• Merchandising no ponto de venda

    Uma das áreas do Marketing é a Promoção de Vendas que, assim como outros itens, compõem toda a parte estratégica do #mkt.

    Em relação à Promoção de Vendas, a mesma é subdividida em outros 5 itens e um deles é o Merchandising no PDV (ou exibitécnica). Existem várias técnicas acerca de ações no ponto de venda e muitas dizem respeito ao modo de dispor o produto em gôndolas, por exemplo.

    Não sei se você sabia, mas existem “regras” / técnicas para a adequada exposição do produto.

    Na foto deste post há uma série de erros na arrumação dos produtos na categoria atomatados.

    E aí, você arrisca dizer quais os erros?

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  • Black Friday funciona?

    O objetivo das ferramentas de promoção de vendas é vender mais em menos tempo. Não necessariamente deve utilizar da mecânica de redução de preços, afinal existem várias outras técnicas dentro do escopo promocional.

    No caso da Black Friday, o principal atrativo são os descontos agressivos nos preços de produtos e serviços. Logicamente os descontos devem prever sobrevida da margem, capacidade de estoque, cautela para não cair em propaganda enganosa, previsão de garantias e trocas, etc…

    Você ainda acha que não dá resultado? Então olhe aí o resultado em um PDV, ontem às 22h após a Black Friday, clicado por mim.

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  • Pop Up Store da Adidas

    O conceito Pop Up Store diz respeito ao tipo de loja que surge em algum local, repentinamente, e tem sua permanência temporária. No ano passado, a Adidas lançou sua Pop Up Store em várias cidades da Europa e até mesmo na Argentina. O ponto de venda, feito em formato de caixa de tênis, possuía design inovador e grande poder de despertar a atenção das pessoas. Show!

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  • O futuro já chegou. Sua empresa está preparada?

    *Por Olegário Araujo – diretor de atendimento ao varejo da Nielsen.

    O Brasil vem passando por profundas transformações demográficas, socioeconômicas e tecnológicas que, consequentemente, fizeram emergir novas necessidades, desejos e aspirações que estavam latentes. E hoje, essas mudanças têm impacto direto com as expectativas e comportamentos de compra/consumo do shopper/consumidor. Além disso, estão diretamente relacionadas com as quatro forças elementares que são Praticidade, Faz Bem, Sofisticação e Indulgência.

    O consumidor/shopper, que emerge dessa transformação, é multicanal, multimídia e possui múltiplas experiências de compra. Ele está mais informado, mais exigente e com menos tempo. E neste cenário, as drogarias, em especial as redes, estão conseguindo atender este novo consumidor, já que o canal cresceu três vezes mais que todos os demais, na comparação de 2011 com 2010.

    Nas drogarias, o consumidor encontrou a praticidade e conveniência, pois é um local associado ao bem estar e cuidados pessoais. E ainda tem no sortimento produtos de alto valor agregado e o permite se presentear com produtos diferenciados.

    Um ambiente mais complexo e incerto

    Como o consumidor muda seus hábitos de compra, consequentemente o ambiente competitivo do varejo, a economia e tecnologia também passam por transformações que impactarão o negócio de forma mais intensa e em alta velocidade. Em suma, operar o negócio ficará mais complexo, mais competitivo e com impacto direto na rentabilidade.

    Este cenário exigirá um bom planejamento que integre estratégia, pessoas e operação de maneira simples e que ao mesmo tempo permita ajustes rápidos na execução. Para atuar neste contexto, surge a necessidade de se fazer cinco perguntas essenciais (desenvolvidas por Peter F. Drucker):

    1. Qual é a nossa missão?

    2. Quem é nosso cliente?

    3. O que o cliente valoriza?

    4. Quais são nossos resultados?

    5. Qual é o nosso plano?

    A necessidade de uma visão holística

    Neste processo de revisão do negócio, a análise não deve ficar restrita a concorrência entre as drogarias. É preciso ter uma visão do consumidor/shopper em suas diferentes ocasiões de compra. Aliás, para o consumidor, o que menos importa é o canal, mas sim o ponto de venda que atenda as suas necessidades, desejos e aspirações. Vai ser o lugar que lhe proporcionar, levando em conta a sua missão de compra, a melhor experiência.

    Cabe reforçar que este consumidor compra a mesma categoria em canais diferentes (supermercados, drogarias, lojas de perfumaria, porta-a- porta, atacarejo, internet), o que lhe proporciona diferentes experiências de compra. Portanto, entendê-lo dentro de uma visão holística, permitirá definir melhor o público alvo de sua loja e/ou diferentes formatos de loja e desta forma se diferenciar neste ambiente competitivo.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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  • Os olhos do marketing sobre fatores que influenciam os consumidores

    A Nielsen divulgou há poucas semanas o estudo “Fatores que influenciam a decisão de compra”, na qual revela o comportamento dos consumidores em relação a preço, qualidade, saúde/bem-estar, entre outros pontos que são decisivos na hora de comprar.

    Sendo assim, sublinhamos esses fatores que mais norteiam as pessoas ao adquirir um produto e conversamos com a gerente de atendimento ao varejo da Nielsen Brasil, Lenita Mattar. Na entrevista, estratégias e soluções foram direcionadas para que, tanto o varejo quanto a indústria, conheça o comportamento do consumidor e saiba tirar bom proveito disso tudo.

    Como a preocupação com o preço é o fato mais impactante, como é possível as empresas manterem a qualidade dos produtos e ainda um preço que seja aceito pelos consumidores?

    A tecnologia e melhores mecanismos produtivos minimizam as barreiras de entrada e permitem que os fornecedores possuam equilíbrio de qualidade entre os produtos oferecidos no mercado. O maior número de players atuando em um mercado, no entanto, torna a competitividade de preços mais acirrada. Fornecedores ganhadores serão aqueles que compreenderem a necessidade de seus consumidores, promoverem inovações que respondam aos seus anseios e necessidades e uma comunicação clara com seus públicos-alvo.

    Na América Latina, questões de saúde e bem-estar são também algumas das principais exigências dos consumidores. De que forma a indústria e o varejo podem aproveitar essa oportunidade?

    Há muita oportunidade de inovação nesse sentido e é importante ter em conta que é preciso comunicar os benefícios dos produtos para o consumidor, ensiná-lo sobre as novas funcionalidades que são propostas. Por exemplo, quando houve o lançamento do iogurte funcional, o consumidor ainda não estava familiarizado com essa propriedade na categoria e foi necessário estabelecer campanhas publicitárias explicando o benefício, o que fez com que surgisse um novo segmento promissor em Iogurtes. Essa função está muito mais nas mãos da indústria.

    O varejo, por sua vez, deve acompanhar as tendências e os produtos de sucesso, planejando o desenvolvimento das categorias de produtos e garantindo a disponibilidade dos produtos de sucesso em suas lojas.

    Com a ascensão da classe média, mais pessoas estão podendo consumir mais tipos de produtos. E o fator disponibilidade influencia e muito na decisão de compra. O que o varejista deve fazer para evitar frustrações da parte do consumidor? Qual é a melhor forma de evitar a falta de produtos na gôndola ou no estoque?

    Para isso é necessário um acompanhamento contínuo do mercado e um planejamento do desenvolvimento do seu sortimento sob essa ótica. Processos de otimização e acompanhamento do abastecimento em uma perspectiva preventiva em relação à ruptura, fazem a diferença para minimizar perdas para todos – para o varejo, para a indústria e, sobretudo, para a satisfação do consumidor.

    Fonte: Nielsen Brasil / Twitter: @nielsenbr

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