• Tecnologia em respeito ao meio ambiente

    Um processo inovador pode e deve comtemplar soluções sustentáveis e, porque não, ser diretamente direcionado para o respeito ao meio ambiente, quando há reais possibilidades para tal?

    Um excelente exemplo de desenvolvimento de tecnologia e automação a serviço do meio ambiente é o mecanismo criado pela empresa australiana Vicroads, que permite retirar e transplantar árvores de porte pequeno de um ponto para outro. O sistema evita o corte de alguns tipos de árvores durante a execução de obras. Assista que ideia bacana, no vídeo abaixo:

    Vi aqui.

     

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  • Animação em anúncio impresso

    A tecnologia CinePrint utiliza o tablet para, em conjunto com recursos impressos, promover uma animação em um papel. A publicidade criada para o Lexus pode representar um marco para a integração destas mídias e um futuro para as veiculaçôes em papel. Confira!

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  • A tecnologia que dita um novo jeito de comprar

    Olegário Araújo para a Abep. Na história da humanidade, a tecnologia sempre foi a alavanca que proporcionou profundas mudanças. Foi assim com o fogo, agricultura, roda, imprensa, computador pessoal, internet, celular e redes sociais.

    A tecnologia transforma as experiências de compra, muda de patamar as expectativas do consumidor/shopper e, consequentemente, transforma a gestão das empresas, demandando uma revisão, em intervalos mais curtos, de posicionamento mercadológico, estruturas, recursos, perfil das equipes e tantos outros aspectos.

    “Ela coloca à disposição do varejo/empresas de pesquisa, em alta velocidade, dados muito mais granulares, em intervalos de tempo mais curtos e que precisam ser consolidados para a identificação de padrões/segmentos para que decisões estratégicas sejam tomadas com maior rapidez.”, diz o diretor de atendimento ao varejo da Nielsen Brasil, Olegário Araújo.

    Entender o posicionamento mercadológico do varejista e tratar os dados de forma a gerar insights úteis para apoiar o processo de tomada de decisão são os grandes desafios. Estamos diante de um consumidor/shopper mais exigente, que quer ser tratado de uma forma diferenciada, com múltiplas experiências de compra, com mais opções e, sobretudo, bem informado.  No varejo, esse desafio se traduz em, com o suporte das empresas de pesquisa, compreender as necessidades e desejos do consumidor, seus hábitos de compra e transformar este conhecimento em estratégia a fim de garantir a sua execução.

    A tecnologia gera um grande volume de dados em alta velocidade, mas isto não é suficiente para tomar decisões.  A tecnologia e os dados são um meio, mas não um fim. Com a clareza de sua missão, valores, público alvo, estratégia e resultados a serem alcançados, a tecnologia é a alavanca para promover essa transformação nas empresas, em especial no varejo.

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  • A importância dos produtos: exemplo do absorvente feminino

    Não há como negar que o desenvolvimento industrial e tecnológico concede ao ser humano um número ímpar de vantagens e melhorias na vida cotidiana. Os produtos possuem, além de conhecida importância econômica na distribuição das riquezas e no crescimento dos países, o objetivo de proporcionar conforto, higiene, melhorias na expectativa de vida e na saúde, facilitar a comunicação, locomoção e muitos outros para os quais os produtos são criados.

    As invenções, por sua vez, para terem sucessos, “atacam” diretamente problemas, ou seja, os produtos concebidos tem como elemento fundamental a “função de uso”, ou seja, trocando em miúdos, é o “para que serve o produto”, que, necessariamente, está relacionado a um problema conhecido ou desejo específico.

    Um bom exemplo é o absorvente feminino descartável. “Em 1894 na Alemanha, surge o primeiro absorvente descartável, o Hartmann’s, uma bandagem vendida em caixa com seis unidades. Anos depois, o produto chega à Inglaterra e aos Estados Unidos” (Fonte: Mundo Estranho). O Modess, desenvolvido entre as décadas de 20 e 30 nos EUA e lançado no Brasil no ano de 1934 pela Johnson & Johnson, substituiu as terríveis toalhinhas (faixas de tecido poroso dobradas em três partes) que eram utilizadas e lavadas posteriormente, para novo uso. Além de não-higiênicas, eram volumosas e desconfortáveis pois com as sucessivas lavagens o tecido ficava áspero, e também causavam o risco de desenvolvimento de fungos e bactérias. Ainda na década de 30 foram desenvolvidos os primeiros absorventes internos, e no Brasil, o primeiro do gêner a ser produzido e comercializado foi o O.B, na década de 70. Por sinal, o nome O.B. “vem de ohne binde, expressão alemã que significa algo como “sem toalha””. (Mundo Estranho).

    E a Johnson & Johnson estava mesmo na vanguardam, já naquela época. Motivado pelo pouco uso dos absorventes, até a década de 50 – provavelmente causada pela resistência das mulheres brasileiras em aderir as inovações – a empresa criou uma consultora e “conselheira feminina”: Anita Galvão. A “personagem” tirava dúvidas das mulheres sobre o uso do produto através de interação por correspondência, também participava de eventos e campanhas publicitárias da marca e proferia palestras sobre os assuntos relacionados a menstruação e uso do Modess e distribuia cartilhas/livretos sobre o tema. Moderno né? Enquanto muitas empresas atuais não conseguem utilizar recursos das redes sociais, a J&J criou um belo relacionamento entre marca e usuárias, que permaneceu durante uma década.

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  • Igreja Universal inova ao criar aplicativo para receber dízimo através do Facebook

    Imagem: Reprodução/Facebook

    É natural que algumas pessoas vejam com desconfiança e formem uma opinião negativa sobre o fato da Igreja Universal do Reino de Deus desenvolver um aplicativo para o Facebook afim de receber ofertas e os dízimos dos fiéis, através da rede social, e com utilização de cartão de crédito, a partir de R$20,00 – o app também tem a opção de doações no sistema 1-clique. A novidade, informada em vários sites e blogs (veja aqui, aqui, aqui e aqui), conta com uma enxurrada de comentários negativos e críticas a entidade e a forma de recebimento. Sem entrar no mérito religioso, o meio utilizado para recebimento da “parte que lhes cabe” é apenas instrumento do conceito da décima parte ora propagado na crença cristã.

    Afinal, qual a diferença existente no fato do indivíduo fazer a doação em dinheiro, cheque, bens, cartão de crédito ou outro meio? Algumas pessoas podem argumentar que o mecanismo é apenas uma forma de aumentar a arrecadação. Pois bem, mas qual Organização em nossa sociedade capitalista consegue sobreviver sem a troca financeira? O dinheiro é objeto necessário para que se realizem coisas simples do nosso cotidiano e, no caso de uma Igreja, seja ela qual for, o dinheiro é recebido como forma de “compensação voluntária” pelos serviços religiosos prestados, tais como a propagação da fé e palavra do Divino, benções ou confortos espirituais ou qualquer outro nome atribuído a coisas do gênero.

    Voltando ao meio utilizado, a inovação recai sobre o fato de ser a primeira instituição a realizar a operação através do Facebook, mérito para a denominação neopentecostal que, além de demonstrar que acompanha o progresso do mundo ao seu redor, estipula canais para que os fiéis manifestem o amor pelo cunho central. O maior problema, em si, é o conceito acerca da bonificação mensal e o momento em que vincularam-na ao dinheiro, e somente a ele.  Entretanto, tal discussão pode ser mais difícil, afinal, a hipotética regra está “escrita” e possui a salvaguarda do TodoPoderoso.

    Ademais, não é de hoje que as religiões utilizam conceitos mercadológicos e de comunicação publicitária. Como qualquer constituição humana, gozam de livre direito para exercerem suas estratégias (desde que sob a ótica da Lei e bons costumes) afim de que os objetivos propostos sejam alcançados e cabem aos seres humanos a capacidade e discernimento sobre o que é certo e errado, além daa resposabilidade sobre seus atos e efeitos sobre a sociedade.

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