• Publicidade da Vivo cita personagem da Globo sem autorização


    Sem autorização da Rede Globo, o anúncio publicitário feito pela agência VML (empresa do grupo Newcomm, de Roberto Justus) para a Vivo teve que ser retirado. A veiculação em questão tem como garoto propaganda o ator Murilo Benício, até entõ algo normal, porém o conteúdo faz uma referência ao personagem Tufão, da novela Avenida Brasil. Tal citação não pode ser feita sem a devida autorização da proprietária da obra fictícia, no caso, a Globo.

    Vale ressaltar que, segundo publicado no Adnews, o próprio Justus assumiu publicamente o erro da agência. Sei não hein, isso está me cheirando ação manjada antes, afinal, o equívoco é muito primário.

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  • Aeromoças mostram como colocar corretamente uma camisinha

    Já imaginou se, durante um vôo comercial, aeromoças ensinassem os passageiros a colocarem corretamente uma camisinha? Bem, a marca de preservativo Durex imaginou e realizou a ação de guerrilha. As reações foram as mais diversas e,  evidentemente, toda ação de marketing de guerrilha tem como pano de fundo o inusitado, a supresa. Quando realizada de forma correta, as chances de fixação da mensagem são muito maiores, afinal, acrescenta uma experiência e contexto emocional ao cotidiano.

    Veja o vídeo com a ação da Durex.

    Via.

    Confira outras ações de guerrilha, aqui.

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  • 24º FEST´UP – Festival Universitário de Publicidade

    O 24º Fest’Up acontecerá de 01 a 02 de setembro na sede da Faap, em São Paulo. O Fest’Up é um dos maiores eventos universitários de publicidade do Brasil e reúne palestras realizadas por profissionais de renome no cenário publicitário brasileiro, concursos de criação, e presença de representantes de veículos e agências, além de estudantes de publicidade de todo o país.

    Local: FAAP
    Rua: Rua Itatiara, G3 – Pacaembu
    Cidade: São Paulo – SP
    Site ou Mapa: http://maps.google.com/maps/p…
    Telefone: (11) 3813-0188
    Tipo de evento: seminários, palestras, workshops
    Programação: clique aqui

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  • Comercial estranho divulga o automóvel Toyota Auris no Japão

    O vídeo publicitário do Toyota Auris,veiculado no Japão, é um tanto exótico para os padrões da publicidade como conhecemos por aqui. Ao utilizar o modelo ucraniano Stav Strashko como garoto propaganda, a montadora estabelece uma conexão de que o automóvel não é somente aquilo que parece ser, um carro compacto. Ademais, as criações publicitárias no terra do sol nascente nem sempre possuem um contexto compreensível para nós, e em muitos casos beira o bizarro total. Minha surpresa está no fato de que, desta vez, o anunciante é uma empresa com imagem mais, digamos, conservadora.

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  • Natura acusa Jequiti de plagiar linha de produtos

    Fotomontagem/Divulgação. Reprodução: Folha.com.br

    Conforme matéria publicada ontem, na Folha de São Paulo, a empresa de cosméticos Natura solicitou junto ao CONAR – Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária, deliberação contra a veiculação de publicidade da concorrente Jequiti, por suposto plágio em linha de produtos. Conforme informado na publicação citada, a Natura acusa a empresa do Grupo Sílvio Santos de estabelecer a linha Comix com conceitos similares aos da linha Humor, de propriedade da solicitante.

    Face a suposta acusação, faz saber alguns esclarecimentos, frutos da minha opinião pessoal: ao Conar não cabem prerrogativas de punição ou de jurisdição sobre produtos, linhas de produtos e extensões de linha, mas somente sobre a comunicação publicitária veiculada nos meios de comunicação em território brasileiro, conforme cita o proprio código em “DAS FINALIDADES”.

    I. Zelar pela comunicação comercial, sob todas as formas de propaganda, fazendo observar as normas do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, que prevalecerão sobre quaisquer outras.
    II. Funcionar como órgão judicante nos litígios éticos que tenham por objeto a indústria da propaganda ou questões a ela relativas.   
    III. Oferecer assessoria técnica sobre ética publicitária aos seus associados, aos consumidores em geral e às autoridades públicas, sempre que solicitada.        
    IV.Divulgar os princípios e normas do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, visando a esclarecer a opinião pública sobre a sua atuação regulamentadora de normas éticas aplicáveis à publicidade comercial, assim entendida como toda a atividade destinada a estimular o consumo de bens e serviços, bem como promover instituições, conceitos e ideias.    
    V. Atuar como instrumento de concórdia entre veículos de comunicação e anunciantes, e salvaguarda de seus interesses legítimos e dos consumidores.
    VI. Promover a liberdade de expressão publicitária e a defesa das prerrogativas constitucionais da propaganda comercial.

    Neste intento, a reportagem não esmiuça totalmente a questão e deixa brechas para interpretação errônea quanto a finalidade do próprio órgão mencionado acima, cuja seriedade e objetividade em assuntos da ordem da publicidade são legítimas e exemplares, como mecanismo democrático e autorregulador do mercado, coibindo excessos quando existentes, com competência.  Em outras palavras, o Conar não pode sugerir a suspensão de uma publicidade baseado em uma delação, desde que a favor do requerido exista decisões judiciais favoráveis.

    Entendo que, em se tratando de um possível plágio, a empresa Natura tem a posse de direitos assegurados a partir de registros devidamente patenteados (composição, processo, embalagem e marca), por suposto, para estabelecer sua exposição das culpas do concorrente e tal pleito deve ser orientado por procedimento jurídico junto esferas que norteiem a justiça do Direito Comercial e de Direitos Autorais (Patente de Invenção e Registro de Marcas).

    Ainda, a matéria afirma que “A Jequiti recebeu a instrução de não produzir novas embalagens do produto e realizar a venda normalmente até o fim dos estoques do material.” e, assertivamente não atribui as responsabilidades pela instrução, se são oriundas de determinação legal ou do próprio Conar.

    Ainda, entendo que qualquer tipo de ilação pode se tornar leviano por total falta de informações detalhadas sobre o exposto e, assim, suscitar culpabilidade a essa ou aquela marca, causando mal estar na relação destas com seus mercados consumidores. Superficialmente, o que posso concluir é que, a partir da proferida defesa de seus direitos, a requerente, estrategicamente, legitimou  interpelação da comunicação mercadológica do concorrente (publicidade), de modo a tomar defesa no mercado em que concorrem.

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