• 5 dicas para planejar sua atividade em Marketing Digital

     

    Muito se tem falado sobre Marketing Digital. De fato, o assunto é vasto e atrai profissionais e entusiastas de diversas áreas de atividade. Ainda, com o crescimento das ferramentas on line, a presença das empresas no mundo digital só tem aumentado, o que acentua as discussões sobre ferramentas de marketing, neste meio. Como exemplo, 92,1% das empresas brasileiras estão presentes em alguma rede social, conforme pesquisa Social Media Trends 2017, publicado pela empresa Rock Content.

    Entretanto, somente o fato de estar presente nas Redes Sociais já não é mais requisito para alcançar sucesso, afinal, a grande quantidade de conteúdos e públicos acabam dispersando ações mal estruturadas, além da alta demanda para frequência de postagens e monitoramento de comentários, por exemplo. Desta forma, qual a maneira mais correta para organizar sua atividade de Marketing Digital?

    O que é Marketing Digital

    Inicialmente, vamos definir o que é o Marketing Digital. Para facilitar nosso entendimento, podemos conceituar o Marketing Digital como sendo uma aplicação dos conceitos e estratégias de marketing, em plataformas digitais (sites, hotsites, blogs, e-mail, realidade aumentada, realidade virtual, games, redes sociais digitais, e etc.

    Planeje!

    Planejar suas ações é o meio mais adequado para que o trabalho nas redes sociais tenha sucesso e alcancem os seus objetivos. Abaixo, vou listar 5 itens que seu planejamento de Marketing Digital deve ter. Vamos lá:

    1. Definir seu público.
    2. Identificar Objetivos
    3. Criar Estratégias
    4. Implementar
    5. Medir resultados.

    Numa próxima postagem falaremos sobre cada uma das etapas deste planejamento. Acompanhe!

    Elcio Fernando Del Prete Miquelino: Bacharel em Comunicação Social, Publicitário. Especialista em Marketing e MBA em Marketing. É Consultor em Marketing e sócio de agência de publicidade. Docente da Unilins – Centro Universitário de Lins. Coordenador dos Projetos de TCC do curso de Bacharelado em Marketing. Autor do livro ‘O Marketing e a nova Economia’.

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  • 30 anos do Macintosh

    E lá se vão 30 anos do lançamento do computador pessoal Macintosh, pela Apple. O produto, lançado em 04 de janeiro de 1984, foi o primeiro a apresentar a relação homem-máquina através de uma interface gráfica mediada por símbolos e controlada mediante uso de um mouse. Interessante considerar que a empresa americana permanece na vanguarda em relação aos segmentos que atua e seus lançamentos continuem sendo ansiosamente esperados pelo mercado, ano a ano.

    Mas, além da inovação do produto em si, o lançamento do produto na época contou com a propagação de uma publicidade que, certamente, está entre as 10 melhores de todos os tempos, na minha opinião. Em uma direta correlação à obra de George Orwell, a publicidade da Apple, também intitulada”1984″ e dirigida por Riddley Scott, coloca o expectador quase como um personagem de um cotidiano comandado pelo “Grande Irmão” (recomendo a leitura do livro para entender melhor como a mídia e o sistema manipulam a sociedade e as pessoas, na visão de Orwell) que, em determinado momento, “quebra” o controle exercido até então com a introdução do Macintosh. Poderíamos até discorrer aqui sobre o que a Apple faz a posteriori, que, também é um controle midiático e manipulador a partir dos seus sistemas operacionais fechados, mas fica para uma próxima ocasião.

    O trigésimo aniversário de lançamento e o sucesso da Apple são situações tão emblemáticas que a companhia comemorou com um evento social e beneficente, além da criação e disponibilização de um site bem interessante em forma de “linha de tempo” e, claro, com a veiculação de um novo comercial (abaixo).

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  • Super Bowl é um fenômeno de mídia

    Mesmo com as novas tecnologias e mudanças no comportamento do público jovem, ainda impressiona – e talvez ainda mais por esses motivos –  a penetração da transmissão do SuperBowl, da liga NFL 2014, realizada hoje. Estima-se que o custo de cada inserção publicitária de 30 segundos durante o evento chegue a valores próximos de 4 milhões de dólares. Tal investimento é proporcional ao alcance da transmissão do evento, que calcula-se er em torno de 90 milhões de pessoas simultaneamente. O fato é que a comunicação de um produto/serviço será visualizada por boa parte desses telespectadores, ao mesmo tempo. Tal contexto midiático é de fazer inveja para todas as outras mídias em conjunto, inclusive a internet.

    É por isso que grandes marcas de bens de consumo (Heinz, M&M, Sodastream, Exxon, Coca-Cola, Pepsi, RadioShack, Budweiser’s, Volkswagen, Toyota, Audi, Jaguar, Hyundai, Chevrolet, Ford, Maserati, Kia, Doritos, Bank of America) investem em comunicação e patrocínio (a Pepsi, por exemplo, esteve presente com ações de promoção de vendas durante o show do Bruno Mars, ocorrido durante o intervalo) do evento – usando principalmente de muita estratégia de storytelling e teasers – além de toda a primorosa organização, que faz da final um show a parte.

    Abaixo seguem alguns vídeos que foram veiculados hoje:

    Fonte

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  • John Lewis veicula tradicional comercial de Natal com uma storytelling feita com técnicas de animação digital, stop motion e fotografia

    Criado pela Adam&Eve/DDB e produzido pela Blinkink, o comercial The Bear & The Hare, da loja (rede) britânica de departamentos John Lewis é um encanto a parte. O curta-metragem se passa ao redor do primeiro natal de um urso e sua amizade com uma lebre. A ação, representa um bom exemplo das novas investidas em estratégias de storytelling. A rede de lojas já é conhecida por seus comerciais natalinos de altíssima qualidade.

    “O anúncio apresenta dois amigos, um urso e uma lebre, que sempre caminham juntos nos meses mais quentes. Porém, quando o inverno chega, o urso se torna cada vez mais cansado, até que se retira para sua caverna a fim de hibernar. Entretanto, neste ano, a lebre deixa um presente fora da caverna para seu amigo, que no dia de Natal consegue acordar cedo para participar, pela primeira vez em sua vida, das comemorações festivas com todos os animais da floresta.” Fonte: Adnews.

    A ação de marketing se torna ainda mais ampla com a criação de uma linha de produtos específica (brinquedos, livros e enfeites) de acordo com a estória contada no filme e que, logicamente, já estão disponíveis para compra na rede de lojas.

    Também vale a pena conferir o making off e como foram feitas as filmagens, e um pouco das técnicas utilizadas. Simplesmente fantástico!

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  • Gillette apresenta: Homenagem a Ayrton Senna

    A Gillette apresentou, há uma semana, um vídeo publicitário em homenagem ao grande Ayrton Senna. A peça, com clara estratégia emocional, utiliza como pano de fundo o fato do piloto ter melhor desempenho em pistas molhadas. Junto as belas imagens, um texto exuberante e a presença metafórica de vários jovens homônimos do sensacional Senna e com a participação de seu sobrinho Bruno Senna (impressiona também pela semelhança física com o tio) É um tipo de campanha que impressiona e resgata uma sensação que é um misto de emoção pela ausência, bem como o orgulho de ser brasileiro, devido às conquistas de um grande homem. Garantia de sucesso e de vários comentários acerca da falta que Ayrton faz para a Fórmula 1 e nossos domingos.

    Entretanto, faço valer minha auto permissão como blogueiro e publicitário para uma pequena observação, pois entendo que a empresa poderia ter evitado  a inclusão do produto no vídeo publicitário. Tal ação (homenagem com estratégia tipificada emotiva), é coerente sob a ótica publicitária como uma ação institucional e, como tal, bastaria a marca da companhia fechar como uma típica assinatura, ou seja, uma homenagem integral ao homenageado, com o tempo total do vídeo sendo destinado para isso.

    De qualquer forma, a campanha é sensacional e a iniciativa social junto às vendas do produto idem. Parabéns Gillette e, obrigado Ayrton!

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