• Análise estatística no varejo

    Por Renato Menezes – Jornalista.

    Ana Carolina Schiavon conquistou seu espaço no mercado de trabalho linense. Desde o último ano da faculdade, Carol Schiavon, hoje já formada como Profissional de Marketing, iniciou suas atividades profissionais no Supermercado Amigão, na área de Estatística de Varejo.

    Seu talento foi destacado, recentemente, na última edição da Revista Supermercado Moderno, uma das principais publicações dirigidas para esse ramo empresarial. Uma matéria de página inteira foi publicada, sobre a importância do trabalho de estatística de varejo e sobre a atuação de Carol Schiavon (veja matéria na íntegra, abaixo).

    Com o trabalho desenvolvido por ela, foi possível identificar fatores que bloqueiam os resultados e melhorar o desempenho das lojas da rede. E a formação na Unilins foi essencial para a sua qualificação “As técnicas aplicadas e desenvolvidas no curso são sólidas e atuais. A formação foi um diferencial, principalmente na área varejista onde a concorrência é extremamente intensa”, afirma ela.

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  • Produto com data(prazo) de validade vencida

    Uma das responsabilidades do varejo é zelar pelo bom nível do acondicionamento dos produtos constantes em seu estoque e/ou área de venda. Os profissionais relacionados ao varejo devem conhecer  e receber treinamento sobre as boas práticas de armazenamento, manuseio e exposição de produtos diversos, tais como: alimentos, produtos tóxicos, inflamáveis e perecíveis, entre outros.

    Dentre as exigências legais, cito a proibição de comercialização de produtos com data de validade vencida ou adulterada, que, caso seja comprovados, imputa ao varejo o crime contra a relação de consumo e contra a saúde pública, sendo condenado a prisão os responsáveis (gerente, proprietário(s)) e realizado a interdição do estabelecimento.

    Segundo publicação de hoje do site G1, a polícia ( 1ª Delegacia de Saúde Pública do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania – DPPC) interditou e autuou em flagrante dois gerentes de um supermercado da Zona Norte de São Paulo/SP por comercializar produtos com data de validade vencida e mal acondicionados, além de presença de fezes de ratos no estabelecimento.


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  • Google lança aplicativo inovador focado no varejo

    Google Shopper. Fonte: http://www.google.com/mobile/shopper/

    Ao elaborar planejamento para o varejo, um dos itens fundamentais é o conhecimento do exato perfil do shopper (cliente/comprador que frequenta o ponto de venda e não necessariamente é o consumidor(a) do(s) produto(s) e serviço(s)).

    Se depender do Google, a relação do cliente (shopper) com o varejo (ponto de venda) será diferente daqui p/ frente, isso porque a empresa lançou aplicativo – app – para iphone e blackberry que identifica e indica pdv`s e produtos procurados pelo usuário, com informações gerais sobre o mesmo.

    Por enquanto o aplicativo ainda não está disponível para o Brasil. Acesse a página do Google Shopper aqui


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  • Tendências em varejo high tech

    Quem um dia poderia imaginar a experiência de passar na frente de uma vitrine e experimentar um produto sem mesmo entrar na loja? Estranho não? Ou melhor, “strange”.  No mercado varejista francês as tendências sensoriais são as mais inovadoras possíveis afim de promover atenção e posterior satisfação dos clientes. A TISSOT, empresa que tem tradição em produção e venda de relógios aplicou uma nova tendência sensorial em sua store. Buscando criar espaços interativos e de fácil utilização pelos clientes a empresa implantou, na frente da sua loja, uma tela de 46 polegadas sensível a toque e, nela, os cliente podem escolher e experimentar um relógio com a realidade aumentada, sem mesmo entrar na loja.

    Via

    O que está “por trás” dessa inovação? Um conjunto de códigos de programação orientados por uma webcam que  reconhece o espaço físico para ser projetado (no caso o braço do cliente). Em se tratando de promoção proporciona uma forma de interação entre as preferências e gostos do cliente de modo a produzir aspectos favoráveis a compra.

    Agora, e se você entrar em uma loja para comprar um determinado produto e interagir com um quiosque que, além de  sugerir uma marca e passar algumas informações, você ganhar um sorvete de graça? Pois bem, tal situação também pode ser vista em algumas lojas e um bom exemplo é o quiosque da Kraft Foods. A gigante  do ramo alimentício inovou também no varejo através da alta tecnologia  ao criar um quiosque que,  além de executar vendas, transmite receitas que combinam com a linha de produtos da marca.

    Quiosque Kraft Foods

    Estimulado pela tendência do varejo sensorial o quiosque é fruto de uma parceria entre a Kraft e Intel que resultou no desenvolvimento de um chip baseado na tecnologia Anonymous Video Analytics. A tecnologia permite que o quiosque saiba quando alguma pessoa esteja na frente da tela conseguindo fazer a leitura de altura e idade aproximada dos clientes e, assim, oferece receitas especificas para determinado horário do dia. Além disso,  com recurso “smile shot” embutido, quem sorrir com o serviço prestado ganha um sorvete. Interessante né?

    Por @Beto_SJ e editado por @avemarketing

    Veja mais posts sobre realidade aumentada:

    :: Realidade híper-aumentada
    :: Realidade aumentada na embalagem da Sprite 2.0
    :: Realidade aumentada – RA


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  • Varejo de luxo

    Uma das tendências para o varejo com loja é o crescimento dos pontos de nicho em mercados considerados “premium” ou “prime”. Esses estabelecimento visam o consumo de alto luxo, em segmentos econômicos de classe A+. Apesar de não ser algo novo, o varejo de luxo atual possui planejamento estratégico diferenciado a partir das ferramentas específicas para o Marketing de Serviços e Brand. Um destes itens é o ajustamento do atendimento para o público em questão.  Ainda,o varejo(praça, place) deve possuir ambientalização e decoração que promova as sensações de desejos relacionados ao status e poder. Além disso, o comportamento relacionado ao luxo está associado a identificação de personalidades. O consumidor(a) enxerga suas própria personalidade em um produto/marca e também adquire personalidade preconizada pela percepção da marca no grupo social, ou seja, as pessoas consomem marcas que reforçam suas personalidades e também extraem para sí a personalidade atribuída às marcas.

    “O luxo moderno é muito mais do que jóias ou carrões. Luxo hoje não está ligado somente ao preço, mas também à exclusividade e à qualidade de vida, ao prazer, ao lúdico”    (Brasil – Mercado de produtos de luxo, Latinamerican-markets)

    De acordo com a Revista Shopping Centers (edição 158 , setembro de 2010), o faturamento do setor, no Brasil, para o ano de 2010 tinha previsão de aumento de 22% em relação ao ano anterior, o que representaria um faturamento  de 15 bilhões de Reais. A predominância de consumidoras[bb] ainda é maior, porém com crescimento anual do público masculino, ou seja, há que se observar essa modificação (entrada definitiva de consumidores homens  no mercado de luxo) e suas oportunidades.

    Shopping Cidade Jardim, São Paulo/SP

    Algumas referências interessantes:

    http://gabrielaotto.blogspot.com
    http://www.adasp.com.br
    http://www.portaldoshopping.com.br
    http://www.webluxo.com.br
    http://www.latinamerican-markets.com/brasil

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