção envelhece em comercial


    Muito bacana o comercial institucional da associação pró-idoso do Projeto “Velho Amigo“. Além do excelente redação publicitária, a comunicação apresenta uma evolução ao contrário da aparência do ator, muito bem produzida que, transforma a propaganda em uma peça de muito bom gosto.

    Clique aqui para baixar o estatuto do idoso.

    “O Projeto Velho Amigo é uma associação sem fins lucrativos que desde 1999 contribui para o melhor funcionamento de casas de longa permanência.
    HOJE ASSISTE DIRETAMENTE CERCA DE 600 IDOSOS.
    Afai – Associação dos Familiares e Amigos dos Idosos, Assistência Vicentina de Vila Mascote, Associação O Raiar do Sol, Carmelo Imaculado Coração de Maria e Santa Teresinha, Casa da Divina Providência, Casa dos Velhinhos de Ondina Lobo, Cepim – Casa dos Velhinhos, Fraternidade de Alinça Toca de Assis (Toca Cotia – Casa São Pio e Vila de Assis), Lar Francisco Candido Xavier, Lar do Idoso Augusto Neves, Lar das Mãezinhas, Lar Nossa Senhora da Conceição, Lar Vivência Feliz, Pousada Luz Divina”. Fonte: http://www.velhoamigo.org.br/quem-somos

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  • L’Odyssée de Cartier

    Uma viagem que mistura sonho e realidade! Uma aventura com imagens perfeitas em takes em slow motion, alta definição, ótima direção de fotografia e trilha impagável é a obra-prima publicitária para celebrar os 165 anos da marca Cartier. O filme levou dois anos para ter toda sua produção finalizada.

    Vários países são representados no filme (locais onde a marca está presente), inclusive o Brasil, que possui uma homenagem especial no curta-metragem, por conta da inspiração e amizade de um grande personagem da nossa história com o fundador da marca francesa. Descubra como nossa pátria é lembrada pela marca de luxo. Belíssimo!

    Créditos: Supervisor de Direção: Bruno Aveillan; Direção: Mathieu Lauxerois e Nataly Aveillan; Criação: a cargo da agência francesa Marcel.

    Confira o Making-off da superprodução.

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  • Faça um comercial que dá vida a uma associação mental metafórica

    Como comunicar a refrescância e a sensação de “geladinho” que uma chiclete/mastigável pode causar? Simples, é só ir na direção da principal associação mental metafórica que temos ao saboriar algo muito gelado. Não entendeu? Veja a publicidade do ‘Frost Bites’ que você vai compreender.

    Racionalização da imaginação metafórica, somado a estratégia comunicacional de humor. Conforme Peirce, “a ocasião da referência a um correlato é obviamente por comparação”.

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  • Muito mais do que uma breve lembrança

    Lembrança é quando, mesmo sem autorização, o seu pensamento reapresenta um capítulo”. Adriana Falcão.

    As propagandas na televisão servem pra nos lembrar das marcas. Nem sempre elas são capazes de nos lembrarem de algo realmente bom. Mas, ao vermos um determinado comercial, lembramos alguma coisa.

    Nesse final de semana tivemos a final do Super Bowl, o campeonato de futebol americano, nos EUA. O intervalo do Super Bowl é o espaço publicitário mais caro do mundo, aonde trinta segundos custam a bagatela de três milhões e meios de dólares. Quase nada.

    Porém, nesses trinta segundos, a única coisa que uma marca consegue fazer com seus consumidores e lembrar-lhes de que ela existe. Que no meio de tantas milhares de concorrente ela tem dinheiro pra veicular um comercial caro no intervalo mais caro do planeta e, que ela continua vendendo seus produtos.
    Infelizmente, os comerciais não contam uma história que tem a ver com a marca. Eles contam uma história engraçadinha sem pé nem cabeça e que, muitas vezes pode até grudar na sua cabeça, mas será que vai fazer com que você pegue o seu dinheiro e pague por ela?

    Eu lembro que no ano passado tivemos aquele comercial engraçadinho da Volkswagen brincando com Star Wars. Do mesmo jeito, esse ano tivemos um outro comercial engraçadinho, ou nem tanto, sobre o funcionário da Coca comprando Pepsi.

    Ok, eu lembrei da Volks, lembrei da Pepsi, e acabei me lembrando da Coca-Cola também. Mas, quem garante que, apenas por uma simples lembrança eu vou comprar alguma das três marcas, e não um All Star novo? No livro “A bíblia da inovação” Philip Kotler e Fernando Trias de Bes traduzem, talvez no melhor trecho do livro – que está longe de ser uma bíblia – que o processo de compra se reflete em:
    1. Lembrança;
    2. Consideração;
    3. Teste; e
    4. Repetição.

    Dessa maneira, a simples lembrança pode não me levar a considerar a comprar determinada marca apenas por que eu me lembrei dela. Junto com a lembrança, vem a ideia que eu faço da marca, a imagem que ela me passa, como eu disse em meu último artigo aqui.

    Pela mesma lógica, uma única compra (um teste), não me transforma em um cliente fiel e, mesmo que eu me torne um cliente fiel, através da repetição, quanto mais eu demoraria até ser um evangelizador, um entusiasta de uma determinada marca?

    Será que um comercial de trinta segundos ao preço de três milhões e meio de dólares consegue fazer mais do que ativar uma lembrança, e talvez uma experiência na cabeça de um consumidor, fazendo-o ir até o passo três desse ciclo de compras? Provavelmente não.

    A verdade é que, nenhum consumidor no mundo, através de uma simples lembrança de três milhões de dólares sai da cadeira e compra uma Coca-Cola, ou uma Pepsi. Depois dessa lembrança, é preciso fazer algo mais.

    E as ações necessárias para despertar a consideração do consumidor, fazê-lo testar (ou re-testar) a sua marca, até tornar isso uma repetição, são muito mais do que comerciais televisivos. É preciso relacionamento, reconhecimento. Reconhecimento do consumidor. Um consumidor só leva em consideração um determinado produto de uma marca quando ele percebe que aquela marca, muito mais do que uma anunciante, e através de fatos, sabe realmente do que ela está falando.

    O fato da Coca-Cola ter pintado o Papai-Noel, que era verde, de vermelho, não a faz especialista no Natal. Mas as quantidades de produtos em um refrigerante fizeram um país, os EUA, a começarem uma campanha pela redução do consumo de refrigerantes. O fato da Kodak ter inventado a fotografia, a revelação digital, e tudo mais que conhecíamos, antes das câmeras digitais, não fez que os clientes tivessem repetições suficientes para evitar que elas falissem. (mais…)

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